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  • A importância do controle de estoque

    A importância do controle de estoque

    O controle de estoque consiste no gerenciamento de todos os produtos e matéria-prima armazenados em uma empresa.

    Esse processo engloba desde a compra do item essencial para a fabricação da mercadoria até a entrega do produto ao cliente final. 

    É um dos pontos primordiais para manter a saúde financeira e o pleno funcionamento da sua distribuidora.

    Isso porque a ineficiência do controle de estoque gera problemas logísticos, fluxo de caixa, insatisfação com o cliente e muitas outras “dores de cabeça” que afetarão diretamente a sua receita. 

     Se você tem dúvidas de como realizar o controle de estoque de forma eficiente em sua distribuidora ou deseja melhorar a execução desse processo, siga a leitura deste artigo e confira as nossas dicas valiosas para elevar os resultados do seu negócio. 

    A importância do controle de estoque

    No tópico acima você viu rapidamente algumas problemáticas que podem surgir em sua distribuidora caso o controle de estoque não seja eficiente. 

    Mas para além disso, o controle de estoque permite que a sua distribuidora esteja em constante crescimento, pois ela sempre terá os itens necessários para produção da mercadoria e, assim, manter a recorrência de compra e abastecimento dos clientes. 

    O método também é essencial para evitar a falta ou o excesso de produtos em estoque. Ou seja, permite que a distribuidora trabalhe apenas com a quantidade correta para garantir o pleno abastecimento dos clientes da carteira e de novos clientes. 

    Além de garantir o abastecimento das empresas que confiam em seus serviços, realizar a devida administração da disposição dos produtos em estoque e entender quais itens entram e saem do depósito evita fraudes e poupa recursos.  

    Como começar o controle de estoque eficiente?

    O passo básico para iniciar um controle de estoque eficiente é a organização do depósito. Considere um ambiente espaçoso, a refrigeração adequada dos produtos e organização desses itens nas prateleiras. 

    Outro ponto importante que precisa ser levado em consideração e está ligado diretamente com a saúde financeira do negócio, é estabelecer a quantidade mínima e máxima de produtos em estoque. Para isso, é essencial buscar parceria com fornecedores confiáveis do mercado. 

    Atente-se à auditoria de estoque 

    Você tem o hábito de realizar a auditoria do estoque da sua distribuidora? A auditoria deve ser para além de um hábito, e sim uma tarefa a ser cumprida periodicamente pelo setor de estoque. 

    O processo funciona como uma averiguação dos documentos, notas fiscais e demais dados para apurar o patrimônio existente. 

    A auditoria de estoque tem o objetivo de coletar informações verídicas e confiáveis para prevenção de riscos e auxiliar na tomada de decisão. 

    Além disso, é necessária também para apurar a quantidade de itens declarados no estoque, conferir o valor avaliado do estoque, organizar os documentos na entrada e saída de produtos e ativos, checar o controle de qualidade e muitos outros. 

    Documente a entrada e saída de produtos

    A documentação é um processo complementar à auditoria de estoque. Cada entrada e saída de produtos devem ser documentadas para que a empresa tenha registrado cada operação feita. 

    Desta forma, a sua distribuidora mantém sempre atualizado a movimentação do setor, além de impedir a falta ou desperdício de itens.  

    Você pode utilizar planilhas para ajudar neste processo ou ainda contar com o apoio de um sistema de gestão que reduz as falhas e torna a atividade mais ágil.

    Estabeleça os períodos de compras 

    O abastecimento do estoque deve ser planejado tanto para garantir a reposição dos itens, quanto para facilitar o trabalho do setor de compras. 

    Um controle de estoque bem feito com datas de compras pré-determinadas permite que se saiba com antecedência quando e quantos produtos devem ser comprados. 

    Nesta etapa também vale ser considerado os períodos sazonais, além do volume máximo e mínimo de cada item. 

    Gostou do conteúdo? Confira semanalmente as atualizações do nosso blog sobre o mercado atacadista distribuidor. 

  • Busque se diferenciar da concorrência

    Busque se diferenciar da concorrência

    A Black Friday é um período sazonal bastante utilizado no varejo para proporcionar um aumento significativo nas vendas. Muitos consumidores economizam ao longo do ano para aproveitar as ofertas.

    Mas será que essa estratégia é válida apenas para o varejo? Apesar do mercado B2B possuir vendas mais complexas e demora maior para o fechamento, a Black Friday é uma oportunidade para alavancar os negócios.

    Conforme uma pesquisa realizada pelo Méliuz, este ano 91,3% dos brasileiros pretendem fazer compras nesse período, cerca de 20% a mais do que o comparado com 2021.  

    Dito isso, explicaremos neste artigo quais estratégias você pode adotar para ter resultados em suas vendas para o público B2B. 

    Busque se diferenciar da concorrência

    É comum encontrarmos ofertas na Black Friday oferecendo 10, 20% de desconto em produtos ou serviços. De certa forma, esse valor é pouco significativo para o cliente, sobretudo quando se trata de venda para CNPJ.

    Por isso, consulte o seu ROI (retorno sobre o investimento) e CAC (custo por aquisição de cliente) para verificar qual a margem disponível para descontos.

    Se a sua empresa não está apta para oferecer uma redução significativa nos preços, aposte em condições especiais como: cashback, frete grátis ou benefícios exclusivos. Mas lembre-se de corresponder às expectativas do que for ofertado.    

    Estabeleça prazos

    Como toda promoção, a Black Friday também precisa ter uma data limite. Muitas empresas apostam em estender o período promocional por uma semana ou mês. Independente da sua escolha, cumpra o prazo estabelecido.

