Quando um novo ano começa, normalmente a gente já pensa em metas que se encaixem nas necessidades atuais para alcançar resultados ainda melhores, não é mesmo? 2020 foi um ano de muitos desafios e obstáculos, devido à pandemia de Covid-19 e às inseguranças na economia e política do país, mas também foi um período de bastante inovação e tecnologia.
Muitas empresas viram a necessidade de agilizar os processos tecnológicos, por causa das medidas de distanciamento social. Para evitar a propagação do vírus, boa parte das organizações – ao redor do mundo – passou a realizar vendas de serviços e produtos online, a fim de se manter no mercado e continuar se comunicando com seus clientes.
Dessa forma, mesmo as empresas mais tradicionais – que não desejavam investir em presença digital e ferramentas tecnológicas – passaram a enxergar novas oportunidades de obter os resultados almejados.
Provavelmente, você deve ter percebido uma série de mudanças nos seus hábitos de compra. O comportamento do consumidor sofreu muitas transformações durante esse período e, consequentemente, o modo de vender e se relacionar com o público também foi fortemente impactado.
Nesse ano de 2021, a dica é integrar os canais de venda para ter mais sucesso e agregar valor à sua empresa. Então, vale ter atenção aos processos inovadores e as mudanças que estão ocorrendo no mercado para se preparar e lucrar ainda mais. Continue a leitura desse texto para levar a sua empresa ao futuro e alavancar as suas vendas. Confira!
1. Realize planejamentos com análise de dados
Fazer planejamentos para definir as estratégias a serem utilizadas no ano é fundamental para se preparar melhor e, assim, ter mais condições de superar quaisquer crises ou problemas.
Entretanto, além de fazer um plano de ação, é importante analisar dados e métricas para ter uma maior precisão sobre o que realmente deve ser transformado, a fim de alcançar os resultados almejados.
É necessário, então, fazer relatórios com as informações relevantes e compartilhar esses dados com toda a sua equipe para que os colaboradores também fiquem cientes do cenário atual – e de como ele pode ser aprimorado.
2. Defina metas alcançáveis e faça monitoramento dos processos
Estabelecer metas desafiadoras é importante para tirar a equipe da zona de conforto, mas se ela for muito além do desafio pode gerar o efeito contrário.
Ao entender melhor qual é o cenário atual da sua empresa, se torna mais prático pensar em metas que tenham a ver com as suas atuais necessidades – e que sejam alcançáveis.
Percebendo que as metas são palpáveis e que há um caminho possível a ser percorrido para conquistá-las, os colaboradores se sentem mais motivados e engajados no processo, o que aumenta a produtividade e produz ótimos retornos para a empresa como um todo.
3. Estude o perfil dos seus clientes
Inovar é preciso, mas como aproveitar os recursos tecnológicos para lucrar mais sem conhecer direito o seu público? Investigar as preferências, o comportamento, os hábitos e as necessidades de seus clientes é um passo fundamental para alcançar um melhor desempenho em sua organização.
Para isso, você pode seguir algumas dicas, como:
se disponibilizar a ouvir sugestões e críticas dos consumidores;
pesquisar mais informações sobre a concorrência;
analisar as forças, oportunidades, ameaças e fraquezas da sua empresa e do mercado;
realizar pesquisas de satisfação;
criar personas que sejam condizentes com os valores e o público da sua empresa;
armazenar perfis de clientes para analisar os dados sempre que for preciso.
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4. Conte com o auxílio da tecnologia
Investir em um sistema integrado de automação é a escolha ideal para quem deseja ter a tecnologia e a inovação como aliadas no aumento de vendas de sua empresa.
Por meio de um sistema de gestão, você adquire:
integração com outros sistemas;
geração de relatórios com dados e métricas;
monitoramento de processos e resultados;
armazenamento de perfis de clientes;
comunicação mais transparente com a equipe;
planejamentos assertivos e eficazes;
fidelização e atração de consumidores;
melhorias na imagem da marca;
diminuição de prejuízos ou falhas.
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Uma pesquisa feita pela ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas), mostrou que em 2020, ano em que começou a pandemia, o setor atacadista teve um crescimento nominal de 5,2% em relação ao ano anterior. E de acordo com o que vem sendo percebido nos últimos dados, o ano de 2021 foi mais desafiador para essas empresas.
Tudo isso, dita algumas das principais tendências de 2022 para o setor. Pois, por mais que o segmento tenha sofrido menos que outros, não significa que esteja vivendo um mar de maravilhas. A pandemia e a inflação enfatizaram alguns pontos e aceleraram outros que estavam por vir. Mexeu ainda mais com o comportamento dos consumidores e obrigou os atacadistas a saírem da zona de conforto. As principais tendências para essas empresas este ano, são:
E-commerce: a venda de produtos online já era uma tendência na última década, mas se tornou uma necessidade com a chegada da pandemia;
Estoque eficiente: o estoque eficiente é aquele que nem gera prejuízos com altos custos de armazenamento e nem causa rupturas nas gôndolas das lojas;
Gestão eficiente de dados: utilizar dados para oferecer a melhor experiência para o cliente, é algo que vai ser ainda mais importante daqui pra frente.
As principais tendências para as distribuidoras
No tópico anterior falamos sobre o segmento atacadista de um modo amplo, mas aqui iremos falar das tendências de 2022 para as empresas atacadistas do ramo de distribuição.
Sabendo que as tendências para essas empresas estariam pautadas nas adversidades que prometem impactar a economia do país, como: variantes da COVID-19, inflação e as eleições de 2022. Faz com que as empresas tenham que se preparar não apenas com tecnologias, mas também com a gestão do negócio em si.
Por isso, separamos três tendências que farão parte das distribuidoras este ano. As duas primeiras estão associadas à gestão eficiente e a última sim, à tecnologia.
1. Gestão eficiente do fluxo de caixa
Falar de fluxo de caixa pode parecer algo óbvio. Afinal de contas, qual empresa atua no mercado sem olhar para o fluxo de caixa? Acontece que olhar para o fluxo de caixa não é o mesmo que fazer a sua gestão de forma eficiente.
Ter o maior controle do caixa e atribuir o máximo de atenção a ele, é saber identificar exatamente os pontos financeiros que estão enfraquecendo o poder de crescimento da distribuidora.
Será que os registros de saídas do caixa estão muito altos para arcar com prejuízos que poderiam ser evitados? Sim, isso mesmo! Existem prejuízos, principalmente em distribuidoras atacadistas, que poderiam ser evitados com processos automatizados e bem definidos. Cada pedido que é devolvido pelo cliente por causa de um erro, por exemplo, gera custos que impactam diretamente no fluxo de caixa da empresa.
Se os prejuízos identificados na área comercial não são o suficiente para acender o sinal de alerta na empresa, uma gestão bem minuciosa do fluxo de caixa com relatórios completos e eficientes, pode trazer esse ponto de atenção e motivar os empresários a tomarem uma atitude. Afinal, quando o assunto é o dinheiro perdido, as pessoas se preocupam mais. Ter dinheiro em caixa e reservas financeiras, é essencial para qualquer negócio estar mais preparado diante uma surpresa na economia.
2. Redução estratégica do custo de estoque
O estoque mais assertivo é uma forma de equilibrar toda a operação do setor, desde automatizações a processos estrategicamente definidos.
Lembra quando falamos que a pandemia mudou ainda mais o comportamento do consumidor? Por causa desse cenário, o número de vendas feitas diretamente de casa aumentou significativamente. Isso enfatizou ainda mais os desejos dos consumidores, e um deles foi a rapidez na entrega.
