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  • Quais os problemas de ter um colaborador desmotivado?

    Quais os problemas de ter um colaborador desmotivado?

    A desmotivação de um funcionário é algo preocupante para as empresas. Afinal, um colaborador que não está feliz no seu trabalho pode passar por alguns obstáculos bem sérios, entre eles a baixa produtividade. Para entender o que desmotiva um vendedor, vamos explorar mais esse contexto voltado para a gestão de pessoas.

    Certamente, o capital humano é considerado um dos mais, se não o mais importante de toda uma organização empresarial. Pois, são as pessoas que fazem o trabalho acontecer independente da tecnologia utilizada na empresa.

    Um dos maiores desafios das lideranças é garantir que os seus liderados se mantenham motivados e engajados, principalmente quando esses liderados são os vendedores.

    O vendedor é o primeiro colaborador a ter contato com o cliente: seja ele novo ou já existente na carteira. Por isso, ter um vendedor desmotivado é dar o primeiro passo para ter péssimos resultados. Essa pode ser a realidade de diversas empresas em diversos segmentos de mercado, entre elas as distribuidoras atacadistas.

    Pensando em todo este cenário, vamos explicar neste conteúdo os aspectos que mais desmotivam os vendedores de uma distribuidora. Continue lendo para saber mais sobre o assunto!

    Quais os problemas de ter um colaborador desmotivado?

    O maior problema de ter um colaborador desmotivado, são os custos indiretos que muitas vezes não são levados em consideração pelos empresários.

    Manter um colaborador sem produtividade e energia para desempenhar o seu trabalho, geram custos que na maioria das vezes não são calculados. Pois as entregas e os resultados diminuem tornando a hora de trabalho do funcionário mais cara do que o esperado.

    Certamente muitos empresários buscam pela substituição do colaborador improdutivo, mas não observam os altos custos gerados com a demissão de alguém e a contratação de um novo funcionário. Já dizia o ditado: “O recrutamento mais caro é aquele feito para substituir quem deveria ter ficado.”

    Por isso, é sempre bom entender o que está desmotivando o colaborador e tomar atitudes capazes de reverter a situação. Essa ideia de sempre colocar a culpa no próprio funcionário, além de injusto, torna os gestores cegos dos próprios erros.

    O que desmotiva um vendedor? Confira 5 motivos

    Todos os colaboradores estão sujeitos à desmotivação, seja qual for o setor. Portanto, os vendedores não estão salvos dessa situação nada agradável.

    Os motivos que fazem um funcionário perder a vontade de trabalhar são vários, mas aqui vamos focar em cinco deles que mais impactam nos ânimos dos vendedores.

    O que pode desmotivar o vendedor do distribuidor atacadista?

    1. Falta de reconhecimento

    A falta de reconhecimento vem em primeiro lugar porque podemos considerar esse o motivo que mais desanima os colaboradores. Ter uma equipe de vendas e não reconhecer o trabalho que eles fazem, é o mesmo que dar um tiro no próprio pé.

    O salário e as comissões são obviamente muito importantes, mas somente isso não basta. Achar que os bons resultados nas vendas não é mais que a obrigação do vendedor, é nutrir um estilo de liderança bastante ultrapassado.

    Elogiar em público e reconhecer o bom trabalho de um vendedor fará que ele se sinta confiante com o próprio trabalho: feedbacks positivos também são bem-vindos.

    Algumas dicas para começar a treinar e se tornar um líder melhor, são:

    • elogiar o vendedor pelos bons resultados nos grupos de whatsapp da empresa;
    • fazer um post no LinkedIn marcando o seu vendedor e mostrando como o comprometimento dele faz a diferença para a empresa;
    • deixar recadinhos ou alguma lembrancinha na mesa do vendedor, ressaltando o quanto admira a capacidade ele de trazer bons resultados;
    • ressaltar a qualidade das vendas do colaborador em uma reunião onde tem mais pessoas e outras lideranças.

    Nunca deixe de dar feedbacks construtivos, mas sempre se lembre de dar feedbacks pelas características boas também. Quando o colaborador sabe que o trabalho dele está sendo relevante, logo sente vontade de contribuir mais.

    Pratique isso na sua distribuidora e logo notará as melhorias na sua liderança.

    2. Metas surreais

    As metas são essenciais para o funcionamento de uma empresa, e assim não seria diferente em uma distribuidora. Mas o que não pode acontecer é a cobrança de metas abusivas.

    As empresas definem metas com o objetivo de ter mais faturamento no final do mês, e isso não está errado. Agora, muitas vezes essas empresas não fazem uma análise swot de toda a organização e acabam exigindo uma força tarefa apenas dos vendedores.

    É importante ressaltar que nem o melhor time de marketing e o melhor setor comercial do mundo conseguem vender um produto ruim. Ou pior, um modelo de negócio mal planejado.

    Para definir as metas do seu time comercial, verifique se:

    • o seu produto realmente tem demanda ou se ele está direcionado corretamente para o público-alvo;
    • a sua distribuidora oferece as melhores condições de negócios e parcerias para os clientes: nem tudo é preço, relacionamento conta muito.
    • o processo de logística e prazos de entrega estão sempre funcionando direitinho: você pode ter o melhor vendedor, mas se há problemas na entrega do produto, certamente o seu vendedor não poderá fazer nada.
    • o seu setor comercial está munido das melhores ferramentas e softwares automatizados: o trabalho manual leva mais tempo e aumenta as chances de cometer erros.
    • o que você espera de retorno nas vendas, realmente é possível levando em conta a sua estrutura atual: é fácil querer um alto volume de vendas, difícil é ter total capacidade estratégica de mercado, além de uma boa estrutura para abarcar todo esse volume.

    Definir uma meta não é apenas pensar no quanto quer faturar, mas sim no quanto é capaz de vender. 

    3. Falta de empatia

    A empatia hoje em dia, é uma das principais competências comportamentais de uma pessoa: principalmente dos líderes. Por isso, a falta de empatia é algo que não pode passar batido.

    Entender que os seus vendedores são seres humanos assim como você, já é um degrau importante para ser alguém mais empático. Nada melhor que manter uma rotina de conversa com o time para saber o que eles estão sentindo e quais os principais gargalos estão enfrentando.

    Deixe que seus vendedores sintam que podem contar com sua ajuda sempre que precisar, assim como ter a certeza de que irá entendê-los quando estiverem passando por uma determinada situação: seja ela pessoal ou profissional.

    Uma dica importante é estabelecer encontros frequentes para conversarem sobre o trabalho. Muitas empresas chamam esses encontros de One On One. Pois o principal objetivo dessa reunião é falar sobre as dificuldades do colaborador perante o seu trabalho.

    O One On One não é o momento para falar de resultados ou alinhamento de tarefas, mas apenas para conversar sobre tudo que o colaborador está sentindo.

    Teste essa metodologia e veja como tudo vai começar a fluir mais na frente!

    4. Comparações entre vendedores

    Este ponto é muito importante, porém merece ser curto e grosso. Pois ele já fala por si só com muita clareza.

    Ficar comparando um vendedor com o outro, além de cruel, é a receita perfeita para desmotivar um colaborador.

    Cada vendedor tem o seu jeito de trabalhar. Apesar das metodologias serem as mesmas aplicadas para todo o time, a personalidade e o jeito de trabalhar muda de pessoa para pessoa.

    Busque entender como cada vendedor funciona e ofereça um acompanhamento personalizado para cada um. Todos podem ser excelentes no que fazem, mas cada um com o seu jeito.

    Por isso, não faça comparação entre as pessoas, é exatamente a diversidade em todos os aspectos que faz a diferença.