    Além de evitar prejuízos financeiros, isso permite que você utilize alguns gatilhos mentais do marketing para dar uma forcinha para impulsionar as vendas. 

    É bastante comum encontrarmos o gatilho de urgência, que estimula a realizar a compra antes do prazo final. Aqui, você pode utilizar frases como “oferta por tempo limitado”.

    Outro gatilho interessante para chamar a atenção do seu público é o de escassez, usado quando a oferta já está pertinho do fim. 

    Nessa ação utiliza-se o argumento de que o produto, serviço ou promoção já está acabando. Isso gera, muitas vezes, a compra impulsiva no cliente. 

    Invista em cross-sell

    A Black Friday é uma ótima oportunidade para realizar ações de cross-sell, ou seja, oferecer uma venda complementar ao que o cliente está adquirindo. 

    Mas não é apenas uma venda complementar, é uma brecha para intensificar a experiência do seu cliente com a marca. 

    Pense na necessidade de quem está adquirindo o seu produto, o que mais você possui em seu catálogo que seja interessante para ele nesse momento da compra?

    Por exemplo, aqui na Polibras Software, nós desenvolvemos um roteirizador inteligente. A ferramenta é essencial para gestores comerciais que precisam de maior agilidade e precisão ao planejar a rota de visitas da equipe de vendas externas. 

    Pensando na necessidade do gestor em ter um time comercial ainda mais produtivo, ele também pode complementar a aquisição com um força de vendas, que permite estabelecer rotinas de visitas mais organizadas e focadas no cliente. 

    Esse seria um exemplo de venda cross-sell focada no problema que a sua persona precisa resolver. 

    Lembre-se dos clientes da sua carteira

    Um erro comum das empresas durante a Black Friday é focar apenas na atração de novos negócios. 

    Porém, essa é uma ótima chance de estabelecer conexão com quem já está na sua carteira de clientes. 

    Que tal oferecer condições exclusivas ou até mesmo brindes para clientes recorrentes? 

    Gostou do que encontrou por aqui e quer ficar por dentro de mais novidades do mercado? Nos acompanhe semanalmente.

  • 1. As rotas de venda são ajustadas manualmente e sem padronização

    1. As rotas de venda são ajustadas manualmente e sem padronização

    Atualizar processos na distribuidora deixou de ser uma escolha estratégica para se tornar uma necessidade básica de competitividade. Em um cenário onde agilidade, tecnologia e dados se tornaram pilares da operação, insistir em métodos manuais ou desatualizados pode comprometer diretamente o crescimento do negócio.

    Distribuidoras que enfrentam desafios como perda de produtividade, sobrecarga da equipe de vendas, falta de clareza sobre rotas e territórios ou dificuldade para executar planos com eficiência já estão sentindo os impactos de processos defasados. 

    E os dados mostram que o mercado está se movendo: segundo estudo da Randstad, 65% das empresas ampliaram os seus orçamentos em soluções com Inteligência Artificial em busca de maior eficiência e agilidade operacional.

    Se a sua operação ainda depende de planilhas, telefonemas de última hora ou decisões feitas “no feeling”, este artigo vai ajudar você a identificar os gargalos que mais comprometem a performance e mostrar por que atualizar processos na distribuidora é o primeiro passo para superar esses obstáculos.

    Confira agora quais os  5 sinais de que a sua distribuidora precisa atualizar os processos. Boa leitura!

    1. As rotas de venda são ajustadas manualmente e sem padronização

    Uma operação que ainda depende de planilhas, mapas físicos ou alterações feitas de forma improvisada está exposta a falhas constantes. 

    A falta de padronização e agilidade na roteirização pode resultar em atrasos, retrabalho e visitas mal direcionadas.

    Atualizar esse processo significa implementar soluções que permitam visualização em tempo real das rotas, integração com o planejamento da equipe e flexibilidade para ajustes de última hora, sem perder o controle da operação.

    2. Os vendedores gastam mais tempo se organizando do que vendendo

    Se os seus representantes precisam descobrir por conta própria a melhor forma de organizar o dia, priorizar clientes ou encontrar endereços, há um grande desperdício de tempo e energia. Esse esforço operacional desvia o foco daquilo que realmente importa: vender.

    Ao atualizar processos na distribuidora, a empresa consegue centralizar o planejamento da força de vendas, gerar roteiros personalizados e fornecer informações estratégicas com base em dados geográficos e históricos de atendimento. Isso libera a equipe para se concentrar na conversão.

    3. A empresa não tem clareza sobre os territórios atendidos

    Quando os territórios comerciais não estão bem definidos ou atualizados, surgem sobreposições, zonas de sombra e disputas internas. 

    Isso afeta tanto o relacionamento com o cliente quanto o desempenho dos vendedores, além de dificultar a análise de resultados por região.

    Com ferramentas modernas, é possível fazer a carteirização detalhada dos territórios, integrando dados oficiais e ajustando mapas conforme a realidade de atuação da equipe. 

    Este é um passo essencial para atualizar processos na distribuidora e criar uma estrutura de vendas mais eficaz.

    4. Do planejamento à execução, nada funciona de forma integrada

    Quando o planejamento é feito de um lado e a execução segue um rumo diferente, as chances de desalinhamento aumentam. Informações se perdem, metas são comprometidas e o retrabalho se torna rotina.

    Atualizar esse aspecto significa adotar ferramentas que integrem planejamento, execução e monitoramento, permitindo que gestores acompanhem o que está acontecendo em tempo real e façam correções de rota com agilidade.