As empresas precisam urgentemente se adaptar e traçar novos caminhos logísticos para garantir essa necessidade do consumidor. E como já sabemos, mudanças logísticas mexem diretamente na gestão de estoque. Um não pode ser eficiente sem o outro!
Algumas dicas para reduzir custos com estoque, são:
ter estoques menores: se for possível, tente essa estratégia. Ela pode contribuir com a menor ocupação de espaço e consequentemente menos custos com manutenção e pessoas, além de garantir rotatividade mais rápida e menos problemas causados pela variação de preços e prazos.
analisar bem o volume de giro: saber quais produtos geram mais venda e faturamento, assim como aqueles que aumentam os custos da empresa, é essencial para descartar alguns deles e focar no que mais rentabiliza a distribuidora.
evitar produtos sem saída: muitas vezes um produto se mantém no estoque para garantir um mix de produtos, mas essa estratégia é preocupante, já que ter um produto sem saída em estoque aumenta os custos da empresa.
ter um banco de dados dos clientes: não basta ter um banco com os dados, é preciso que ele entregue informações relevantes para análise. Conhecer bem o comportamento dos clientes da distribuidora, permite que o estoque seja estruturado de acordo com a necessidade deles. Dessa forma, garante sempre um estoque disponível, porém sem excessos. Equilíbrio sempre será a palavra certa, e isso só é possível com a ajuda de dados eficientes coletados por meio de sistemas.
E já que falamos de tecnologia, vamos agora para a última tendência que certamente não ficará de fora nem tão cedo nos próximos anos de nossas vidas. Ela contribui profundamente para reduzir custos e garantir que a empresa esteja mais preparada para o que vier daqui em diante.
3. Redução de custos com a ajuda da tecnologia
Ah, a tão falada e essencial tecnologia! Por muito tempo ela foi questionada de diversas formas. Será que funciona mesmo? Será algo muito futurista? Será que é algo caro e pra poucos? Ou será que ela roubará nossos empregos?
Com ou sem essas dúvidas, a questão é que a tecnologia está evoluindo mais do que nunca. O humano é um ser inconformado por natureza, e quando o assunto é tecnologia isso faz ainda mais sentido.
Por isso, o uso de ferramentas tecnológicas vem sendo tão essencial para a humanidade e consequentemente para as empresas. O inconformismo nos leva a querer processos mais ágeis e eficientes, assim como, mais rentáveis para os negócios.
Atacadistas e Distribuidores vivem constantemente sendo impactados pelas novas necessidades do consumidor. Pois isso gera impacto nas redes varejistas que automaticamente refletem nos distribuidores.
Há 10 anos, comprar um produto na loja ou não, exigia de nós a paciência para recebê-lo em casa com muitos dias e até meses depois. Hoje, se essa compra não for em um site internacional, esperar uma semana já parece ser algo fora de cogitação.
Por isso, uma das partes mais buscadas em tecnologias pelos distribuidores, são as automatizações que garantam eficiência e mais lucro, desde a etapa de venda até a etapa de entrega. Elas geram eficiência porque fazem mais rápido e com segurança, e geram lucro porque quanto mais produtividade e menos erros a empresa tiver, mais vendas conquistará.
Nós, aqui na Polibras Software, por exemplo, desenvolvemos tecnologias pensadas para esses e outros objetivos. O Poliequipes, é a tecnologia que define a excelência na Gestão de equipes de vendas externas, com: jornada de visitas da sua equipe, fluxo de atividades em cada cliente visitado e acompanhamento de tudo, em tempo real.
Já o Polipedidos é a Inteligência Artificial que pode te ajudar a receber grandes volumes de pedidos de vendas em formatos diversos: PDF, Excel, entre outros, e transformá-los automaticamente em pedidos cadastrados dentro do seu ERP; Sem erros, de forma ágil e produtiva. Essa tecnologia é reconhecida por reduzir os erros no processo de vendas. Enquanto o Policommerce é o aplicativo B2B perfeito para aumentar seu faturamento, deixar seu time de vendas muito mais produtivo, reduzir custos de vendas, recuperar clientes inativos e modernizar o todo o processo de vendas.
Então, está convencido o porquê da tecnologia ser uma tendência de 2022?
Como ficar por dentro das tendências de 2022 no segmento atacadista?
Assim como em qualquer segmento, ficar por dentro de tudo que acontece na área é fundamental. Essas três tendências não são únicas e exclusivas, mas sim umas das mais importantes. Por isso, acompanhar as novidades no ramo de distribuição atacadista é algo que não está fora de cogitação.
Por isso, algumas dicas de fontes confiáveis e eventos para se manter atualizado, além do blog da Polibras, são:
E para encerrar por aqui, a nossa maior dica para os distribuidores é: conheça a fundo o seu cliente e estude o mercado dele. Por mais que distribuidores tenham um negócio B2B, pesquisar com detalhes como pensa o consumidor final, é uma ótima cartada para estar cada vez mais próximo dos clientes diretos, como os varejistas, por exemplo.
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É crucial ter tecnologias para lidar com clientes cada vez mais conectados. A automação é uma delas, capaz de fazer o trabalho repetitivo de forma automática e personalizada com as regras de negócios vigentes na empresa. Melhor que isso, é capaz de fazer tudo com mais rapidez e segurança. Uma importante aliada da produtividade e inimiga dos erros.
Quando o assunto é força de vendas, por isso, tornar os trabalhos manuais e inseguros em processos automatizados, é tão importante para as organizações, entre elas, as indústrias, atacadistas e distribuidoras.
Ao colocar na ponta do lápis todos os custos com processos manuais e o investimento em automação de vendas, percebe-se rapidamente o quanto a tecnologia é mais eficiente em todos os sentidos. A automação é capaz de tornar a vida de um vendedor muito mais prática e produtiva, além de oferecer ao gestor comercial parâmetros para melhoria de processos de vendas, através de dados em tempo real e relatórios bem precisos. Isso acontece porque ao invés de estar preocupado com processos manuais de vendas, ele estará focado em fazer aquilo que realmente mais importa: vender mais e vender bem!
Reduzir a zero as chances de pedidos errados ou outros tipos de erros, é algo que a automação faz com muita qualidade. Esses erros geram prejuízos com as devoluções de mercadorias, além de aumentar as chances de perder um cliente devido a insatisfação.
Como escolher o melhor sistema de Força de Vendas?
Agora que você entendeu o que é força de vendas e a importância de automatizá-la, vamos pontuar a seguir, os principais aspectos que deve-se levar em consideração na hora de adquirir um sistema. E para começar, vamos falar da mobilidade.
1. Mobilidade
Todos os aspectos aqui listados são muito importantes, mas a mobilidade é algo indispensável para os dias de hoje, por isso começamos por ela.
Não existe nada mais produtivo que ter acesso às informações o tempo todo de onde estiver. Por isso, ter um sistema capaz de ser consultado em qualquer lugar é algo que não pode ser descartado na hora de adquirir um.
Essa necessidade é ainda mais real para os distribuidores, afinal, faz parte da estratégia de vendas dessas empresas ter vendedores e representantes buscando boas oportunidades no ponto de venda.
Garantir que um pedido, por exemplo, seja feito diretamente por um aplicativo em questão de minutos no celular, garante ao vendedor mais tempo para conversar com o cliente sobre estratégias de vendas, novos produtos e ações nas gôndolas das lojas.
2. Principais funcionalidades para gestão completa de vendas
Não adianta investir em um sistema se ele não oferecer as funcionalidades essenciais para o seu negócio. Por isso, veja o que é importante para sua distribuidora e verifique se o sistema atende todos eles. Entre as principais funcionalidades, listamos algumas a seguir!