    5. Falta de estrutura e ferramentas de trabalho

    Já falamos sobre a importância da estrutura de trabalho no ponto em que abordamos as metas abusivas. Mas isso é tão importante que merece destaque como um dos aspectos que mais desmotivam os vendedores.

    Devido a era da internet em que vivemos, os processos de vendas se tornaram cada vez mais volumosos, complexos e rápidos. Pois tudo é feito por meio de mensagens em diversos canais, exigindo cada vez mais agilidade de quem está no setor comercial de uma empresa.

    Em uma distribuidora atacadista, os vendedores recebem diariamente centenas de pedidos de produtos. Esse volume alto de pedidos exige muita atenção para evitar erros que tanto geram prejuízo financeiro como desgaste no relacionamento com o cliente.

    Por isso, é extremamente importante que os vendedores de uma distribuidora tenham acesso a ferramentas que os assegurem de que todo o processo de vendas vá acontecer corretamente.

    Já imaginou ter que fazer manualmente a venda de milhares de produtos por dia? Com certeza em algum momento vai ocorrer algum ou até alguns erros.

    Uma boa estrutura não é apenas mesa de trabalho, computador e internet veloz. É oferecer o que os vendedores precisam para desempenhar as suas funções com qualidade e responsabilidade: tecnologias, por exemplo.

    Espero que este conteúdo tenha te ajudado a entender o que desmotiva um vendedor e possa contribuir para você aplicar melhorias na sua distribuidora.

    Compartilhe em suas redes sociais ou com seus amigos. Até a próxima!

  • O que é ERP?

    O que é ERP?

    Há um certo tempo o mercado vem falando sobre sistemas de integração unificado (ERP), mas ainda assim é bastante comum que os empresários e gestores tenham dúvidas sobre o assunto. Por isso, neste post vamos falar sobre o que é ERP e porque sua empresa não deveria viver sem ele.

    Se você é um distribuidor atacadista e quer saber como desenvolver a sua empresa garantindo alta performance nas vendas e competitividade, confira este conteúdo até o fim e saiba como a tecnologia pode te ajudar com isso.
    Conheça o tão sonhado Planejamento de Recursos Empresariais e leve a sua distribuidora para outro patamar. 

    O que é ERP?

    O ERP é a sigla do termo inglês Enterprise Resource Planning, que trazendo para o nosso idioma, significa Planejamento de Recursos Empresariais. Essa foi a nomenclatura dada para o software capaz de integrar todas as gestões de uma empresa. Isso mesmo, ele é desenvolvido para centralizar e desburocratizar todas as informações que uma organização pode ter.

    Independente do tamanho da empresa, a quantidade de dados gerados são enormes devido aos vários setores que nela podem existir.
    Toda organização tem em sua maioria:

    • setor financeiro;
    • setor de recursos humanos e departamento pessoal;
    • área comercial e vendas;
    • marketing e comunicação;
    • contabilidade, controladoria e fiscal;
    • administrativo e operacional, além de;
    • estoque e logística, no caso de distribuidores, por exemplo.

    Diante de tantas áreas que compõem uma empresa, fica fácil entender o porquê da necessidade de se ter um sistema para integração de softwares distintos.

    De uma forma bem resumida e simples de explicar: o ERP é o sistema responsável por coletar os dados de todos os setores e centralizá-los em um único local.

    Dependendo da empresa em que você esteja, vai ouvir o termo “módulo” para designar os softwares de cada setor.

    Qual a importância do ERP?

    Ter uma visão de 360º, ou seja, uma visão completa da empresa, é sem dúvidas a necessidade de todo e qualquer empresário que precisa estar por dentro do seu negócio e tomar importantes decisões.

    Por causa desta necessidade, o ERP se torna a solução ideal para o problema. Afinal, com as informações centralizadas, tanto o empresário quanto os colaboradores passam a entender o cenário no qual a empresa está passando.

    A partir do momento em que é possível analisar de uma forma clara e transparente os resultados financeiros, comerciais e desenvolvimento humano, os gestores do negócios saberão onde a empresa está indo bem ou não.

    Além de centralizar os dados de diversos setores, o ERP também faz o papel de cruzar alguns deles. Por exemplo, digamos que uma distribuidora aponta em seus dados de departamento pessoal, que 50 motoristas utilizam o plano de saúde ofertado pela empresa como benefício, e naquele momento, o empresário quer saber o quanto equivale em valores esses benefícios.

    Com a integração de sistemas, ele consegue analisar os dados de departamento pessoal e ainda bater a informação com os dados financeiros da empresa. Garantindo assim mais segurança no dinheiro que está entrando e saindo.

    Esse foi apenas um simples exemplo, mas é importante entender que o ERP vai muito além disso. Ele consegue não ser apenas eficiente, mas também essencial.

    Por que o ERP é essencial para o distribuidor atacadista?

    Já parou para pensar na quantidade de setores e informações que uma empresa de distribuição pode ter? Além de todas as áreas administrativas, devemos levar em conta alguns setores que são de exclusividade das empresas desse segmento, como estoque, logística e abastecimento.

    Para um gestor analisar cada área de forma individual, certamente ele precisaria acessar no mínimo uma dezena de sistemas de gerenciamento.

    Esse trabalho se torna trabalhoso, cansativo e o pior, totalmente passível à más interpretações de dados e consequentemente péssimas tomadas de decisões.

    Quanto mais informações soltas e individualizadas, mais chances de se perder nelas, deixando passar aspectos importantes.

    A importância de integrar o ERP com o software de vendas

    O ERP como vimos, é o sistema responsável por centralizar todos os dados de uma empresa, já o software de vendas também conhecido como CRM, é a ferramenta responsável por toda a gestão comercial, indo desde a prospecção e negociação até o relacionamento com o cliente.

    Certo, mas por que a integração desses dois sistemas é tão importante e merece destaque? A resposta é simples, o software de vendas está ligado ao setor encarregado de fazer a máquina principal da empresa funcionar.

    Todos os setores são importantes, mas sabemos que sem as vendas e estratégias comerciais, a empresa não vai pra frente. Assim como este setor precisa de outros para dar continuidade ao trabalho, os outros setores dependem dele para existir.

    Se levarmos em consideração o processo que leva um cliente da negociação ao fechamento da compra, percebemos as várias etapas e pontos de contato que ele passa para enfim ter o produto ou serviço.

    O cliente pode até não perceber esse processo, mas internamente na empresa, fica claro para os vendedores cada etapa do funil de vendas. Uma equipe comercial que trabalha com o uso de metodologias de vendas, no mínimo gerencia as seguintes etapas:

    • prospecção;
    • abordagem consultiva;
    • negociação;
    • apresentação de proposta;
    • fechamento da venda;
    • relacionamento com o cliente.

    Já pensou em ter que acompanhar cada etapa dessa sem a centralização das informações? Isso se torna mais difícil quando a empresa tem maturidade em Inbound Marketing e necessita de um setor de pré-vendas para fazer a qualificação das prospecções geradas.

    Portanto, é extremamente importante ter a integração do ERP com o sistema de vendas. Afinal, não é inaceitável que dados se percam no setor tão crucial para uma empresa. Acompanhar a jornada de compra é fundamental.

    Benefícios do sistema integrado

    Nem falamos dos benefícios ainda, mas só pela explicação sobre ERP, já sabemos que eles existem. Por isso, separamos 7 benefícios que essa tecnologia pode trazer:

    1. Produtividade das equipes de trabalho

    Já ficou claro o papel do ERP em uma organização empresarial. Como vimos, ele centraliza as informações e as processa de uma forma que fica mais fácil e seguro de interpretar.

    Dessa forma, a produtividade seja o benefício mais fácil de sentir assim que o sistema é implementado na empresa. Isso acontece porque os colaboradores passam a acompanhar tudo em um único lugar e em poucos cliques.