    5. A empresa está perdendo competitividade por insistir em processos manuais

    Processos manuais consomem tempo e impedem o crescimento sustentável do negócio. Além disso, tornam difícil a coleta e análise de dados que poderiam embasar decisões estratégicas.

    Atualizar processos na distribuidora com o apoio de tecnologia não é sobre substituir pessoas, mas sim sobre aumentar a eficiência, reduzir o retrabalho e criar espaço para inovação. 

    Empresas que adotam esse caminho já estão colhendo os frutos. Por isso que, o investimento em tecnologia é cada vez mais parte do orçamento: 65% dos negócios estão ampliando suas iniciativas de IA, de acordo com a Randstad.

    Atualizar processos na distribuidora é mais do que uma tendência, é uma urgência

    Se sua empresa apresenta dois ou mais dos sinais acima, este é o momento ideal para iniciar um processo de modernização. As mudanças podem começar de forma simples, com a escolha de ferramentas que tragam mais visibilidade, organização e eficiência para o dia a dia da operação.

    Uma dessas soluções é o Roteirizze, plataforma inteligente voltada para distribuidoras e indústrias com equipes comerciais externas. 

    Com ele, é possível automatizar a roteirização de visitas com base nas regras de negócio da empresa, acompanhar rotas e territórios em tempo real, otimizar a alocação dos vendedores e integrar planejamento e execução de forma prática. 

    O sistema contribui diretamente para eliminar gargalos operacionais e aumentar a produtividade com decisões mais precisas e baseadas em dados.

    Conclusão

    A tecnologia está mais acessível do que nunca e pode ser adaptada à realidade da sua distribuidora. O importante é dar o primeiro passo porque, no ritmo atual do mercado, manter processos obsoletos custa mais caro do que investir em melhorias.

    👉 Clique aqui e solicite uma demonstração gratuita. Veja como o Roteirizze pode destravar o potencial da sua operação.

  • PASSO 1 – Mapeamento dos Processos

    PASSO 1 – Mapeamento dos Processos

    As distribuidoras enfrentam um cenário de crescente competitividade que lhes impõem margens cada vez menores. Nesse contexto, a automação de processos se apresenta como uma solução para evitar perdas de receita e quedas nos resultados.
    Ajustar cada etapa da operação, padronizar rotinas, estabelecer metas, treinar pessoal e analisar resultados fazem parte da solução. É a forma como essa automação de processos será implementada e gerida que irá determinar o grau do seu sucesso.
    A seguir, listamos 7 etapas que podem ajudar você a ganhar produtividade e eficiência no projeto de automatização da sua distribuidora:

    PASSO 1 – Mapeamento dos Processos

    Tudo começa pelo mapeamento dos processos e subprocessos internos. Quem faz o quê? Onde estão os gargalos e improvisos? Todas as rotinas, desde a entrada do pedido até a entrega das mercadorias, devem ter seu fluxo desenhado para uma melhor visualização.
    Nessa etapa é importante se perguntar, de forma crítica, qual o motivo e o objetivo de cada processo realizado. Muitas vezes, esse exercício possibilita a descoberta de duplicidade desnecessária de rotinas, conflitos de informação, subaproveitamento de pessoal entre outros problemas.

    PASSO 2 –  Busca de Soluções

    Após a identificação dos pontos problemáticos, a busca de soluções é fundamental para o sucesso da automação de processos. Por isso é tão importante refazer todos os passos do percurso operacional na ordem em que eles acontecem no dia a dia da empresa. Nesse passo, deve-se pensar em como tornar a operação mais eficiente.
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    PASSO 3 – Plano de Ação

    Uma vez entendidas e definidas que soluções devem ser implementadas, é preciso planejar a forma como elas serão colocadas em prática. Importante que essa etapa de ajustes e mudanças não comprometa o funcionamento da empresa.
    Para isso, o ideal é criar um cronograma ordenando as etapas que serão implementadas primeiro. Recomenda-se designar um grupo de funcionários de diferentes setores para acompanhar esse processo, informando e orientando os colegas.

    PASSO 4 – Foco no Cliente

    Quando uma empresa parte para um programa de automação de processos tem que tomar cuidado para não perder o foco na satisfação do cliente. Todo o esforço para aumento de produtividade e redução de desperdícios deve estar alinhado com uma melhora na qualidade do atendimento.

    PASSO 5 –  A Importância do Treinamento

    Você pode usar o melhor software e contar com rotinas bem planejadas, mas se o seu pessoal não for bem treinado toda a sua automação de processos estará comprometida. Treinar a equipe, portanto, é fundamental para que os objetivos sejam atingidos. Cada funcionário precisa conhecer bem todo o processo e as rotinas específicas que lhes cabem.
    Com a otimização dos processos, o potencial individual de cada um pode ser melhor aproveitado, de forma a motivar e engajar mais a equipe.

    PASSO 6 – Documentação do conhecimento

    Todas as rotinas implementadas e ajustadas devem ser descritas e detalhadamente documentadas. Isso é fundamental tanto para preservar o conhecimento já gerado dentro da empresa, como para referenciar os novos processos em andamento.