Relacionamento com o cliente: a gestão de relacionamento garante ao vendedor mais chances de deixar o cliente satisfeito e se sentindo especial. Priorize uma solução que te ajude a manter um relacionamento personalizado com os parceiros.
Integração de equipes: é importante que o sistema permita a comunicação eficiente entre os vendedores, isso garante eficiência e transparência nos processos.
Design intuitivo: não existe nada mais frustrante que um sistema difícil de mexer com péssima experiência. Portanto, sistemas com calendário no layout, cartões de tarefas organizados em colunas e funil do processo de vendas, por exemplo, garantem uma boa experiência na usabilidade.
Relatórios: ter uma solução tecnológica e não ter o máximo de análise dos resultados, é o mesmo que não ter. Por isso, veja o quanto um sistema pode ser eficiente em relatórios. Pois eles são fundamentais na tomada de decisão.
Além dessas funcionalidades que são estratégicas para a gestão da empresa, algumas outras são primordiais para a gestão eficiente dos processos de vendas. São elas:
gestão de estoque;
histórico de pedidos;
acesso rápido a tabela de preços;
lançamento de promoções e ofertas;
controle de tributação;
alertas de inadimplência;
controle de bonificação e comissões;
importações e exportações de arquivos;
sugestão de mix de produtos;
chatbot e whatsapp integrados;
televendas integrado;
inteligência artificial para sugestão de pedidos de acordo com o histórico do cliente.
Certamente um bom sistema de força de vendas entrega muito mais que isso. Por isso, analise bem direitinho cada uma das funcionalidades e veja o que elas podem fazer para aumentar os resultados da sua empresa.
3. Tecnologia na nuvem
Não dá pra falar de mobilidade e funcionalidades essenciais se o sistema não for na nuvem.
A nuvem, tecnicamente conhecida como cloud, é uma tecnologia feita para estruturar a rede global de servidores. A principal característica dela é o fato de não se tratar de uma entidade física.
Até aqui ficou meio confuso entender a nuvem, mas para ficar mais claro junto ao nosso tema, podemos dizer que a nuvem é a tecnologia capaz de armazenar informações na rede sem a necessidade de um armazenamento físico, como servidores, HDs, etc. Isso reduz os custos com TI, aumenta a segurança devido às diversas barreiras de proteção e garante agilidade em todo o processo a partir de qualquer máquina.
A nuvem pode fazer backup automático dos dados e armazená-los de forma que eles não se percam diante de qualquer problema. Essa tecnologia pode diminuir até 100% a utilização de papel e proteger a empresa diante de eventuais danos como incêndios e enchentes. Basta ter acesso ao sistema e à internet para ter os dados de volta.
Dessa forma, fica evidente a importância de um sistema de força de vendas na nuvem. A sua equipe pode trabalhar com tranquilidade e agilidade por meio de uma solução completa.
4. Integrações
Jamais adquira um sistema de força de vendas se ele não tiver integrações que atendam suas necessidades. Pois se não, a solução pode acabar se tornando um problema.
É importante saber que cada sistema tem o seu objetivo, por mais completo que ele seja. Por isso, é normal que sistemas se integrem entre si para que a gestão da empresa seja mais eficiente de uma forma geral.
Portanto, na hora de comprar um sistema, verifique quais outros sistemas da sua empresa seria interessante integrá-lo. Na solução força de vendas para distribuidoras, por exemplo, algumas integrações podem ser com o:
ERP;
sistema financeiro;
estoque e logística;
sistema de automação de marketing;
televendas;
BI – Business Intelligence, e;
software de atendimento e suporte.
5. Acessibilidade
A acessibilidade pode ser confundida com mobilidade, mas ambas são diferentes. Lembre-se que a mobilidade tem a ver com o fato de utilizar o sistema em qualquer lugar, necessitando apenas de acesso à internet. Já a acessibilidade tem a ver com o sistema ser acessível de acordo com sua realidade.
Se o seu time de vendas precisa acessar o sistema através de um celular, pelo simples motivo de fazerem trabalho de campo, você não poderá adquirir um sistema que funcione apenas em computadores.
Por isso, veja tudo que é preciso para ter o trabalho do seu time de vendas funcionando com excelência. Algumas perguntas a ser fazer sobre o sistema, são:
Funciona em android, IOS, Windows, Mac, Linux, etc?
Funciona em smartphones ou somente computadores?
Precisa de token de acesso? Se sim, como esse token é gerado?
A internet precisa ser super veloz para o sistema funcionar?
As atualizações são automáticas ou preciso atualizar manualmente?
É de fácil uso para todos os níveis de conhecimento em tecnologia?
Faça um mapeamento completo do que a sua empresa precisa
Como pôde observar, escolher um sistema de força de vendas não é algo tão complicado, mas é preciso estar atento a todos os detalhes. Existem diversas soluções sendo ofertadas no mercado, porém, cada uma delas pode trazer ou não as principais funcionalidades.
Uma dica importante para esse momento de decisão é: mapeie todas as áreas que precisam ser integradas, assim como os dados e relatórios que farão sentido para o seu time de vendas. Após ter tudo que precisa em mãos, analise qual fornecedor pode melhor lhe atender.
Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Compartilhe com pessoas que também podem se interessar em saber mais sobre o tema e continue acompanhando nosso blog.
Não é de hoje que o mercado vem buscando soluções mais ágeis e seguras que possibilitem o crescimento exponencial das empresas. Em meio a tantas tecnologias, o sistema na nuvem é algo que vem deixando de ser apenas uma opção para ser o essencial.
Por ser uma solução tecnológica totalmente web, o sistema na nuvem ainda sofre alguns preconceitos por parte daqueles que não sabem como ele funciona. Ao contrário do que muitos acreditam, esse tipo de sistema é sim bastante seguro, garantindo inclusive, mais segurança que os sistemas locais.
Os sistemas locais são aqueles que precisam ser instalados no computador por meio de um instalador desenvolvido por uma software house. Além disso, a pouca mobilidade é a primeira diferença percebida entre ele e o sistema web.
Para saber como funciona o sistema na nuvem e entender a sua importância nos dias de hoje, fizemos este conteúdo listando as 7 vantagens desse tipo de software para as empresas, principalmente o distribuidor atacadista.
Mas antes de falarmos dessas vantagens, vamos compreender o que é um sistema na nuvem e porque ele surgiu.
O que é sistema na nuvem?
O sistema na nuvem, nada mais é que um sistema executado em uma plataforma cloud computing, ou seja, armazenamento e compartilhamento de dados e arquivos por meio da internet.
Mesmo existindo softwares na nuvem que ainda são instalados no computador, a grande maioria desses sistemas são totalmente acessados por meio de um navegador web. Dessa forma, o usuário entra na plataforma através de um site, efetua o login com a sua senha e passa a ter acesso diretamente pela internet.
Esse tipo de sistema ganhou destaque por diversos motivos, entre eles a possibilidade de ser acessível para todos os tamanhos de empreendimentos, pois garantem modelos de implantação mais ajustados à realidade de cada empresa, além de personalizações e baixo custo.
No campo de estudo, a computação na nuvem vem sendo discutida desde 1997, mas somente a partir de 2006 que essa tecnologia passou a ser comercializada.
Ainda não se sabe ao certo quem deu o pontapé inicial no mercado. Alguns afirmam que foi a Amazon, outros citam a Google, e alguns estudam concluíram que foi a empresa americana de telecomunicações AT&T.