    As inúmeras planilhas salvas em diversas pastas e que muitas vezes nos fazem perder tempo por vários motivos, também vão deixando aos poucos de existir e fazendo assim com que as equipes tenham mais tempo para se dedicar às tarefas mais estratégicas.

    2. Clareza nas informações

    Sabe quando uma mesa de trabalho tem objetos por todos os cantos e misturados de todas as formas, daí passamos os olhos diversas vezes e não encontramos o que precisamos? Pois é, isso acontece com os dados quando não tem um ERP para ajudar.

    Assim como fica mais fácil encontrar uma caneta quando ela está organizada na mesa mesmo estando com outros objetos, também são os dados que facilmente são localizados e interpretados sem muita dificuldade.

    Isso acontece, porque além de centralizar informações, o ERP também organiza de um modo que facilita a vida do usuário.

    3. Menos custos com TI

    Implantar um ERP na empresa pode até gerar um certo investimento, mas como o próprio nome diz, investimos aqui para colher ali.

    Centralizar os custos de TI em um único sistema pode sair bem mais barato do que 10, 20 ou mais sistemas rodando cada um no seu lugar.

    Por isso, é importante colocar esses custos na ponta do lápis, falar com uma empresa especialista em ERP e finalmente fazer uma comparação.

    Certamente os cálculos mostrarão à você a diferença de valores. E contra dados não há argumentos!

    4. Informações centralizadas

    O que mais destacamos aqui foi a centralização de informações. Não tinha como ser diferente, afinal, o ERP foi feito exatamente para isso.

    A importância de ter os dados e informações centralizados, garante aos times uma performance bem mais acentuada devido a facilidade de se fazer relatórios e encontrar pontos de melhoria, assim como identificar onde a empresa está acertando para continuar fazendo ou até mesmo aprimorando.

    Sem o ERP, as informações estarão todas separadas e exigirá do colaborador ou gestor, saber manusear todos os sistemas que a empresa tem para cada setor. Vamos concordar que essa não seria a melhor opção, não é mesmo?

    5. Padronização de processos

    Quer saber como viver um verdadeiro caos na sua empresa? Então deixe os processos serem feitos de cada um de jeito.

    Com o uso de ERP, os processos passam a ser padronizados porque o sistema é um só. Portanto, tudo é encontrado e analisado em um único lugar. Dessa forma, não é necessário que cada setor crie o seu processo de dados e informações, basta criar um, padronizar e alinhar com todos que forem segui-lo..

    6. Relatórios avançados

    Não existe nada pior que um relatório incompleto! Para saber se o relatório é completo ou não, basta notar a ausência de um dado que deveria estar lá.

    Muitas vezes, devido a vários sistemas individuais e muitos sem a solução ideal para o problema, os dados mais relevantes que ajudam e tomar uma decisão importante não consta no relatório.

    Quantas vezes você ficou dependendo de uma informação que só o colega pode te dar porque é ele quem utiliza determinado sistema? E quantas vezes esse colega disse que não é possível obter a tal informação?

    Para um distribuidor atacadista, esse seria um sério problema. Estamos falando de uma empresa que precisa constantemente decidir algo baseado em informações.

    Se a empresa tiver um ERP, essa dependência ou ausência de um dado por causa de determinado sistema, deixa de existir.

    O que é ERP? E por que integrá-lo ao software de vendas?

    7. Tomada de decisão e um planejamento estratégico mais eficiente

    E finalmente chegamos no benefício mais divisor de águas que existe. Estamos falando do Planejamento Estratégico.

    Toda empresa que se preze, faz um planejamento estratégico bem elaborado pelo menos uma vez por ano. É nesse momento que a organização se questiona diversas vezes onde quer chegar e o que fazer para conseguir chegar. Tudo baseado no cenário de mercado e na economia.

    Após esse planejamento devidamente construído, os gestores têm uma difícil tarefa: tomar a decisão de seguir ou não com os planos.

    Pode parecer fácil, tomar decisões que irão nortear uma empresa é bastante difícil e doloroso. Sempre dá um frio na barriga e o receio de que não vai funcionar. Porém, empresários e gestores experientes, sabem que esse receio faz parte do momento e buscam nos dados reais da empresa a melhor decisão a ser tomada.

    Agora nos perguntamos: é possível tomar decisões tão importantes sem a ajuda de um sistema transparente e seguro? Certamente você responderá: não!

    Por isso, o ERP é essencial para essa jornada estratégica da empresa.

    O que pode ser integrado com o ERP?

    Enfim, já falamos aqui neste post sobre o que é o ERP, a sua importância para o desenvolvimento e os principais benefícios que ele pode proporcionar.

    Mas a pergunta que não podia faltar: afinal, o que pode ser integrado com o ERP? Se levarmos em consideração tudo que ERP pode fazer por você e sua empresa, digamos que ele integra as principais áreas da sua empresa.

    Entre os softwares mais integrados nesse tipo de solução estão:

    • sistema financeiro;
    • batida de ponto eletrônico;
    • sistema de departamento pessoal, por exemplo, folha de pagamento;
    • sistema fiscal;
    • software contábil;
    • CRM – vendas e pré-vendas;
    • transporte e logística;
    • software de gestão de frota;
    • software de pedidos de compras;
    • sistema de controle de estoque, e etc.

    Esperamos que este conteúdo tenha lhe ajudado a entender porque o ERP é tão importante para a sua distribuidora. Se você ainda não tem essa solução na sua empresa, fale com especialistas no assunto e saiba como se tornar um distribuidor atacadista de destaque com o uso da tecnologia.

    Até o próximo conteúdo!

  • O que é BI?

    O que é BI?

    Os anos vão se passando e cada vez mais ouvimos falar sobre BI. Mas afinal de contas o que é BI – Business Intelligence? Como ele funciona e como ele pode nos ajudar?

    Se você tem essas e outras dúvidas sobre o assunto, saiba que esse artigo vai te ajudar a esclarecê-las. Além de mostrar como essa metodologia tecnológica é capaz de transformar para melhor os resultados da sua distribuidora atacadista.

    Ficou curioso? Então continue a leitura e tenha bons insights para a sua empresa.

    O que é BI?

    A sigla BI vem do termo em inglês “Business Intelligence”, traduzindo para o português: Inteligência de Negócios.

    O Business Intelligence nada mais é que um grupo de metodologias e tecnologia que fazem dos dados um eficiente conjunto de informações perfeitas para boas análises e compreensão holística do negócio.

    A tecnologia do BI é capaz de reunir todas as informações existentes no sistema da empresa, o ERP por exemplo. E dessa forma, traz vantagens para a empresa: os melhores projetos e ações que visam o crescimento de uma empresa, partem na maioria das vezes de uma análise feita por meio do Business Intelligence.

    Com o BI, os empresários e gestores conseguem entender os resultados de uma empresa, desde o previsto e realizado de todas as metas até os motivos que fazem os resultados serem bons ou não.

    Apesar de se tratar de um método de gestão, o BI também é considerado uma tecnologia. Pois a empresa precisa de uma ferramenta de BI para conseguir cruzar as informações e analisá-las com facilidade. Algumas dessas ferramentas são:

    • Power BI;
    • Google Data Studio;
    • Sales Force;
    • Board, e;
    • Domo.
    O que é BI e qual a sua diferença com o ERP?

    Por que o BI é tão importante para o distribuidor atacadista?

    O BI é uma tecnologia essencial para todos os tipos de empresas, portanto, para o distribuidor atacadista não seria diferente.

    Esse tipo de empresa tem um sistema de atuação bastante complexo e detalhado, além de uma rigorosa qualidade nos processos tão necessários para garantir o sucesso das suas operações.