    PASSO 7 –  Monitoramento Permanente

    O mercado e as exigências dos clientes estão em constante mudança. E a automação de processos precisa acompanhar esse movimento. O que é um acerto hoje, amanhã pode se apresentar como ponto a ser ajustado. Por isso, é primordial que metas e indicadores de desempenho (KPIs) sejam acompanhados e reavaliados em um monitoramento permanente. Tudo isso automatizado e integrado com o sistema de gestão da empresa.
    Dentro desse processo de monitoramento, faz-se necessária também a documentação dos resultados percebidos. Analisar e aprender com esses resultados possibilita uma gestão mais ágil e eficiente.
    Com a automatização, você elimina ações desnecessárias e reordena as etapas dos processos internos da sua distribuidora. Desta forma, otimiza o fluxo de informações ao longo do desenvolvimento das atividades para seus colaboradores. Isso irá refletir de forma positiva na experiência do seu cliente.
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  • 1. Classificação dos produtos e armazenamento

    1. Classificação dos produtos e armazenamento

    Só quem trabalha ou já trabalhou com estoque, sabe o tanto de problemas que podem acontecer, não é mesmo? Por lidar com ofertas, entrada e saída de produtos, é preciso estar atento a diversos fatores que envolvem esta área. Já fizemos uma publicação reunindo algumas das principais situações que costumam ocorrer em um estoque, e agora outras informações, confira aqui.
    A pergunta que não quer calar é: como evitar prejuízos financeiros e conseguir apurações melhores do que é investido? A gente sabe que realizar um bom controle de estoque não é uma das missões mais simples e por isso preparamos este conteúdo. Confira algumas dicas que separamos especialmente para você no decorrer deste texto.

    jovem fazendo anotações

    1. Classificação dos produtos e armazenamento

    Conhecer as especificidades de cada mercadoria e fazer a sua classificação é uma das dicas básicas que devem ser seguidas para reduzir prejuízos em seu estoque.
    Independentemente do porte de sua empresa, é primordial que todas as mercadorias sejam identificadas e devidamente classificadas. Isto é importante para que haja um maior controle da quantidade adequada. Além disso, gera uma avaliação mais assertiva das condições dos produtos, otimização do tempo de pesquisa e conhecimento de quais estão em falta ou não.
    Somado a isso, a classificação das mercadorias também contribui no tipo de armazenamento que cada uma deve ter para que não se desgaste. É válido lembrar que o local de armazenamento dos produtos também deve ser provido de organização, cuidado e limpeza.
    A nossa dica é que este inventário seja feito regularmente. Assim, você conseguirá realmente ter um bom controle dos produtos que entram, saem e sobram em seu estoque.

    equipe planejando compras

    2. Planejamento de compra

    Quem lida com vendas, também precisa se planejar bem quanto às compras, não é mesmo? Por isso é necessário avaliar a duração dos produtos no estoque até a venda, o custo financeiro destes e o tempo de entrega para poder definir o período ideal de realizar pedidos e evitar riscos de acúmulos ou sobras.
    Ademais, também é necessário escolher bons fornecedores para negociar os prazos de pagamento e as datas de compras da forma mais confiável possível.

    analisando planilhas

    3. Histórico de vendas

    Avaliar seu histórico de vendas, a saída, a reposição e o giro de produtos no estoque, contribui bastante. Não somente para que você adquira mais conhecimento do perfil de clientes, mas que mapeie suas preferências.
    A partir disso, será mais fácil identificar os produtos em que você deve investir mais, afim de evitar prejuízos, excessos, sobras ou acúmulos e manter a lucratividade da sua empresa sempre em dia.

    etiquetar produtos

    4. Segurança

    Ao lidar com vendas de mercadorias, você precisa estar preparado para manter a segurança destas e evitar furtos ou perdas. Para evitar isto, é válido etiquetar os materiais de sua empresa. Além disso, fazer controle frequente do inventário, instalar câmeras de segurança e treinar sua equipe é importante para manter o estoque seguro. Todas essas dicas lhe ajudarão a saber se posicionar em situações de risco.

    mãos femininas no computador

    5. Automação de processos

    Empresas com poucas ou muitas mercadorias podem passar por falhas em seu estoque. Felizmente, hoje já é possível contar com ferramentas que automatizam diversos processos,trazendo mais praticidade no dia a dia.
    Além de demandar menos tempo dos profissionais, fazer uso de sistemas de gestão também pode ajudar na integração da equipe. Também auxiliam no monitoramento dos dados, na geração de relatórios de produtos, na organização do seu estoque e redução de prejuízos.
    Sabemos que realizar uma boa gestão de estoque influencia diretamente nos lucros de uma empresa. Esperamos ter ajudado você com as dicas que reunimos aqui. Continue nos acompanhando e confira mais conteúdos como este em nosso blog!
    Quer saber mais sobre os sistemas de gestão de processos e força de venda? Agenda um papo com a gente clicando aqui ou, se preferir, ligue: (85) 4008-4508.

  • O que é lucro?

    O que é lucro?

    Sempre que fazemos o planejamento mensal das ações a serem realizadas, rapidamente nos perguntamos: como lucrar mais que o mês passado? A resposta para essa pergunta depende muito do que os gestores estão dispostos a fazer.

    Lucrar mais não exige apenas das estratégias de marketing da empresa, mas também da área comercial e administrativa. Ao contrário do que muitos pensam, o lucro não é apenas vender mais, e sim, fazer com que a empresa tenha mais dinheiro após pagar todas as suas contas.

    É fundamental entender isso porque muitas vezes é levado em consideração apenas as novas vendas do mês, porém, pouco se observa sobre as falhas de processos e erros humanos que geram custos para a empresa.

    Lucrar mais é um desejo para todos os tipos de organizações, mas neste conteúdo vamos focar nas empresas de distribuição atacadista (alimentação, cosméticos, higiene e outros).