Independente de quem trouxe essa maravilha tecnológica para as nossas vidas, podemos dizer que se trata de uma tecnologia bastante necessária para o mundo globalizado em que vivemos. Por isso, separamos 7 vantagens do sistema na nuvem focando na realidade do distribuidor atacadista.
Continue lendo e confira quais são!
7 vantagens de um sistema na nuvem para o distribuidor atacadista
A tecnologia cloud certamente é essencial para empresas de praticamente todos os segmentos. Mas quando falamos do distribuidor atacadista, falamos de um tipo de negócio que trabalha com alto volume de dados e uma enorme quantidade de clientes.
Além deste cenário, as distribuidoras ainda passam por diversas mudanças externas que refletem diretamente nas suas operações. Portanto, ter informações e análises com agilidade e segurança é algo que não pode fugir da rotina desse tipo de empresa.
A partir de agora vamos apresentar sete grandes vantagens do sistema na nuvem para o distribuidor atacadista. Para começar, vamos falar sobre a segurança, provavelmente a mais importante de todas.
1. Segurança completa
A segurança é algo fundamental para qualquer empresa. Os cuidados vão desde ataques de hackers até o dado correto sobre determinada análise ou informação.
Com o avanço da internet pelo mundo e as pessoas cada vez mais conectadas, as tecnologias foram avançando numa velocidade nunca vista antes. Porém, na mesma proporção em que essas tecnologias foram surgindo, a criatividade dos criminosos digitais também cresciam de vento em popa.
Por isso, a segurança que visa proteger os dados da empresa, é considerada a mais essencial quando comparada a outros tipos de segurança.
Com a tecnologia na nuvem, o distribuidor atacadista evita que alguns problemas possam paralisar a empresa causando enormes prejuízos. Alguns desses problemas são:
ataques cibernéticos: a invasão de um hacker pode gerar uma grande dor de cabeça, pois esses criminosos são especializados em roubar dados importantes. Assim que eles têm posse desses dados, passam a pedir muito dinheiro como forma de resgate. Esse não é o único tipo de ataque, portanto, um sistema na nuvem está sempre preparado para todas as situações;
acidentes e incidentes: arquivos salvos no servidor local, podem facilmente ser destruídos por um incêndio, inundação ou até mesmo por um colaborador descuidado que acaba deletando permanentemente um arquivo;
aparelhos danificados: quem nunca ouviu falar de um servidor que queimou ou um HD externo que caiu no chão e parou de funcionar? Podem parecer situações simples, mas só se sabe o quanto isso é estressante no momento em que acontece.
Um detalhe que muitos não sabem, é que o software na nuvem é desenvolvido também por empresas especializadas em segurança. Essas empresas desenvolvem as mais seguras barreiras tecnológicas que praticamente impedem a invasão de maliciosos. Já ouviu falar em criptografia? Pois saiba que esse é só um dos diversos obstáculos criados para dificultar a vida dos criminosos virtuais.
E já que estamos falando de precauções e proteção digital para as empresas, não podemos esquecer que a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que está em vigor desde agosto de 2020, passou agora a fazer auditorias e autuações nas empresas que a descumprirem. Os sistemas na nuvem já estão preparados para essa realidade legal, o que os tornam ainda mais vantajosos.
Além da segurança física dos dados, existe um outro tipo de segurança muito importante: a tomada de decisão certa para conduzir a empresa.
Tomar uma decisão importante para a estratégia da empresa não é nada fácil, principalmente quando esses dados podem estar errados ou indisponíveis no momento em que precisa. Este assunto faz parte da próxima vantagem.
Enfim, quando analisamos todas as possibilidades de perdas de dados, o sistema na nuvem ganha disparado no quesito segurança.
2. Relatórios seguros
Os relatórios são informações que nos ajudam a decidir o caminho certo que a empresa deve seguir. Mas isso se torna muito difícil quando essas informações estão erradas.
Os sistemas locais são na maioria dependentes de atualizações manuais, o que demanda tempo, disciplina, boa comunicação entre empresa e software house, além de trocas de equipamentos. Afinal, é comum depois de algumas atualizações, o sistema operacional de um computador não ser mais compatível com as novas versões do sistema.
Ao levarmos tudo isso em consideração, percebemos o quanto o distribuidor atacadista fica vulnerável a erros e dados desatualizados sobre sua própria operação.
Quando temos relatórios inconsistentes em mãos, podemos tomar as piores decisões para a estratégia da empresa. Com o sistema na nuvem, esse problema praticamente não acontece, pois tudo é atualizado em tempo real.
3. Atualizações automáticas
Já que falamos agora pouco sobre as atualizações, não podemos deixá-las de fora dessa lista de vantagens.
Os sistemas na nuvem, são totalmente desenvolvidos na web, e por isso, toda e qualquer atualização ocorre de forma automática e sem erros. Na maioria das vezes, o usuário só percebe que houve uma atualização quando nota alguma diferença visual.
Como esse tipo de atualização praticamente zera as inconsistências no sistema, os dados passam a ser confiáveis e prontos para serem acessados a qualquer momento.
4. Mais produtividade
Com a possibilidade de ter as informações sempre à disposição. Esse tipo de tecnologia garante que os profissionais estejam sempre preparados para agir e buscar novas estratégias para a empresa.
Em uma distribuidora, por exemplo, o colaborador pode saber em tempo real a média de pedidos que um determinado cliente costuma solicitar, assim como o status do pedido ou a disponibilidade do estoque. Tudo isso a qualquer momento ou lugar. Está em uma sala de reunião com sua equipe e precisa de um determinado dado? Com o sistema na nuvem o seu colaborador vai precisar no mínimo de um smartphone.
Com toda essa facilidade, os colaboradores entregam mais e perdem menos tempo para analisar um dado e fazer uma apresentação de resultados.
5. Fácil adesão
A adesão para esse tipo de sistema é bastante simples. A partir do momento em que tudo está configurado na nuvem, o usuário precisará apenas de um login e senha para acessar todas as informações. Fora que muitas vezes a compra do sistema é feita totalmente online sem necessidade de falar com um vendedor no primeiro momento.
Nesses casos, a implantação também costuma ser mais rápida, já que a fase de instalação praticamente não existe e cabe apenas treinar os colaboradores sobre como usar o sistema.
Com a tecnologia na nuvem, o empresário evita trocar equipamentos incompatíveis com o software, eliminando assim, certos gastos indesejados.
6. Menos custos e despesas
Você já parou para pensar em todos os custos e despesas que um sistema local pode gerar para a sua distribuidora?
Geralmente, esse tipo de sistema exige da empresa o uso de servidores e um profissional de TI pronto para atender a qualquer adversidade.
Os sistemas locais sempre trazem consigo os custos ocultos. Esses custos são aqueles que estão lá, mas nunca percebemos que eles existem. Alguns deles são:
hardwares;
backups;
espaços para armazenamento;
energia elétrica;
espaço físico;
refrigeração;
técnicos de tecnologia da informação, e outros.
Quando olhamos para o sistema na nuvem, percebemos que esses custos praticamente não existem. Sendo, portanto, mais baratos e eficientes.
7. Mobilidade e acessibilidade
E para fechar, uma das vantagens que mais brilham os olhos dos empresários, gestores e analistas: a mobilidade e a acessibilidade.
Com um sistema totalmente em nuvem, qualquer profissional tem a possibilidade de acessá-lo de onde estiver. Não importa se está em casa, no trânsito, em algum supermercado conversando com o cliente ou até mesmo em uma viagem fora da cidade. Sempre que quiser acessar o sistema, ele estará disponível!
Além da mobilidade, podemos contar com a acessibilidade. Afinal, você pode consultar as informações no sistema através do seu computador, smartphone ou tablet.