    Devido a isso, a essa complexidade, o BI se torna a ferramenta fundamental para garantir o crescimento de uma distribuidora. Afinal, quanto mais processos, informações e pessoas envolvidas, mais necessário se torna ter um sistema capaz de dar respostas cruciais para o bom desempenho.

    Já parou para pensar em quantas ocorrências podem acontecer em uma única rota de entrega de mercadorias? E os gargalos que acontecem no ciclo do perdido? Em que estágios de todo o processo esses problemas mais ocorrem?

    Até aqui questionamos a área de armazenamento e logística. Mas e quanto aos setores de vendas, faturamento e financeiro? Tudo isso pode ser analisado profundamente com a ajuda de um BI.

    Qual a diferença do BI com o ERP?

    Se este tópico está aqui, é porque existem histórias de confusão entre BI e ERP. Como as duas tecnologias são responsáveis pelo processamento de dados, é comum muitos acharem que são basicamente a mesma coisa. Porém, não são!

    O ERP (Enterprise Resource Planning) – confira mais sobre esse assunto aqui – é um sistema capaz de integrar as informações de todos os setores em um único local. Ou seja, ao invés de um sistema para cada setor da empresa, existe a possibilidade de apenas um que integra todos os outros.

    Já o BI como vimos até aqui, é a tecnologia capaz de processar esses dados e disponibilizá-los de modo que fique claro a situação da empresa tanto em relação aos seus processos internos como perante ao mercado.

    Dessa forma, por meio de uma explicação bem resumida, um sistema é responsável por coletar os dados e integrá-los com mais transparência, já o outro é responsável por transformar esses dados coletados em informações estratégicas.

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    Principais benefícios do BI para o atacado distribuidor

    Certamente, o BI tem suas diversas vantagens. E para o distribuidor atacadista separamos cinco delas. Continue lendo para saber quais são!

    1. Aumento das vendas

    O aumento nas vendas é talvez o mais importante. Afinal, para continuar crescendo é preciso ter sucesso no fluxo de caixa.

    Com o BI, o vendedor consegue ser mais estratégico na hora de prospectar: tanto para novos clientes quanto para clientes já existentes na base. A empresa de distribuição de produtos, faz parte de um cenário onde mais importante que ter novos clientes é garantir que os atuais continuem comprando.

    Dados como a quantidade de pedidos recebidos por mês e o quanto um determinado cliente contribui para a meta de vendas do mês, são apenas dois dos diversos dados estratégicos que uma distribuidora pode ter ao utilizar o BI.

    O BI também pode mostrar por meio de dashboards bastante claros e fáceis de analisar, qual a marca de produtos é responsável pelo sucesso de vendas da empresa, por exemplo.

    2. Proatividade das equipes estrategistas

    Com certeza todas as equipes de uma distribuidora precisam ser estratégicas, desde o time de contabilidade até mesmo o de logística. Mas existem alguns setores onde as equipes não podem deixar de ser estratégicas em nenhum momento. Por mais que existam processos, elas estão constantemente precisando se adaptar às mudanças. Uma dessas equipes é o marketing da empresa.

    Você já refletiu sobre o quanto o avanço rápido das tecnologias e da comunicação estão mudando frequentemente o comportamento do consumidor?

    As equipes de marketing dormem e acordam tendo que se adaptar todos os dias às novas metodologias e cenários do mercado. Diante de tanta mudança efêmera, apenas uma ferramenta altamente desenvolvida para análise de dados consegue ajudá-los a criar novas estratégias de marca e atração.

    Por isso, o BI é essencial para que esses colaboradores sejam mais proativos, visionários e inovadores. Trabalhar apenas com achismos não faz parte da tarefa dessas equipes.

    Além do marketing, outros setores também se enquadram nessa necessidade de mudanças constantes. A área de Recursos Humanos é um deles. Os processos seletivos de hoje já são bem diferentes dos de antes e as estratégias de endomarketing estão cada vez mais avançadas. Tudo isso graças ao avanço da tecnologia de análise de dados.

    3. Diminuição de custos

    Muitas vezes os custos de uma empresa estão ocultos porque não conseguimos identificar para onde o dinheiro está indo.

    Em uma distribuidora atacadista por exemplo, além dos custos que não identificamos, existem outros que são identificados e ignorados pelo simples fato de há muitos anos fazerem parte do negócio.

    Os pedidos em PDF a título de exemplo, costumam gerar alguns custos que poderiam ser evitados. Pois esse tipo de trabalho geralmente é manual e passível de erros frequentes. Todos esses erros acarretam em custos que se transformam em prejuízos.

    Uma ferramenta de BI pode não só levantar os dados, mas também apresentar por meio de gráficos inteligentes onde os erros acontecem e o quanto eles fazem com que a empresa deixe de lucrar.

    Uma vez identificado os erros na etapa de pedidos, por exemplo, a empresa pode adotar medidas a fim de evitá-los. O uso de tecnologias feitas para solucionar isso, é uma delas. Contra dados, não há argumentos!

    4. Melhor tomada de decisões 

    Depois de todos os benefícios que vimos até aqui, fica fácil falar sobre este em específico. Afinal, a tomada de decisão depende claramente de dados reais e fiéis.

    Sem sombra de dúvidas, o BI é a ferramenta perfeita para nortear o empresário quanto ao caminho ideal para tocar sua empresa.

    Para fazer o planejamento estratégico de uma distribuidora atacadista, é preciso saber aspectos importantes a respeito do negócio. Alguns deles são:

    • novas frentes de mercado: o que é promissor para a distribuidora garantir sua liderança? Quais novos produtos podem fazer parte do seu negócio? O que o público de determinadas regiões mais consomem?
    • cortar estratégias ruins: mais importante do que identificar novas estratégias para a empresa, saber cortar o que não funciona é uma delas.
    • investimento: não basta saber o que vai ser feito daqui pra frente, é necessário saber o quanto vai ser investido com tal;
    • reestruturação interna: entender os processos internos da empresa e buscar aprimorá-los – desde tarefas até novos cargos ou setores – é essencial para o crescimento da organização;
    • metodologias de vendas: as melhores vendas são feitas a partir do momento em que se sabe quem é o seu cliente e o comportamento dele, por isso, toda e qualquer metodologia de venda só vai funcionar se existirem tais informações.

    Apenas uma ferramenta de inteligência de negócios será capaz de dar as melhores respostas para cada solução. Sejam essas citadas acima ou várias outras que venham a ser necessárias. 

    5. Melhor relacionamento com o cliente

    E finalmente, chegamos a um dos benefícios que vai garantir a perpetuidade da empresa: o relacionamento com o cliente.

    O que é BI e qual a sua diferença com o ERP?

    Para sabermos o quanto é importante um bom relacionamento com o cliente, basta nos colocarmos no lugar dele e nos perguntarmos: será que eu voltaria a comprar com a minha empresa se o cliente fosse eu?

    O BI traz informações essenciais para saber até onde os clientes estão satisfeitos com a sua distribuidora. Se você identifica que nos últimos 6 meses um determinado cliente devolveu a mercadoria pelo menos uma vez por mês, já fica um alerta sobre como anda essa relação.

    Na maioria das vezes as reclamações e as ameaças de deixar a parceria com o fornecedor não chegam aos ouvidos dos executivos da empresa, porém se a distribuidora tem uma tecnologia capaz de apresentar números que levem a essa conclusão, fica mais fácil corrigir os erros e manter o cliente satisfeito.

    Fora que além de todo um aparato e visão 360º da distribuidora, o BI fornece dados aos vendedores capazes de ajudá-los a entender como cada cliente funciona. Quer se tornar íntimo do seu cliente e fazê-lo se sentir exclusivo? Então trate cada um deles de forma personalizada.