    Continue a leitura para conhecer pontos importantes de como lucrar mais na sua empresa de distribuição.

    O que é lucro?

    De uma forma bem resumida podemos dizer que o lucro é o que sobra nas contas da empresa após o pagamento de todos os custos e despesas.

    É bastante comum encontrar pessoas que confundem o lucro com o lucro bruto ou até mesmo com o faturamento. O faturamento nada mais que o valor que entra no caixa da empresa. Se em um mês a empresa registrou a entrada de R$ 100 mil no seu caixa, significa que ela faturou esse valor.

    Agora, quando falamos de lucro bruto, estamos nos referindo ao valor que fica após o pagamento de custos operacionais referentes ao produto, alguns exemplos são o preço do produto vendido e os impostos sobre ele. Portanto, para que realmente se saiba qual o valor do lucro final também conhecido como lucro líquido, é necessário levar em consideração o desconto de outras despesas como:

    • salários e comissões de colaboradores;
    • contas de água, energia elétrica, telefone e outros custos operacionais;
    • licença de ferramentas e softwares;
    • Imposto de Renda e outras contribuições;
    • pró-labore ou salários dos donos e sócios, etc.

    Se em um mês a empresa faturou os R$ 100 mil e teve gastos e custos no valor de R$ 75 mil, significa que ela lucrou R$ 25 mil durante o período.

    Como é possível observar, o lucro não depende apenas do volume de vendas para ser considerado bom. As empresas precisam ser estratégicas em várias frentes para que possam aumentar os números.

    Esse resultado final depende muito de uma boa gestão tributária, além de uma gestão de processos administrativos e a implantação de tecnologias e automações.

    Como lucrar mais em uma distribuidora

    Como lucrar mais em uma distribuidora atacadista?

    Assim como na maioria das empresas, as distribuidoras atacadistas precisam estar atentas a diversas situações que envolvem os seus processos, sejam eles na gestão administrativa, tributária e estratégica ou na capacitação de colaboradores.

    Por isso, separamos 3 pontos importantes que devem ser analisados a fim de obter lucros melhores.

    1. Gestão tributária

    Parece muito óbvio falar sobre isso, mas por incrível que pareça ainda é bastante comum empresas que deixam de lucrar mais devido uma má gestão dos seus impostos.

    Para garantir que a empresa faça uma boa gestão tributária é importante ter o acompanhamento de um contador que analise cada detalhe e apresente uma proposta de regimes tributários que melhor se adequa à empresa.

    Com um especialista na área, a distribuidora pode garantir que tudo seja feito de acordo com a legislação. Pois é comum empresários praticarem a evasão fiscal ao invés da elisão fiscal. Perante a lei, evasão fiscal é quando há sonegação de impostos e a elisão fiscal é uma forma legal de reduzir o pagamento de tributos.

    2. Gestão de processos e administrativo

    A gestão de processos deve ser levada muito a sério para garantir o bom funcionamento da empresa, assim como para obter melhores lucros.

    Imagina que em uma distribuidora onde o processo que vai desde o pedido de um supermercado até o momento da entrega, seja feito de modos diferentes por cada colaborador. Esse desalinhamento faz com que o número de erros seja bastante alto e o volume de reclamações dos clientes também aumente.

    Da mesma forma acontece com os processos administrativos. Já pensou se cada colaborador usasse de forma indiscriminada os materiais de escritório? E se o setor de TI gerasse gastos aleatórios com manutenção ou adesão de equipamentos? Ou ainda, se os seus colaboradores sempre saíssem dos escritórios deixando luzes e ar condicionados ligados?

    Para isso, é importante que os gestores de uma distribuidora analise bem cada ponto dos processos e amarre de uma forma eficiente para que todos os colaboradores possam seguir. Assim como devem ser estipuladas regras internas a fim de ter um uso consciente dos recursos da empresa.

    3. Tecnologias e automações

    Quando falamos de automações, certamente podemos dizer que as distribuidoras fazem parte de um segmento que vem utilizando robôs a um certo tempo. Afinal, com as demandas cada vez maiores, seria impossível não se valer desse tipo de tecnologia.

    O grande problema é que essa tecnologia vem sendo aplicada apenas nos setores operacionais e logísticos. Quando o assunto é a área administrativa, marketing e comercial, sabemos que existe ainda uma certa resistência às ferramentas de automação.

    A área comercial de uma distribuidora é um dos setores que mais precisam de ferramentas robotizadas. Pois são responsáveis por um grande volume de pedidos e informações de clientes. Dessa forma, qualquer trabalho manual pode gerar sérios erros e consequentemente perda de dinheiro.

    É importante ressaltar que os erros operacionais são uns dos principais responsáveis pelo baixo lucro de uma empresa. Portanto, reduzir esses erros é fundamental para garantir mais dinheiro em caixa…

    Principal erro operacional em uma distribuidora atacadista

    Uma empresa de distribuição conta com diversos processos para garantir que as mercadorias cheguem até os seus clientes. Entre esses processos o que mais preocupa é o famoso “pedido em PDF”.

    Para quem trabalha nesse segmento, sabe que o pedido PDF é uma das formas mais comuns de se solicitar produtos a uma distribuidora. Acontece que, muitas vezes o colaborador responsável por receber esses pedidos e registrar a venda acaba fazendo tudo de forma manual, aumentando assim as chances de cometer diversos erros.

    Esses erros no processo de pedidos impactam seriamente no lucro da empresa, pois o que poderia sobrar no final do mês acaba se transformando em despesas, o que chamamos de prejuízo.