Essa ideia de que precisa voltar à empresa para consultar algum dado é coisa do passado. Tudo estará disponível onde e como quiser.
Como o sistema na nuvem impacta na concorrência?
A partir do momento que a empresa está equipada com um sistema na nuvem, ela passa a ser mais rápida e precisa nas suas decisões.
Com a concorrência acirrada, o distribuidor atacadista precisa ter sempre em suas mãos, informações necessárias para saber a melhor forma de conquistar novos clientes. Além de estratégias de marketing local e retenção de clientes que já fazem parte da carteira da empresa.
Vale lembrar que um vendedor que está sempre preparado com as informações necessárias para abordar um cliente (novo ou não), garante mais chances na hora de fechar as vendas.
Estar adaptado às novas tecnologias já faz parte das estratégias de competitividade, portanto, o sistema na nuvem já faz parte dessa realidade e não pode ficar de fora. Quem tem respostas ágeis e elimina as possibilidades de erros, estará sempre alguns passos à frente de quem não tem.
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Qual é a estratégia da sua empresa quando recebe um volume grande de pedidos dos clientes? Existe automatização para registrá-los ou o vendedor digita manualmente item por item?
Esse processo de emissão de grandes pedidos em PDF, com inúmeras páginas e incontáveis itens, é uma realidade no varejo que impacta o segmento do atacado/ distribuidor, gerando prejuízos financeiros com devoluções de mercadorias, falhas na gestão do tempo, produtividade do vendedor, gerando resultados abaixo do esperado.
Nesse artigo, nós vamos falar sobre a rotina de vendas dos atacadistas distribuidores e como é possível eliminar os prejuízos gerados pela digitação errada dos pedidos.
A rotina dos RCAs na realização dos pedidos
Hoje, a realidade da maioria das empresas varejistas é a emissão de uma tabela de itens em PDF, que são recebidos pelos vendedores das distribuidoras e digitados manualmente no sistema.
Essa digitação, que em sua grande maioria envolve mais de 100 páginas com cerca de 30 a 40 itens cada, é um trabalho gigantesco e que toma muito tempo do RCA/Vendedor. Além de ser desgastante, é necessário conferir todos os dados digitados, tendo que adequá-los ao padrão da distribuidora.
Esse volume de trabalho, além do enorme tempo consumido – leva dias da semana –, é repetitivo e cansativo, implicando em uma inevitável margem de erro humano.
Portanto, o erro de digitação já faz parte da rotina das empresas atacadistas distribuidoras, que por comodidade, acabam se acostumando e não tomando medidas efetivas para contorná-lo.
O resultado? Prejuízos em diferentes áreas, inclusive financeiro!
A grande dor de cabeça dos atacadistas distribuidores
Os prejuízos ocasionados pela digitação errada dos pedidos afetam toda a cadeia, seja ela interna ou externa, começando, pelo que falamos acima, o próprio cenário das vendas.
O vendedor passa a maior parte da sua rotina conferindo pedidos e executando tarefas repetitivas, tempo esse que poderia estar sendo usado para prospectar clientes, levantar novas oportunidades de vendas e fazer upsell.
A logística sofre em dois momentos, com o atraso da solicitação, uma vez que o pedido leva dias para ser digitado e inserido no sistema, e também nas devoluções de mercadoria, já que erros na digitação do pedido é o principal responsável nesses casos.
O varejista também é afetado nos atrasos das entregas e na dor de cabeça de receber produtos errados que vão passar pelo processo de devolução e nova solicitação. Isso cria um ambiente de desconfiança e ruído entre distribuidor e varejista.
Mesmo com todas essas dores de cabeça, por que não se automatiza o processo?
Principais desafios para implementar uma Gestão Automatizada de Pedidos
A principal justificativa das empresas atacadistas distribuidoras que ainda trabalham os pedidos de forma manual é a preocupação com a integração junto ao sistema de força de vendas ou mesmo com o sistema de gestão e ERP.
É necessário simplicidade nessa operação, as distribuidoras fazem a gestão de 30, 100, 400.. RCAs e todos precisam realizar essa nova rotina automatizada.
O que muitas empresas talvez ainda não saibam é que já existe tecnologia inteligente no mercado para esse processo, e ela está sendo utilizada por grandes distribuidoras do país que já eliminaram os prejuízos advindos dessa digitação manual.
Já é possível reduzir e praticamente zerar os erros dessa operação de forma simples e objetiva.
Eliminando os prejuízos com Tecnologia Inteligente
O E-Pedidos é um robô com Inteligência Artificial ‘treinado’ para fazer a identificação visual de pedidos enviados pelos varejistas em diversos formatos e ajustar automaticamente os documentos para o processamento do sistema de gestão. Ao vendedor cabe um click para enviar o arquivo, revisar o material e acompanhar.
E como tudo isso acontece? Através do Telegram, o aplicativo de conversas. Ao receber o pedido, a ferramenta identifica os dados básicos da transação (nome do produto, código, preço e identificação do cliente) e, em seguida, cruza as informações interagindo com o ERP (sistema de gestão) do atacadista e distribuidor. Nesse momento, são checadas as condições e regras de negócio previamente estabelecidas para aquele varejo e, em menos de 10 minutos, o vendedor pode acompanhar a solicitação, corrigir eventuais problemas e finalizar o processo.
Independente do sistema de gestão ou força de vendas que a distribuidora tenha, o E-Pedidos é facilmente integrado.
O resultado de implementar uma Tecnologia Artificial na operação de vendas é otimizar em 90% o tempo do vendedor destinado à digitação e conferência, além da redução de 99,99% de erros nos pedidos, zerando as devoluções de mercadorias por erro de digitação. A economia de tempo reduz, em média, um dia no prazo entre o recebimento dos pedidos e a disponibilização da mercadoria para o varejo. Isso significa uma produtividade nas entregas que gera confiança e fidelidade.
Ou seja, para o atacadista distribuidor que sofre com atrasos nas entregas, devoluções de mercadorias e resultados abaixo do esperado nas vendas, implementar uma tecnologia para automatizar os pedidos que chegam é a solução perfeita!
Quer saber como a sua distribuidora pode acabar de vez com os prejuízos, ganhar tempo, produtividade e aumentar o lucro? Fale conosco!
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Dentro das empresas existem uma série de processos manuais que são responsáveis pelo funcionamento de todas as áreas. Porém, elas podem também ser as responsáveis por prejuízos que você nem imagina.
Processos manuais são importantes em determinadas tarefas, elas exigem um foco maior por ser uma atuação humana. O principal erro está em não se atentarem às atividades que podem e devem ser enxugadas, automatizadas e integradas.
Se dentro das tarefas que exigem padronização e eficiência estiverem rodando processos manuais, sua empresa está correndo grandes riscos, inclusive, pode estar aí o gargalo ainda não identificado e que está impactando no resultado final.
Processos Manuais e o acúmulo de atividades
Muitas empresas ainda trabalham com planilhas, acervos físicos e atuação manual dos colaboradores. Dentro desse cenário, há não apenas riscos de atrasos, como também a perda de informações importantes e documentos, isso, claro, além de desgastar toda a equipe.
É importante entender que os processos que são realizados manualmente, na maioria das vezes, tem em sua principal característica a repetição, são exemplos dentro dos atacadistas e distribuidores:
Preenchimento de planilhas;
Relatórios com mais de uma fonte, onde há a necessidade de confrontar informações;
Digitação manual de pedidos recebidos em PDF, pelo vendedor/RCA.
Essas são algumas das grandes vilãs dentro da produtividade da equipe, e já até falamos sobre isso no nosso artigo anterior, leia aqui.