    E para finalizar, não podemos deixar de dizer que o BI é hoje uma tecnologia fundamental para manter a competitividade no mercado. Se o seu concorrente tem o Business Intelligence como grande aliado e você não, com certeza ele está anos luz à sua frente.

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  • O que é prejuízo financeiro?

    O que é prejuízo financeiro?

    Toda empresa que tem o mínimo de seriedade, busca crescer no mercado, seja alcançando novas praças ou aumentando o seu mix de produtos ou serviços. Para isso, é importante ter suas contas equilibradas e garantir o lucro da organização. Porém, nem sempre isso acontece e a empresa acaba tendo prejuízos financeiros.

    Com a perda de dinheiro constante e sem nenhuma solução, a empresa fica tão comprometida que chega ao ponto de cortar importantes investimentos, entre eles, o capital humano que é responsável pelo seu desenvolvimento.

    Quando falamos em prejuízo financeiro, muitas vezes nos vêm à mente situações óbvias que fazem as empresas registrarem resultados negativos. Mas é fundamental sabermos que algumas ocorrências costumam acontecer no dia a dia de modo que os gestores ficam cegos diante do problema.

    As empresas de distribuição de produtos – alimentícios, higiene, cosméticos e etc – estão entre as empresas que podem sofrer sérios problemas financeiros quando a gestão não tem um cuidado especial. Por isso, é importante estar sempre de olho nas falhas ocorridas dentro de um processo e buscar soluções para o obstáculo. Afinal, tudo pode virar uma bola de neve e comprometer então, o capital de giro da empresa.

    Você trabalha em uma distribuidora e quer entender qual prejuízo financeiro sua empresa pode estar sofrendo? Então continue a leitura e saiba por que as empresas precisam ficar atentas!

    O que é prejuízo financeiro?

    Antes de falarmos diretamente sobre uma falha comumente encontrada nas empresas de distribuição, é necessário primeiro entender do que realmente se trata um prejuízo..

    Obviamente, o prejuízo é algo que está relacionado à perda. Seja uma pessoa que perdeu seus móveis em uma enchente ou até mesmo uma grande empresa que sofreu um sério dano, seja nas suas vendas, no seu patrimônio ou investimentos.

    Quando falamos de dinheiro, o cálculo para saber se houve prejuízo ou não, é bem simples. Se o retorno for maior que o valor investido, houve o tão esperado lucro, porém, se o resultado for menor, houve o temido prejuízo financeiro.

    O que poucas pessoas não sabem, é que existem situações que geram perdas e de tanto isso acontecer na rotina de trabalho, os gestores passam a enxergar essa perda como algo normal no dia a dia. Dessa forma, perdem dinheiro ao longo do tempo e deixam de ter mais recursos para fazer bons investimentos na empresa.

    Esse tipo de situação é bastante comum nas distribuidoras, mas antes de falarmos sobre isso, vamos entender quais os prejuízos que podem acontecer nesse tipo de organização, incluindo aquelas que todo mundo vê.

    Quais prejuízos uma empresa de distribuição pode sofrer?

    Assim como toda e qualquer empresa, uma distribuidora não está livre de situações que a fazem perder dinheiro. Por isso, vamos listar a seguir as mais comuns, inclusive aquelas que facilmente são percebidas. 

    1. Produto em excesso no estoque

    Ter produtos a mais no estoque pode parecer algo bom, mas pode ser um grande prejuízo se esses produtos não tiverem saída.

    Quando não se planeja bem a compra de produtos ou não se conhece o comportamento do do seu público, o risco de ter produtos sobrando no estoque é bem maior. Claro que esse tipo de situação pode ocorrer por vários outros motivos, mas na maioria das vezes está ligada ao fator: demanda/praça.

    Por isso, é fundamental um bom planejamento para evitar tal prejuízo.

    2. Produto em falta

    Ao contrário do caso anterior, a falta de produto também é um grande problema. Daí a importância do equilíbrio que sempre depende de um bom planejamento.

    Se existe uma demanda, mas o produto não está disponível, o cliente – supermercados e lojas no caso de distribuidoras – acaba buscando em outro fornecedor o produto desejado.
    Para uma empresa perder um cliente, basta que ele experimente comprar de outro e ter uma boa experiência na compra. Caso isso aconteça, dificilmente ele voltará para você e assim a empresa é deixada para trás.

    3. Impostos mal calculados

    Esse problema não só traz prejuízos financeiros diretos, como também compromete a empresa com as fiscalizações governamentais. As multas e penalidades causadas por um erro no pagamento de impostos, podem fazer uma distribuidora perder mais dinheiro do que propriamente com o erro do cálculo.

    4. Frota própria de veículos

    Se ter um veículo já é quase como ter um filho, imagina ter uma frota com dezenas ou até centenas de caminhões, carretas e etc.

    A gestão da frota é um dos mais desafiadores, pois envolve cuidados com a segurança, a higiene, a legislação trabalhista e legalidade perante os órgãos competentes que fiscalizam irregularidades dos transportes nas estradas, no Brasil se trata da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres.

    5. Ausência de tecnologia

    Já se fala tanto de tecnologia que muitas vezes parece papo chato, mas isso acontece porque ela vem cada vez mais evoluindo e grande parte das empresas não estão se apegando a esse detalhe.

    A tecnologia deve ser o principal investimento das empresas, principalmente neste mundo cada vez mais conectado e volátil. Acontece que na hora de fazer economias, muitas empresas cortam as tão necessárias ferramentas e partem para soluções ineficazes.

    As planilhas de excel talvez tenham sido uma das soluções mais fantásticas até hoje, porém, são muitas vezes utilizadas para fazer a gestão completa de uma empresa, deixando assim, margem para graves erros e consequentemente o prejuízo financeiro. Além disso, dados errados comprometem muito na hora de tomar decisões.

    Sendo assim, já que estamos falando de tecnologia e processos pouco eficientes, vamos agora falar sobre um dos principais prejuízos que acontecem nas distribuidoras, mas que ninguém vê.

    Qual o prejuízo financeiro que ninguém vê em uma distribuidora?

    O prejuízo financeiro das distribuidoras que ninguém vê

    Parece bastante audacioso falar sobre um problema que ninguém vê, mas é sobre esse ponto que é importante ressaltar. Segundo o especialista em criatividade Kevin Ashton, “olhar não é o mesmo que ver”.

    Essa falha acontece em diversas empresas, mas nas distribuidoras podemos destacar uma em específico: a lista de pedidos do cliente.

    Hoje, muito conhecido internamente como o “pedido PDF”, as empresas (lojas, supermercados e etc) solicitam os pedidos de mercadorias às distribuidoras por meio de um arquivo em PDF. A partir daí, o vendedor recebe essa lista e começa a preparar todo o pedido que será enviado logo em seguida. Qual o maior problema de tudo isso?

    A operação humana pode ser falha, e se você é gestor, não adianta dar lição de moral e dizer que os vendedores não podem errar, pois quando erramos a primeira frase que muitas vezes falamos é: errar é humano.

    Não estamos querendo dizer que os erros devem sempre ser tolerados, mas que o trabalho 100% humano está sujeito a erros que podem gerar prejuízos financeiros.

    Dependendo do cliente, uma única lista pode ter centenas de produtos, sem contar que o vendedor não atende apenas um cliente por dia. Por isso, o “pedido em PDF” faz parte de um processo que precisa ser melhorado.

    Certo, entendemos até aqui. Mas por que esse é um prejuízo financeiro que ninguém vê? A resposta é simples, todos olham para o problema e sabem que ele existe, mas ninguém o enxerga como um grave fator que faz uma distribuidora perder dinheiro.