    Hoje, existem ferramentas desenvolvidas com as mais altas tecnologias a fim de evitar que esses erros aconteçam.

    Como lucrar mais com a ajuda da tecnologia

    Conforme mencionamos aqui, hoje existem tecnologias eficazes que aceleram a produtividade dos colaboradores e ainda garantem que todo o processo seja feito sem erros e prejuízos.

    A ferramenta Polipedidos PDF, por exemplo, é uma ferramenta que transforma todas as informações de um PDF em informações digitalizadas. Dessa forma o vendedor não precisa registrar os pedidos manualmente e evita os erros cometidos nesse processo de venda.

    Outra forma de reduzir custos e aumentar o lucro da distribuidora são as ferramentas e softwares em nuvem. Esse tipo de tecnologia já é bastante comum e simples nos dias de hoje, porém ainda pouco adotado pelas empresas mesmo com as facilidades que existem no mercado.

    Já imaginou quantas folhas de papel são impressas todos os dias? E as impressões de notas fiscais? Certamente é um custo a menos quando a distribuidora adere a digitalização e para de gastar com documentos físicos.

    Quer saber como a sua distribuidora pode estar lucrando mais com essas e outras dicas? Então fale com a nossa equipe e faça um diagnóstico da sua empresa. O nosso time de consultores vai ter o maior prazer de te ajudar nessa missão.

    Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado. Aproveite e compartilhe com seus colegas. Até mais!

    Como lucrar mais em uma distribuidora

  • Avalie o tempo das atividades da sua equipe

    Avalie o tempo das atividades da sua equipe

    Vamos falar de produtividade em vendas?

    Esse é um tema que quase todo mundo tem o mesmo pensamento: Produtividade: vamos aumentá-la! Em seguida, é que surgem as dúvidas, mas como?

    De acordo com pesquisa recente do The Bridge Group, os profissionais de vendas desejam constantemente maximizar os resultados das vendas enquanto controlam o custo, o tempo e o esforço.

    O desafio é real, considere algumas das coisas que podem atrapalhar as vendas dos vendedores:

    • falta de planejamento;
    • dados descentralizados;
    • comunicação confusa;
    • demandas não previstas;
    • sistemas complexos e ultrapassados;
    • alterar prioridades das atividades de vendas;
    • papelada desnecessária;
    • falta de alinhamento entre vendas e marketing.

    Avalie o tempo das atividades da sua equipe

    O primeiro passo para descobrir como otimizar a produtividade do seu time, é saber onde e como os vendedores atualmente gastam seu tempo.

    Muitos vendedores pensam que gastam seu tempo com sabedoria e seus registros provavelmente refletem isso. Mas muitos de nós, por exemplo, somos culpados de exagerar no tempo gasto em atividades não solicitadas, como ligações, apresentações e visitas não planejadas.

    Portanto, se você quiser usar melhor o tempo da sua equipe, incentive os vendedores a serem honestos, a se auto-avaliarem e serem realistas ao registrarem seu tempo. Não faça prejulgamentos e você deve obter o retorno correto.

    Com uma avaliação, você verá e entenderá melhor a sua realidade na produtividade de vendas.

    Saiba o que fazer com o tempo

    Simplifique atividades como verificação de potenciais clientes, organize estrategicamente a agenda de visita dos seus vendedores, concentre as rotinas em uma única ferramenta de campo, aproveite-se das facilidades da tecnologia, assim você poderá agilizar o processo de vendas e ter mais tempo para focar na experiência de compra, além de ter mais tempo para fortalecer o relacionamento com seus clientes.

    Aqui reunimos 5 dicas importantes que vão te ajudar a fazer sua equipe mais produtiva

    1 – Mensure de forma diferente

    É bem mais fácil medir as vendas, metas, receitas, pois estes são indicadores sólidos de sucesso. Já avaliar (e recompensar) a venda é um pouco mais difícil. Se você deseja alcançar novas metas, é muito importante que você defina e estruture suas estratégias de vendas, acompanhe e recompense os ganhos e resultados de produtividade, incluindo métricas como taxa de fechamento, taxa de devoluções, positivação e tempo do ciclo de vendas por exemplo.

    2 – Simplifique o fluxo de trabalho

    Muitos vendedores afirmam que gastam várias horas por semana em processos manuais para descrever clientes em prospecção, vendas e outras atividades que são vitais para fechar negócios.

    As organizações de vendas desejam manter os vendedores responsáveis por seu tempo. Mas muita papelada e processos complexos, tornam os vendedores prisioneiros de processar. Elimine o máximo possível, atividades em que só se perde tempo, mas não entregam nenhum resultado.

    3 – Simplifique o sistema

    Visando aumentar a eficiência do time, muitas organizações ampliam a tecnologia. Eles fornecem aos vendedores ferramentas para vídeo, bate-papo, rastreamento de e-mail, compartilhamento de documentos, apresentações, planilhas, pontuação, etc. Gerenciar tudo isso pode prejudicar a produtividade das vendas!

    Com tantas ferramentas para se concentrar, os vendedores costumam ficar lentos tentando alinhar todas as informações e cumprir processos em soluções distintas, que muitas vezes não possuem nenhuma relação umas com as outras.

    Tente colocar o máximo de ferramentas possível numa única solução, um aplicativo multiuso por exemplo. O que é importante são as informações, a integração, a segurança dos dados e as métricas centralizadas, fáceis de acessar e simples de entender e acompanhar.

    4 – Digitalize de forma sensata

    A tecnologia facilita demais nossas vidas, não é mesmo? Entretanto, precisamos utilizá-la de maneira consciente para evitar ficarmos sobrecarregados pelo seu manuseio.