Não é difícil encontrarmos equipes sobrecarregadas e desmotivadas por trabalhos que poderiam e deveriam ser automatizados. É importante permitir aos colaboradores maior autonomia nas tomadas de decisões e foco no que realmente importa.
Processos que podem ser automatizados
São muitos os processos que podem utilizar ferramentas para otimizar tempo e ganhar agilidade. É importante a empresa ter senso crítico com as atividades que estão sendo desenvolvidas, estabelecendo e analisando KPIs internos, acompanhando assim a evolução de cada uma.
Equipe de Vendas
Dentro do departamento de vendas existem inúmeros processos que devem ser automatizados, desde a prospecção até o gerenciamento da equipe de vendas. Sistemas como CRM e Força de Vendas são imprescindíveis.
Um processo que ainda é manual no setor de vendas de muitas empresas, principalmente no segmento de atacado e distribuição, é a Gestão do Pedido. Vendedores recebem pedidos dos clientes e precisam digitar manualmente item por item dentro do sistema. O tempo que essa operação consome, além dos erros cometidos que geram devoluções, é enorme. Já existe solução, como o Polipedidos PDF, que conta com Inteligência Artificial para que os pedidos recebidos em PDF, sejam enviados automaticamente para o sistema, fazendo com que o vendedor ganhe tempo para realizar atividades direcionadas e ainda elimina os erros das digitações de pedidos.
Atendimento ao Cliente
Um setor que exige muito cuidado, afinal, ele é o contato direto entre o cliente e a empresa. Humanizar o atendimento ao cliente é ótimo e existem ferramentas que conseguem fazer uma triagem inicial, direcionando os clientes aos setores responsáveis, ou seja, utilizando de forma correta a tecnologia, esse processo continua humanizado mas com o foco em eficiência. Os colaboradores não perdem tempo com demandas que não fazem sentido.
Aqui a tecnologia vai além dos famosos chatbots, ela automatiza o recebimento do contato, criando um fluxo inteligente e abordagem adequada, além de corroborar para retenção e fidelização dos clientes.
Estoque e Logística
Esse processo começa lá na venda. Ou seja, o pedido precisa ser realizado de forma correta e o envio eficaz entre os setores para que estoque e logística consigam se organizar.
Controlar o estoque e a gestão da logística são dois desafios das empresas. Automatizar os processos dentro desses setores significa uma visão estratégica dos fornecedores e produtos, verificando quem tem maior e menor saída.
É importante entender que os processos quando são automatizados, geram tomadas de decisões rápidas, baseadas em dados e portanto, assertivas.
Esses são só alguns dos muitos processos e setores que precisam de atenção. Cada empresa tem um cenário particular e demandas específicas, é importante analisar onde os colaboradores perdem mais tempo em atividades que não geram nenhum retorno e só prejudicam o resultado final.
Se atente aos sinais e veja os prejuízos reais que os processos manuais causam em toda a empresa
É possível identificar dentro de cada área, setor e atividade os processos manuais que estão onerando e prejudicando o desempenho da empresa, basta prestar atenção nos sinais:
Constantes atrasos
Seja dentro de uma passagem de bastão na equipe até a entrega final ao cliente. Atrasar uma tarefa impacta diretamente nas demais, pode acabar se tornando um efeito dominó. É comum que em processos manuais que exigem repetição do colaborador, o foco seja perdido facilmente. Qualquer distração resulta em retrabalho e atraso.
Erros
Se tem algo que atrapalha o desenvolvimento de um projeto ou andamento de qualquer trabalho são os erros cometidos, a maioria por falta de atenção dentro de processos rotineiros. Um número digitado errado em um pedido ou a troca de nomes dentro de um documento, são pequenos exemplos que por vezes, são percebidos apenas lá na frente. Resultado? O erro pode gerar prejuízos financeiros, como em um pedido enviado errado, por exemplo.
Colaboradores improdutivos
É frustrante para um colaborador executar uma atividade que não agrega valor e poderia facilmente ser automatizada. Quando, por exemplo, um vendedor passa horas do seu tempo tendo que digitar pedidos recebidos em PDF, a única coisa que ele pensa é no tempo perdido que ele poderia estar aproveitando para prospectar, estreitar o relacionamento com o cliente e realizar novas vendas. É comum em equipes improdutivas o excesso de atividades manuais que poderiam ser enxugadas e/ou automatizadas.
Estagnação e resultados insuficientes
A tecnologia e o universo digital deixou de ser uma necessidade para o futuro e já é realidade. Quando os resultados estão aquém do planejado e a empresa está estagnada, vendo os concorrentes crescerem e ela no mesmo lugar, pode ter certeza que os processos manuais estão presentes em diversas áreas, impedindo que o trabalho aconteça com mais agilidade e inteligência. Hoje as empresas usam Inteligência Artificial e de dados para se aproximarem dos clientes, acelerarem as vendas e aprimorar a comunicação interna e externa.
Automatizar os processos começa com autoconhecimento
Depois de ler esse artigo você provavelmente está se perguntando: Como eu automatizo agora as atividades da minha empresa para gerar mais resultado?
O primeiro passo é conhecer as rotinas da empresa e mapear onde estão esses processos que estão tomando o tempo da sua equipe, e consequentemente, da sua empresa.
Saia da zona de conforto, parece algo que todos fazem né, mas não, é comum as empresas se acostumarem com processos manuais, afinal, eles sempre estiveram lá, “sempre foi desse jeito”. Entenda que o mundo mudou e as necessidades dos clientes e do mercado já não são mais as mesmas. É uma falsa sensação de que aquelas atividades estão funcionando, ou seja, porque automatizar, correto? ERRADO. Enquanto você pensa assim, o seu concorrente está lá na frente e depois pode ser tarde demais tentar alcançá-lo.
Realizar uma boa gestão é um dos passos mais importantes para quem deseja melhorar o seu processo de vendas. O questionamento que fica é: como otimizar a gestão, agilizar as tarefas e aumentar os lucros?
Com clientes a atender e demandas com prazos apertados, nem sempre é tão simples melhorar os processos para vender mais. Se você também sente dificuldade com isso, esse post foi feito especialmente para você.
Ao longo desse conteúdo, vamos ajudar você com as dicas mais importantes para você alavancar sua lucratividade, aprimorar os processos de venda da sua empresa e, dessa forma, garantir mais sucesso a longo prazo. Acompanhe a leitura com a gente e descubra como!
1 . Vá para além dos produtos ou serviços que você vende
Em um mercado cada vez mais competitivo, é preciso ir para além do que sua empresa vende: você deve criar relacionamentos com o público, mostrando os benefícios que seus serviços ou produtos podem agregar em suas vidas.
Portanto, é muito importante conhecer todas as características do que sua empresa oferece, a fim de identificar seus diferenciais, dialogar com os clientes e se destacar mais.
Outra dica é investir em marketing de conteúdo, gerando conteúdos relevantes e úteis ao público, para se aproximar mais dos consumidores, mostrar que sua empresa vai além das vendas e, assim, construir mais autoridade no mercado.
2. Analise o perfil dos seus clientes
Para saber o que você pode comunicar, é importante saber com quem você vai dialogar, não é mesmo? Se cada pessoa tem suas preferências e necessidades diferentes, não seria de outra forma com seus clientes.
Para fazer isso de forma mais prática, você pode contar com ferramentas tecnológicas. Por meio delas, é possível cadastrar perfis de clientes, armazenar informações importantes, verificar seu histórico de vendas, analisar dados e se comunicar com seu público com mais agilidade e eficiência.