    Os erros do “pedido PDF” já se tornaram tão comuns que as empresas buscam alternativas, muitas vezes graves, para reverter o prejuízo. O mais comum é descontar o valor na folha de pagamento do vendedor, o que pode gerar processos trabalhistas. Mas isso é assunto para outro momento.

    Exemplo básico da situação

    Digamos que o vendedor recebeu um pedido com 200 produtos no qual ele vai ter que digitar manualmente cada produto. Entre estes 200 produtos estão 10 toneladas de feijão.

    Após um erro na formulação do pedido, o cliente recebeu 15 toneladas de feijão e resolveu devolver o produto para a distribuidora. Toda essa mercadoria, além da tributação, gerou para a distribuidora custos e despesas como horas trabalhadas do colaborador, logística, furos no estoque, entre outros.

    Um dos principais transtornos de toda essa situação, é o fato de ser comum as mercadorias serem devolvidas por completo à distribuidora. Neste caso, o supermercado não devolveria apenas as 5 toneladas excedentes, mas sim as 15 toneladas que chegaram até ele. Isso impacta desde a produtividade dos colaboradores até o fluxo de caixa da empresa.

    Nós não vamos fazer o cálculo do prejuízo aqui, porque varia de acordo com cada cenário e empresa. Mas e você? Já parou para fazer os cálculos desse tipo de erro todo final de mês na sua empresa?

    Investir em tecnologia é bem mais barato que o valor do dinheiro que está perdendo.

    Como a tecnologia pode ajudar com esse problema?

    É só olhar para as grandes empresas do Brasil e do mundo que logo vão entender porque elas são as maiores. A tecnologia é hoje algo essencial e fundamental para a sobrevivência de uma empresa.

    As distribuidoras contam hoje com diversos recursos tecnológicos que garantem o sucesso das suas operações. A situação preocupante diante desse cenário, é que elas investem na automação de galpões e logística, deixando a desejar nos processos internos administrativos, por exemplo, o setor de vendas.

    Soluções como a Polipedidos PDF – clique aqui para conhecer, são desenvolvidas a fim de evitar erros na gestão comercial e garantir que o cliente receba seus produtos exatamente como pediu. Além da distribuidora evitar o prejuízo financeiro, ainda garante um bom relacionamento com seus clientes. Afinal, ninguém aguenta permanecer com um fornecedor que erra constantemente e só dá dor de cabeça. Não é mesmo?

    Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Compartilhe em suas redes sociais para que possa ajudar outras pessoas. Até o próximo!

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  • O que é a Logística Reversa e a diferença para a logística tradicional

    O que é a Logística Reversa e a diferença para a logística tradicional

    O Ciclo de uma venda não se encerra na entrega do produto, na verdade, a partir desse momento pode-se iniciar um novo processo chamado Logística Reversa.

    Confira neste artigo o que é a Logística Reversa, porque ela acontece e como minimizar o número de devoluções.

    O que é a Logística Reversa e a diferença para a logística tradicional

    Logística reversa, como o nome sugere, é todo o processo que envolve a devolução de mercadorias. Ou seja, as atividades do transporte inverso, buscando o produto no cliente, retornando para o estoque e substituindo por um novo.

    O objetivo das empresas é fazer com que os seus produtos e mercadorias cheguem até os clientes sem nenhum obstáculo, isso, dentro da Logística Tradicional, e para isso, criam-se fluxos de atividades eficientes, desde a venda até a entrega, focando no baixo risco, alta produtividade e satisfação.

    Grande parte dos problemas, quando se fala em Logística Reversa, se dão justamente porque as empresas não estão preparadas, elas pensam apenas na logística tradicional, afinal, ninguém imagina que o pedido será devolvido.

    A falta de previsibilidade, portanto, é o grande inimigo aqui.

    Existem detalhes que acabam ficando para trás ou não são previstos quando não se planeja todas as possibilidades dentro da venda, e isso gera dores de cabeça.

    É importante entender que a Logística Reversa tem como pontos fundamentais:

    • tempo de reação da equipe quando a devolução é acionada;
    • custo com a coleta;
    • disponibilidade da mercadoria substituta.

    Os erros que levam a devolução de mercadoria e geram dores de cabeça

    Devoluções são comuns e vão acontecer, porém, sua empresa precisa tentar reduzir os riscos quando se deparar com elas.

    Abaixo, listamos os 4 erros mais comuns que geram devoluções de produtos e mercadorias:

    Qualidade e Problema com o Produto

    Grande parte das devoluções acontecem porque o produto está com defeito ou entregando aquém da sua promessa. Outro ponto é a validade, lotes próximos do vencimento.

    Sazonalidade

    Existem produtos que só funcionam em datas específicas e passado aquele momento, são devolvidos por não terem demanda.

    Danos na Entrega

    A logística tradicional pode ocasionar algum tipo de impacto no produto e gerar quebra, arranhões, amassados e inúmeros danos que danificam a mercadoria. Quando esse processo é realizado por empresas terceirizadas, fica ainda mais propenso a acontecer.

    Erros na hora da venda

    Aqui está um dos principais motivos que levam a Logística Reversa. As operações de vendas com RCAs digitando manualmente os pedidos, são comuns dentro das empresas, fazem parte da rotina e tanto empresa como vendedor já se acostumaram com essa operação, porém, essa atividade é desgastante, repetitiva e exige muito foco do vendedor. É muito fácil acontecer erros de digitação em detalhes dos itens. Quando o pedido é grande e tem várias páginas, o prejuízo pode ser ainda maior.

    Como falamos, é imprescindível às empresas criarem dois pontos focais.

    O planejamento para que se evite devoluções de pedidos. Apesar de muitos fatores serem imprevisíveis, outros são facilmente evitáveis. 

    Estar preparada para a Logística Reversa quando ela acontecer. O prejuízo é maior quando não se tem planejamento. Movimentar a equipe, estoque e logística sem um plano, é sinal de custos adicionais. 

    Logística Reversa: Como minimizar o número de devoluções

    Como reduzir custos com a Logística Reversa

    Para o atacadista distribuidor, a Logística Reversa é um processo que não tem como eliminar, mas é necessário se preparar para ele.

    Conheça todos os custos das operações: mapeie a origem de todos os custos, principalmente, os processos que envolvem logística e tempo de operação em rotinas de devoluções. É necessário conhecer os valores que cada etapa consome, isso, considerando custos diretos e indiretos.

    Crie estratégias com devoluções alternativas: não tenha apenas um plano A quando se trata de devoluções de mercadorias, afinal, é importante estar preparado para circunstâncias diversas. Qualquer medida quando tomada sem preparação, acarreta custos adicionais e contratação de serviços mais caros.

    Tenha fornecedores e terceirizados de confiança: se a sua empresa não realiza todas as etapas do processo, é importante que tenha fornecedores que sejam de confiança e principalmente, conheçam o seu produto e as condições que ele precisa para chegar ao cliente.

    Use a tecnologia em processos que podem ser automatizados: o atendimento é um desses processos. Crie rotinas e regras de negócio para facilitar a comunicação do cliente com o sistema, gerando reports que reduzem o tempo entre a solicitação e agilizam o início da operação. Com a tecnologia, o custo desse processo reduz drasticamente e ainda cria-se padrões.

    Essas são algumas medidas que podem ser tomadas para minimizar os impactos da Logística Reversa, porém, existem ainda medidas que podem ser tomadas para reduzir a probabilidade de acontecer uma devolução de mercadoria.

    O segredo está no uso da tecnologia na Gestão de Pedidos

    Dentro das distribuidoras, a cultura onde o vendedor digita manualmente os pedidos recebidos ainda vigora. De forma viciosa, as empresas ignoram os riscos desse processo que é provavelmente o principal responsável pela devolução de mercadorias e pelos prejuízos.