    O e-mail e WhatsApp provavelmente são suas melhores ferramentas para manter contato com clientes atuais e potenciais, porém ambos precisam ser gerenciados para que não se torne uma bagunça na comunicação.

    Defina uma programação que funcione para você – até seis vezes por dia no máximo é o que os especialistas recomendam.

    Postagens em mídias sociais e buscas na Internet podem se transformar em muitas horas perdidas sem auto-gerenciamento. Lembre-se: o envolvimento da mídia social deve levar a vendas. Participe com qualidade, não com quantidade.

    5 – Capacite sua equipe

    Um bom treinamento de vendas ensina o time a conhecer o perfil de seus potenciais clientes, estudar mais sobre ele e sua forma de pensar, sobre o produto ou serviço que você oferta.

    Aqui alguns pontos para abordar em um treinamento de vendas:

    • Identificar quais dores o seu cliente quer resolver;
    • Quais transformações ele deseja;
    • O que mais valoriza em um produto ou serviço.

    Também é seu dever, bem como de sua equipe comercial, mergulhar no universo do seu produto, pois assim vocês estarão muito mais seguros, e poderão passar com mais clareza e assertividade como seu produto funciona, quais os diferencias, quais públicos ele atende e isso vai ajudar a garantir que a solução ofertada, seja realmente o que seu cliente precisa.

    Toda empresa busca meios para atingir melhores resultados e proporcionar uma boa experiência ao público. Monitore suas próprias atividades – ou as do time – e pense a todo momento: como posso aumentar a produtividade em vendas de acordo com o meu mercado, minha empresa e minha equipe? Assim, temos certeza que a rotina caminhará para uma melhor performance e isso é fundamental para o crescimento do seu negócio.

    Conheça o Poliequipes, utilizado a para a gestão de equipes de vendas. O Poliequipes é uma solução inovadora da Polibras Software que une força de vendas e gestão de processos. Agilidade e eficácia na palma da sua mão.

    Um sistema efetivo que potencializa as vendas do atacadista distribuidor e gerencia os processos dos seus vendedores em campo.

    Confira todas as vantagens:

    🔹  Se adequa a qualquer equipe;

    🔹  Emite relatório de visitas totais, concluídas, pendentes e não realizadas;

    🔹  Faz acompanhamento de check-in e check-out em tempo real;

    🔹  Estabelece metas de visitas para equipe;

    🔹  Cria agenda e jornada do agente externo;

    🔹  Criação de pesquisas e checklists customizáveis para todo tipo de equipe.

    Saiba como o Poliequipes pode aumentar a produtividade da sua equipe e otimizar seus resultados em 2021.
  • 1. Equipe de alta performance

    1. Equipe de alta performance

    O seu consumo de tecnologia aumentou nos últimos anos? Provavelmente, há alguns momentos da sua rotina em que você não se imagina mais sem determinados eletrônicos ou aplicativos, por exemplo. Os avanços tecnológicos se tornaram mais frequentes, auxiliando até no controle de atividades de empresas ao redor do mundo.

    Com isso, foi possível perceber tanto mudanças efetivas no comportamento do consumidor quanto transformações importantes para o setor de distribuição e atacado.

    Com o objetivo de aproveitar melhor as novas possibilidades, otimizar as tarefas, melhorar a qualidade dos processos e gerar mais competitividade no mercado, muitas organizações passaram a investir em ferramentas tecnológicas para obter resultados mais significativos. O período de distanciamento social agilizou a necessidade de investir em tecnologia na rotina de muitas empresas.

    De acordo com uma pesquisa da ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores), apurada pela FIA (Fundação Instituto de Administração) com um grupo representativo das organizações, o desempenho do setor atacadista e distribuidor foi surpreendente durante a pandemia de Covid-19, no ano de 2020, registrando um aumento nominal de 10,17% com relação ao mês de junho de 2019.

    Você sabe dizer como as atividades do setor atacadista distribuidor sofreu mudanças positivas por meio do auxílio da tecnologia? Continue a leitura desse post com a gente e saiba como melhorar a gestão da sua empresa e da sua equipe. Vamos lá!

    1. Equipe de alta performance

    Ter uma equipe produtiva é um dos objetivos mais comuns entre os empreendedores que desejam obter mais sucesso no mercado. Porém, como conseguir manter o engajamento dos colaboradores ao longo das atividades e dos prazos?

    Como uma das principais atividades da gestão é garantir que os colaboradores realizem as tarefas com o máximo de bom desempenho possível, a fim de entregar resultados mais eficazes, a tecnologia pode ser extremamente útil para contribuir na melhoria do potencial do time.

    Com um sistema de automação, por exemplo, você consegue integrar a equipe, melhorar a comunicação, otimizar o tempo das demandas e aprimorar o fluxo de vendas, melhorando a produtividade e a motivação dos profissionais.

    2. Controle de estoque com segurança

    Ter um bom controle de estoque é essencial para empresas atacadistas e distribuidoras. Por meio de uma boa gestão de estoque, a organização tem a oportunidade de se destacar perante à concorrência, diminuindo os prejuízos e aumentando as vendas.

    Para fazer isso com segurança, algumas ferramentas tecnológicas podem ajudar você e sua empresa. Um software de gestão vai estabelecer datas para recebimento e armazenamento, analisar dados importantes sobre entradas e saídas, definir indicadores (lotes e validades) e diminuir a quantidade de falhas, de forma mais prática e ágil.