3. Faça treinamentos constantes com a sua equipe
Para otimizar sua gestão, outro passo é oferecer capacitações aos seus colaboradores. Fazer isso não somente melhora o currículo deles, mas também aumenta a motivação e o engajamento, aprimora suas competências, melhora a qualidade dos serviços e ajuda a integrar o time.
Vale ressaltar que investir em treinamentos para a sua equipe é ótimo para toda a empresa, pois pode melhorar a imagem da marca no mercado, facilitar a retenção de talentos no negócio, gerar uma experiência mais satisfatória aos clientes e, consequentemente, aumentar os lucros.
4. Organize a estrutura da sua empresa
Você sabe onde estão armazenados os documentos e dados importantes da sua empresa? É importante rever a organização, mapear os processos, identificar pontos que precisam ser melhorados e fortalecer a cultura organizacional com a sua equipe.
Para isso, você pode analisar também a organização física do ambiente de trabalho, além de convidar os colaboradores a participarem de reuniões para terem a oportunidade de apresentar diversas sugestões sobre a estrutura do negócio, a fim de promover melhorias durante a rotina.
5. Invista em um sistema de gestão
Para que tudo isso ocorra de forma mais assertiva, é recomendável investir em um software de gestão. Esse investimento é ideal para quem deseja otimizar sua gestão e lucrar ainda mais. Clique aqui e confira 3 problemas que a inteligência artificial pode sanar e impactar os resultados da sua empresa.
A Polibras Software, pioneira em sistemas de Força de Vendas no Brasil, tem tudo que você precisa para alavancar os resultados da sua gestão, impulsionar sua equipe de vendas e aumentar a lucratividade de sua empresa. Fale diretamente com a nossa equipe, clicando aqui, e saiba mais informações sobre como levar sua empresa ao futuro. Será uma alegria participar da sua jornada de sucesso!
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Você já pensou em vender online, mas ainda não sabe por onde começar? Ampliar seus canais de venda e ter presença online são dois fatores que podem ajudar no bom desenvolvimento de sua empresa, mas é preciso ter alguns cuidados para ter sucesso com um e-commerce B2B.
O setor de atacado e distribuição tem muito a ganhar investindo em vendas pela internet. Não é à toa que o comércio eletrônico B2B aumentou 62% em 2020, no Brasil, mesmo em um período de pandemia da Covid-19, de acordo com a atualização da McKinsey.
Antes de investir, é fundamental saber o que você não deve fazer para, assim, evitar falhas e obter melhores resultados a longo prazo. Ao longo desse texto, você vai conferir os principais erros de atacadistas e distribuidores ao iniciar no universo do e-commerce.
Confira e saiba como vender online para aumentar seus lucros, otimizar a produtividade de sua equipe e alcançar mais clientes. Vamos lá!
1. Falta de controle financeiro
A saúde financeira da sua empresa precisa estar sempre em dia, ainda mais se você pretende investir em um e-commerce: é importante pensar no crescimento da sua marca, desperdiçando o mínimo de recursos possível.
Assim, é necessário aliar diversos setores da sua empresa ao controle financeiro, a fim de evitar gastos imprevistos e ter mais segurança nos próximos passos.
É recomendável fazer também uma análise do seu histórico de vendas e realizar um diagnóstico do controle financeiro de sua empresa para avaliar o cenário atual e identificar o que precisa ser feito.
2. Ineficácia no controle de estoque
A gestão de estoque faz parte de toda a logística da empresa: quanto melhor você conseguir controlar o seu estoque, avaliando as entradas e saídas, mais deve ter atenção também às rotas, aos serviços de distribuição, transportes e fretes.
Para efetuar isso de forma segura e assertiva, é indicado contar com um sistema integrado de gestão: isso pode melhorar até o relacionamento com os clientes também, visto que eles poderão saber o prazo de entrega de forma automática.
3. Ausência de integração entre os canais de venda
Ter vários canais de venda é ótimo para quem deseja alcançar mais clientes e oferecer mais meios de comunicação. Porém, para melhorar o relacionamento com o público, é de extrema importância solidificar os valores e objetivos da sua empresa, a fim de fortalecer sua marca.
Ao definir a identidade do seu negócio, se torna mais fácil aprimorar a experiência de compra do cliente: os canais offline e online vão dialogar entre si, gerando mais competitividade para a sua organização no mercado.
Uma dica para conseguir fazer isso, além de investir na identidade de comunicação da sua marca, é conhecer a fundo os seus clientes, analisando suas preferências e necessidades, para saber como alcançá-los da melhor forma.
Clique aqui e entenda mais sobre o grande aumento de vendas, de pequenas e micro empresas, pela internet.
4. Baixo investimento em tecnologia
Para obter mais sucesso com um e-commerce B2B, é recomendável investir em um sistema integrado de gestão. Com esse apoio tecnológico, você ganha mais tempo para se dedicar a atividades mais importantes, otimizando o operacional e aumentando a produtividade da equipe.
Além disso, um software de automação também ajuda você a acompanhar os processos, monitorar os indicadores e as estratégias, e analisar os dados e as métricas dos resultados adquiridos.
Investir na automação da força de vendas é diminuir os prejuízos no estoque, aumentar os lucros, contar com relatórios de dados precisos, integrar os setores e, assim, tomar decisões mais assertivas com praticidade em seu e-commerce B2B de atacado e distribuição.
Se o modo de vender mudou, sua empresa pode – e deve – se adaptar da melhor forma para fazer parte da era digital e aumentar o faturamento do seu negócio com um e-commerce.
O Policommerce App e Web, desenvolvido pela Polibras Software, é garantia de mais praticidade, vendas e metas alcançadas para você ter um seu próprio comércio eletrônico e vender de qualquer lugar (e a qualquer hora). Saiba mais informações e solicite sua demonstração gratuita, clicando aqui.
Para conferir mais conteúdos sobre gestão de negócios, força de vendas, comércio eletrônico e tecnologia, é só continuar acompanhando o nosso blog. Você também pode saber mais sobre o nosso trabalho e tirar dúvidas, clicando aqui.
Se você faz parte da indústria, atacado, distribuidor ou varejo, com certeza sabe que as rupturas no estoque podem trazer inúmeros prejuízos. Embora não devesse, é bem comum só se dar conta de que um produto está faltando quando um cliente decide comprá-lo. Mesmo com todo o avanço tecnológico esse problema ainda pode afetar toda a cadeia de suprimentos e impactar no faturamento, mas quando unimos uma boa gestão e tecnologia de ponta esse problema pode se tornar uma oportunidade de vendas.
Nesse artigo, falaremos sobre a ruptura, suas causas, principais consequências e principalmente, quais as novas alternativas tecnológicas para evitá-las e faturar mais!
Boa leitura!
O que é a Ruptura de Estoque?
Na compra online, ela é a mensagem “produto indisponível” que aparece quando se coloca no carrinho. No mercado físico, são as gôndolas vazias, o produto em falta na prateleira.
Para se ter uma ideia, a ruptura de estoque pode representar até 10% na queda de vendas da indústria, atacado, distribuidora, um número alto considerando os demais fatores que impactam no planejamento comercial.
Esse cuidado com a reposição do estoque precisa ser tomado com um planejamento bem feito e monitoramento constante, afinal, não prejudica apenas a relação do varejista com o consumidor final, muito pelo contrário, a indústria, atacado e o distribuidor são os mais afetados.
O que leva a ruptura de estoque?
A reposição do estoque, como mencionado anteriormente, precisa ser planejada e monitorada, por isso, elencamos aqui os principais motivos que levam à ruptura:
>Cálculo de compra baseado apenas no histórico de vendas e não na ruptura, abre-se um gap quando se realiza novos pedidos apenas baseado nos históricos anteriores de vendas, descartando assim, as compras emergenciais.