    Já existe tecnologia para automatizar a entrada dos pedidos que são emitidos em PDF, fazendo com que em poucos cliques, todos os itens já estejam no sistema, sem tomar tempo do vendedor, reduzindo para minutos uma operação que se levava dias e o melhor, eliminando todos os erros de digitação e consequentemente, acabando com as devoluções de produtos que aconteciam por esse motivo.

    Com a tecnologia automatizando esse processo, o vendedor passa a ter o foco apenas na potencialização da venda, enquanto isso, a equipe de logística ganha tempo na preparação dos pedidos.

    Como falamos durante esse artigo, a Logística Reversa é um processo comum dentro das empresas, principalmente em atacadistas distribuidores, é preciso entender que existem ações que podem e devem ser feitas para reduzir as devoluções de mercadorias, e ao mesmo tempo, já se preparar de forma inteligente para essa operação.

    Quer saber como eliminar erros com pedidos digitados manualmente? Fale conosco e acabe com os prejuízos dessa operação!

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  • O que é inteligência de dados?

    O que é inteligência de dados?

    Entra ano e sai ano, e as empresas acumulam todos os dias, dados e informações sobre diversos pontos relacionados ao seu negócio. O que muitos ainda não perceberam é que esses dados são essenciais para o planejamento de novas estratégias. Por isso, neste conteúdo vamos falar sobre a inteligência de dados.

    Com o mundo cada vez mais digital, o número de informações e dados que uma empresa gerencia vem aumentando significativamente. Afinal, cada ação que fazemos em um site, ferramenta, sistemas e plataformas, fica registrada e pronta para servir de norte para as empresas.

    Certamente, estamos falando de um processo incrível e que todas as empresas sonham com ele. Mas vale ressaltar que os dados quando mal geridos, podem trazer sérios problemas para uma organização, como uma distribuidora, por exemplo.

    Para entender a importância da inteligência de dados para o distribuidor atacadista, vamos a partir de agora explicar do que se trata e como ela funciona. Logo em seguida vamos pontuar cinco situações em que a gestão de dados impacta de forma positiva para esse tipo de empresa.

    O que é inteligência de dados?

    A inteligência de dados nada mais é que um processo onde as informações são gerenciadas de modo que elas sejam fortes aliadas de uma empresa. Essas informações devem ser integradas em softwares e logo em seguida serem apresentadas de uma forma que seja possível fazer boas análises.

    No dia a dia, uma empresa coleta informações de diversos aspectos como, faixa etária dos seus clientes, geolocalização, sexo das pessoas que consomem seus produtos, o valor médio que costumam gastar em suas compras, o horário que entram em contato ou frequenta a loja, etc. Todos esses dados – que são apenas alguns dos exemplos – são essenciais para saber onde mirar nas tomadas de decisão.

    Através dos dados que são armazenados de forma inteligente, é possível compreender todo o comportamento do consumidor, além de entender também os números internos da empresa.

    Trazendo para a realidade do distribuidor atacadista, vamos listar alguns dos dados possíveis de serem analisados de acordo com os dois cenários acima.

    Comportamento do consumidor:

    • dias da semana que mais costuma fazer seus pedidos;
    • o canal que mais utiliza para se comunicar com o vendedor;
    • a média de produtos que costuma pedir todos os meses;
    • as marcas que mais vende;
    • o tipo de produto que mais solicita;
    • nível de urgência dos pedidos (pede com antecedência ou não);
    • formas de pagamento que mais utiliza (à vista, parcelado, fatura, etc);
    • horários que mais se comunica com a distribuidora, entre outros.

    Números internos da empresa:

    • quantos produtos vendidos por mês;
    • cliente que compra mais em volume de mercadorias;
    • cliente que compra mais em valores;
    • mercadorias que sofrem mais danos no transporte;
    • rotas mais longas e demoradas;
    • quantidade de pedidos com erros;
    • tipos de erros internos e onde eles mais ocorrem;
    • produtos que mais costumam falta no estoque, assim como;
    • produtos que costuma sobrar no estoque;
    • estados, cidades e bairros com mais vendas, etc.

    Veja que acima, listamos diversos dados que podem ser gerenciados por uma distribuidora e usados de forma inteligente. Obviamente esses dados são apenas alguns exemplos dos vários outros tão importantes quanto.

    Agora que entendemos o que é a inteligência de dados, vamos conhecer as situações em que ela é essencial para o crescimento da empresa. Continue lendo!

    Como a inteligência de dados impacta positivamente no atacado distribuidor?

    A gestão adequada dos dados beneficia todo e qualquer tipo de empresa, entre elas as distribuidoras atacadistas.

    Para um atacado distribuidor ter sucesso na sua missão – independente de qual seja a visão e valores da empresa – é necessário ter atenção em três importantes frentes: estratégia de mercado, gestão de pessoas e gestão de processos.

    Baseado nessas três frentes, separamos cinco situações onde a inteligência de dados impacta positivamente. Confira!

    Inteligência de dados: como ela aumenta a eficiência do atacado distribuidor?

    Planejamento estratégico eficiente

    O planejamento estratégico é algo que nenhuma empresa pode viver sem. A empresa que não planeja os seus objetivos a curto, médio e longo prazo, está fadada a fechar as portas em pouquíssimo tempo.

    Esse tipo de planejamento serve para orientar os caminhos que a empresa deve percorrer. Uma empresa de distribuição, por exemplo, pode analisar o ponto que quer chegar em determinado período e traçar a forma como vai chegar até lá.

    E é exatamente por se tratar de uma análise, que o empresário distribuidor precisa ter em mãos, dados importantes que o ajude a decidir o que quer e como fazer para ter. Obviamente, a gestão de dados é quem vai melhor orientar esse empresário.

    Digamos que o empresário deseja crescer em 60% a sua atuação no mercado maranhense. Mas ele não tem dados suficientes ou de forma clara, que mostre as reais chances desse crescimento ser possível.

    Se ele investe dinheiro sem ter a certeza na tomada de decisão, terá grandes chances de não colher os bons resultados e amargar prejuízo.

    Lembra quando mencionamos alguns dados de comportamento do consumidor e números internos da empresa? Para essa situação, entender esses dados seria fundamental.

    Melhor desempenho das equipes

    Não existe nada mais frustrante para uma equipe do que trabalhar sem saber o rumo que deve seguir. Todos os dias fica apenas aquela sensação de que quanto mais nada, mais longe fica da praia.

    Com a inteligência de dados bem estruturada na empresa, os colaboradores podem analisar o ponto certo em que irão atacar estrategicamente. Seja o time de vendas, marketing, financeiro, logística ou recursos humanos.

    Se o dado mostra que 75% dos clientes são mulheres, o time de marketing vai buscar fazer ações específicas voltadas para esse público. Assim como o vendedor vai treinar o pitch de vendas de modo que se comunique bem com essa persona.

    Quanto mais dados fidedignos os colaboradores tiverem, mais resultados bons entregarão, e quanto mais resultados entregarem, mais motivados estarão. Veja que o círculo do bom desempenho se fecha e tudo começa a fluir bem.

    É como aquele velho ditado: “Contra dados não há argumentos”.

    Equipes mais criativas e inovadoras

    Engana-se quem pensa que o bom desempenho operacional do colaborador é a única vantagem da inteligência de dados.

    Quanto mais informações organizadas a empresa tiver, mais criatividade e inovações poderá ver no trabalho do seu time. Isso acontece porque os colaboradores, principalmente os do time de marketing, passam a conhecer as reais dores, necessidades e comportamentos dos clientes e do público-alvo.

    Com esses dados claros e precisos, fica mais fácil oferecer ao cliente ou prospect exatamente o que ele precisa. E vamos combinar que toda inovação ou criatividade surge de acordo com uma necessidade que ninguém tinha percebido antes, mas que estava ali.

    Inteligência de dados: como ela aumenta a eficiência do atacado distribuidor?

    Mais competitividade no mercado

    Não dá pra concorrer no mercado se não souber em que solo está pisando. Por isso, os dados são tão importantes para ser uma empresa competitiva.

    A partir do momento que o empresário distribuidor entende a sua participação no mercado e analisa com dados a também participação dos concorrentes, ele passa a conhecer melhor os motivos que fazem os clientes comprarem dele.

    Não podemos deixar de dizer que o posicionamento e o diferencial – tão necessário para ser competitivo – de uma empresa são definidos após a análise de dados. Portanto, percebemos o quanto a inteligência de dados é importante para esse quesito.

    Diminuição de erros e prejuízos

    Já parou para pensar em quanto erros já ocorreram pelo simples fato de um colaborador não saber o que está fazendo?

    Baseado no cenário do distribuidor atacadista, vamos considerar que um profissional de marketing responsável pela divulgação de mídia paga no facebook, direcione R$ 10 mil para a cidade de Fortaleza e R$ 20 mil para a cidade de Recife. Porém, o histórico mostra que o número de prospects que clicam no anúncio e fecham a compra é bem maior em Fortaleza do que em Recife.

    Por que será que esse analista de marketing direcionou mais dinheiro para uma praça fraca ao invés de aplicá-lo na cidade onde a conversão de vendas é maior?
    Certamente a falta de dados para ajudá-lo a tomar a decisão o fez seguir o caminho errado.

    Esse erro gerou prejuízo para a empresa, pois o dinheiro foi empregado no lugar errado.

    Claro que esse exemplo é básico, mas ajuda a entender as diversas situações que uma empresa pode sofrer pelo simples fato de tomar decisões na base do “achismo”.

    A inteligência de dados evita os erros e consequentemente os prejuízos.

    Como a inteligência de dados ajuda no relacionamento com o cliente?

    Depois de caminhar por todas as situações acima, chegamos em uma das mais importantes: o relacionamento com o cliente.

    Você já parou para pensar como a inteligência de dados pode tornar o empresário mais próximo do seu cliente? As possibilidades são diversas, vão desde entender como o cliente se comporta e entregar a ele o que precisa, até mesmo se fazer presente na vida dele em momentos especiais.

    Puxando para este último caso, podemos citar alguns momentos na vida do cliente em que seria interessante a empresa estar junto e mostrar toda sua dedicação e parceria. Esses momentos são:

    • datas de aniversário: ideal para enviar presentes e mensagens;
    • aniversário da empresa cliente: prestar uma homenagem nas redes sociais;
    • dia da mulher: dedicar apoio as clientes do sexo feminino;
    • recorde de vendas: parabenizar o cliente pelas vendas de seus produtos e etc.

    Todo cliente gosta de se sentir especial e querido, portanto, cabe à empresa traçar estratégias para tornar o cliente o centro de suas atenções.

    As estratégias de relacionamento são diversas, mas nunca será possível sem a inteligência de dados. Portanto, é essencial aproveitar ao máximo esse processo para colher bons frutos.

    Enfim, esperamos que este conteúdo tenha ajudado você a entender a importância da gestão de informações e dados, a fim de melhorar a tomada de decisão na sua distribuidora.

    Continue antenado no nosso blog e até o próximo post!

    Inteligência de dados: como ela aumenta a eficiência do atacado distribuidor?
  • Inteligência artificial como competitividade para atacadista distribuidor

    Inteligência artificial como competitividade para atacadista distribuidor

    O ano de 2020 gerou uma série de alterações nos setores sociais, econômicos e mercadológicos ao redor do mundo, e a transformação digital foi bastante presente ao longo desse período. Com a pandemia de Covid-19, a rotina de profissionais e empreendedores mudou completamente no país e, consequentemente, os hábitos dos consumidores também.

    O setor de atacado e distribuição sentiu o impacto das transformações, e precisou contar mais com a tecnologia para inovar seu processo e manter a competitividade.

    Apesar de nem todas as empresas estarem preparadas para o futuro, ele já está vindo em direção a nós: então é necessário se preparar para as mudanças ao longo dos processos e, assim, investir em melhores resultados para o seu negócio.

    Segundo a pesquisa global do IEEE – Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, realizada com 350 executivos do Brasil, China, Estados Unidos, Índia e Reino Unido – as principais tecnologias de 2021 serão Inteligência Artificial (IA), machine learning, 5G e internet das coisas (IoT). 

    E aí, quer saber como a inteligência artificial pode ser uma vantagem competitiva para o setor atacadista distribuidor em 2021? Acompanhe a leitura desse post com a gente e descubra!

    1. Aumento de vendas

    Com as medidas de distanciamento social, devido à tentativa de diminuir o contágio do novo coronavírus, muitas empresas precisaram encontrar outras formas de vender, a fim de continuar com as portas abertas ao longo desse período.

    Entretanto, segundo uma pesquisa da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) – em parceria com a FIA (Fundação Instituto de Administração – o setor de atacado e distribuição obteve um crescimento nominal de +4,43%, e em relação a outubro de 2019, o avanço foi de +6,78%. 

    A tendência de valorizar os empreendedores locais e o varejo de vizinhança, que cresceu ao longo da pandemia, além do aumento do uso de tecnologia, devem permanecer e estão apresentando ótimos resultados até então.

    O uso da Inteligência Artificial tem contribuído bastante nas previsões das entregas, na melhoria do relacionamento com os clientes e fornecedores, além do controle de estoque e finanças também, otimizando os serviços e as vendas de produtos.

    2. Preparação para as transformações

    De acordo com a pesquisa da IEEE, que contabilizou informações de 2020 em meio à pandemia de Covid-19, 92% dos entrevistados acreditam que sua empresa agora está bem preparada para responder a crises, como uma violação de dados ou um desastre natural, em decorrência a este período.

    Segundo quem participou da entrevista, o coronavírus acelerou a adoção da computação em nuvem (55%), a adoção do 5G (52%), tecnologias IA e machine learning (51%), adoções de IoT (42%), realidade aumentada e virtual (35%) e tecnologias de videoconferência (35%).

    3. Compras online

    Provavelmente, no período da pandemia, você deve ter realizado alguma compra online: isso se tornou ainda mais comum, solidificando a força do comércio eletrônico no país

    Por mais que você consiga comprar em apenas alguns cliques, há uma grande estrutura por trás das operações de um e-commerce: os sistemas de inteligência artificial (IA) permitem o completo gerenciamento de dados para melhorar a experiência do cliente e tornar mais assertivos os processos de atacadistas e distribuidores.

    Segundo relatório semestral do e-commerce – o Webshoppers edição 42 – elaborado pela Ebit | Nielsen, o crescimento do faturamento nas vendas online nos seis primeiros meses de 2020 foi impulsionado pelo total de 90,8 milhões de pedidos, obtendo um aumento de 39% em relação ao mesmo período de 2019. 

    Clique aqui para descobrir como a inteligência artificial pode atuar na empresa B2B e, aqui, para entender o porquê de investir no e-commerce B2B.

    Esse movimento do comércio eletrônico brasileiro agilizou outros processos para os empreendedores: ampliação de estoque, emissão de nota fiscal eletrônica, investimento em ferramentas tecnológicas e melhorias no atendimento e pós-venda.

    O Policommerce App é a escolha perfeita para você que deseja modernizar o processo de vendas da sua empresa, reduzindo custos, recuperando clientes e aumentando o seu faturamento. 

    Desenvolvido pela Polibras Software, empresa pioneira em sistemas de força de vendas no país, o Policommerce App é uma plataforma simples e intuitiva para você impulsionar seus negócios nos setores de atacado e distribuidor

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