>Compra no fim do mês, quando as empresas seguram os pedidos de compra esperando melhores condições da indústria ou distribuidora, elas podem encarar a escassez de produção e disponibilidade.
>Excesso de SKUs, aqui é uma dificuldade de quem trabalha com um número extenso de produtos. O que é uma vantagem para o consumidor, pode ser um desafio de gestão, que para ser realizado com maestria, é necessário um sistema eficiente de gestão, pedidos e reposição.
>Desprezo aos diferentes prazos de entrega, uma dificuldade das empresas é entender que cada SKU tem um tempo diferente para ser produzido e entregue, por isso, o monitoramento e planejamento precisa ser realizado com cautela e considerando as diferentes variáveis. >Falha no desenho do processo, quando as empresas não conseguem definir quais são as etapas da sua rotina, as atividades e os responsáveis por cada uma.
>Falta tecnologia adequada, um sistema inteligente e integrado aos demais utilizados, para que assim, seja possível a gestão de estoque, saída de produto, gerenciamento da equipe, histórico de vendas e compras extras.
As principais consequências da ruptura de estoque
Atraso no Planejamento: ruído na capacidade de atendimento e a frequência da reposição, regularidade de fabricação e saída dos produtos, imprecisão de dados e informações.
Pedidos que se tornam prejuízos: imprecisão de dados em históricos de vendas, itens que apresentam falhas como, por exemplo, pedidos atrasados ou trocados, quando o processo é manual, é mais retrabalho para os vendedores/equipe.
Ciclo de reposição equivocado: número insuficiente de promotores/repositores, superlotação na área de armazenagem, falhas no momento do recebimento de materiais, além de perdas, dados e vencimentos.
Estratégia de reconhecimento de marca da indústria/fabricante, a partir do momento que o consumidor sente-se frustrado por não encontrar um produto, e principalmente, se aquilo se torna uma constante, existe o impacto indireto na expectativa não cumprida, além de abrir as portas do cliente para o concorrente.
É importante um conjunto de ações preventivas e corretivas. Não há como pensar no equilíbrio entre indústria, distribuidor, atacado e varejo sem a reposição de estoque eficiente.
Ruptura do Estoque: Prejuízo para a Indústria, Atacado, Distribuidor e Varejo
A principal consequência de uma ruptura no estoque é o prejuízo nas vendas da Indústria, atacado, distribuidor e do varejo. O consumidor quando não encontra o produto que procura, geralmente opta por essas alternativas:
Não comprar
Compra marca concorrente
Comprar no mercado/loja concorrente.
Nos 3 casos acima, toda a cadeia perde, seja o varejista com a fidelidade do cliente final, o atacado e distribuidor com a abertura de mercado, e o fabricante que abre as portas para o concorrente. Independente da decisão, todos saem perdendo.
O que fazer para evitar a ruptura de estoque?
Chegamos na parte mais importante do texto, aqui está como você, fabricante, produtor, distribuidor, atacadista e varejista evita a ruptura e realiza uma reposição ágil e inteligente.
Acompanhar dados de vendas (sell-out)
O primeiro passo é compreender quais são as causas da sua ruptura, para que assim, seja possível um planejamento específico.
A indústria e o varejo devem estar alinhados sobre os dados de compras do consumidor final, só assim é possível criar um cronograma de demanda que atenda conforme o mercado está sinalizando, resultando em compras assertivas, redução de perdas e consequentemente, ter uma reposição de estoque adequada.
Investir em controle de estoque
Os vendedores e gestores precisam saber em tempo real as informações do estoque, acompanhar a situação das gôndolas quando as visitas forem realizadas, registrando e garantindo a reposição em tempo hábil e de forma correta, sem desperdícios e rupturas.
Quando há esse controle efetivo, o processo de reposição é muito mais rápido e adequado. As informações sobre o nível do estoque evitarão que a ruptura aconteça e são essenciais para a manutenção das vendas da empresa. Mas de que forma isso pode ser feito?
Um bom sistema de força de vendas conseguirá extrair informações de toda cadeia de suprimentos, facilitando a gestão da equipe e dos produtos, com tecnologia prática, funcional e inteligente. Outro ponto importante no que diz respeito a venda, distribuição e estoque e que pode ser a chave do sucesso: a digitação dos pedidos.
Ainda é comum os vendedores e equipes receberem os grandes pedidos em pdf, com a necessidade da digitação manual para o sistema de vendas. Esse passo gera:
➡ Trabalho operacional desnecessário à equipe ➡ Retrabalho com erros e correções ➡ Devolução de produtos digitados errados ➡ Atraso em entregas por reajuste de pedidos e solicitações emergenciais ➡ Prejuízos financeiros diretos e indiretos para toda a cadeia envolvida, da indústria aos varejistas.
Utilize Inteligência Artificial
O uso de Inteligência Artificial deixou há muito tempo de ser expectativa para o futuro e passou a ser necessidade para o presente. Empresas que ainda não utilizam, acabam ficando para trás e vendo os concorrentes conquistarem mercado.
Pedidos recebidos em PDF podem ser transcritos de forma automática para dentro do sistema, evitando assim que os vendedores percam tempo com essa operação que não agrega valor às vendas, além, é claro, de ganhar tempo, automatizar o processo e alinhar a comunicação com o estoque e reposição.
A Ruptura de estoque é um grande desafio para as empresas, mas quando encarada de frente, como deve ser, com as ferramentas adequadas, vai aumentar o lucro de toda a cadeia, principalmente da indústria, distribuidor e varejo e evitar conflitos e ruídos nos processos. Além, é claro, de conquistar os consumidores, que só querem encontrar o que estão procurando!
Pode parecer improvável que, nos dias de hoje, alguém pretenda sobreviver como empresário desprezando as oportunidades trazidas pela tecnologia, em especial, o e-commerce. Sabemos que o e-commerce já vinha se fortalecendo nos últimos anos, mas o processo foi muito acelerado ao longo de 2020. Assim, mesmo quem achava que seu negócio não combinava com vendas online ou era muito pequeno ou especializado demais, viu-se obrigado a abraçar a modalidade em tempo recorde.
Mas é preciso entender que o e-commerce deve ser bem estruturado e integrado ao plano de negócios. Mesmo com muitas ferramentas e plataformas gratuitas disponíveis, é preciso encontrar parceiros com know-how comprovado, tanto na parte de marketing como na parte tecnológica, para atender com qualidade às especificidades do seu ramo de atividade.
É preciso lidar com a questão de forma profissional, para conseguir resultados sustentáveis. Para muitos empresários, o e-commerce ainda se apresenta apenas como um plano B para tentar manter o faturamento durante a pandemia, mas também já é possível ver casos de distribuidoras que tem alcançado resultados significativos, desde a mudança no comportamento do seu vendedor, que passa a ter um atendimento mais consultivo e menos operacional, ou até mesmo no aumento do seu faturamento, alcançando clientes que não estavam recebendo a devida atenção, os chamados clientes inativos.
Não apenas pelas vantagens que apresenta para a operação de estar sempre na palma da mão, mas também porque o público (consumidor final ou lojista) acostumou-se às facilidades das compras na internet e esse hábito veio para ficar. Em outras palavras, passou da hora de levar seu negócio, de qualquer ramo, qualquer porte, B2B, B2C, atacado ou varejo para as vendas online. Esse é o futuro.
Por Sérgio Girão
Presidente da Polibras Software, especialista em tecnologia para atacado, distribuidor e indústria.