    Descubra como reduzir custos e perdas no controle de estoque da sua empresa, clicando aqui.

    3. Acompanhamento de processos

    Outra atividade que pode ser otimizada com a tecnologia é a realização do monitoramento de tarefas. Fazer planejamentos e definir metas é muito importante para qualquer empresa se desenvolver bem, mas isso não gera tantos resultados sem o acompanhamento de fluxos.

    Acompanhar sua equipe, ao longo dos processos, contribui para a avaliação do desempenho dos colaboradores, para a definição de estratégias mais assertivas e o aumento do engajamento da equipe. Contar com o auxílio de um sistema de gestão só torna essa tarefa mais simples e efetiva.

    4. Análise de dados e métricas

    Identificar os dados e as métricas dos processos e resultados é uma forma de melhorar a qualidade dos serviços ou produtos oferecidos pela sua empresa, além de aumentar a oportunidade de fidelizar e atrair mais clientes.

    O monitoramento de informações é extremamente necessário para desenvolver empresas atacadistas e distribuidoras, visto que estas estão em constante mudança e precisam contar com mais assertividade e eficiência em seus processos. 

    Ao contar com um software de gestão, o gestor e a equipe adquirem mais segurança e tempo para otimizar suas tarefas e seus recursos financeiros.

    O Poligestão é a opção perfeita para quem precisa integrar departamentos, dados e recursos para manter a produtividade sempre em alta. Com essa ferramenta, você consegue otimizar os processos internos, ter uma gestão focada no resultado e impulsionar seus lucros. Saiba mais informações, clicando aqui, e agende já uma demonstração para garantir essa oportunidade.
    Para conferir mais conteúdos como esse e saber como levar sua empresa ao futuro de forma segura, controlando suas atividades com precisão, é só continuar acompanhando o nosso blog, falar com a gente e seguir nossas redes sociais: Facebook, Instagram e Linkedin.

  • O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    Vendas 4.0 é mais do que uma tendência, é uma mudança profunda na forma como empresas industriais e distribuidoras se relacionam com o mercado, tomam decisões e otimizam suas operações comerciais. 

    Em um cenário cada vez mais digital, competitivo e orientado por dados, a tecnologia se torna o motor que impulsiona equipes de vendas externas rumo a um desempenho mais ágil, inteligente e centrado no cliente.

    De acordo com o estudo Experiência é tudo, da PwC, 80% dos consumidores destacam a velocidade como um dos fatores mais determinantes para uma experiência positiva.

     Isso mostra que o sucesso comercial não depende apenas de preço ou produto, mas da capacidade de resposta e da personalização das interações, pilares essenciais do conceito de vendas 4.0.

    O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    Antes da revolução 4.0, as vendas externas eram pautadas em processos manuais, pouca integração de dados e decisões baseadas mais na intuição do que na informação. Hoje, o contexto é outro.

    As vendas 4.0 representam a aplicação de tecnologias digitais (como inteligência artificial, automação, análise de dados e mobilidade) na gestão e execução das estratégias comerciais. 

    O objetivo é unir eficiência operacional e experiência do cliente em um mesmo fluxo, criando equipes mais estratégicas e clientes mais satisfeitos.

    Empresas que adotam esse modelo conseguem antecipar demandas, identificar padrões de compra, personalizar ofertas e reduzir custos. 

    Ou seja, não se trata apenas de vender mais, mas de vender melhor, com base em dados e em uma compreensão profunda do comportamento do cliente.

    Principais características das Vendas 4.0

    As vendas 4.0 se sustentam em um conjunto de práticas e tecnologias que elevam a produtividade e a inteligência da operação comercial. Antes de listar os pilares, é importante compreender que cada um deles contribui para uma operação mais conectada e centrada no cliente.

    1. Automação de processos

    Tarefas repetitivas, como atualização de pedidos ou controle de visitas, passam a ser automatizadas, liberando tempo para o vendedor focar no relacionamento e na estratégia.

    2. Integração total de dados

    Informações sobre estoque, clientes e faturamento fluem entre os sistemas, garantindo decisões rápidas e assertivas.

    3. Tomada de decisão orientada por dados (data-driven)

    Relatórios e dashboards permitem identificar tendências e ajustar rotas de venda em tempo real.

    4. Mobilidade e conectividade

    O vendedor tem acesso completo às informações via aplicativos, mesmo em campo, garantindo agilidade nas negociações.

    5. Foco na experiência do cliente

    Personalização, rapidez e transparência são diferenciais competitivos indispensáveis.

    6. Análise preditiva e inteligência artificial

    Ferramentas que ajudam a prever demandas, recomendar produtos e otimizar o desempenho das equipes.

    Essas características permitem que a operação comercial atue de forma proativa, reduzindo desperdícios e aumentando a satisfação dos clientes — justamente o que o mercado moderno exige.

    Como as Vendas 4.0 impactam indústrias e distribuidoras

    As vendas 4.0 não são exclusivas do varejo digital. Elas têm impacto direto no dia a dia de indústrias e distribuidoras, que dependem de equipes de vendas externas para garantir cobertura de mercado e relacionamento próximo com clientes.

    Ao adotar tecnologias de automação comercial e roteirização inteligente, por exemplo, essas empresas passam a ter mais controle sobre as operações, maior eficiência logística e decisões embasadas em dados reais. Isso significa menos tempo perdido com deslocamentos, pedidos mais precisos e clientes melhor atendidos.

    Além disso, a integração entre setores (vendas, estoque, financeiro e logística) elimina retrabalho e melhora a comunicação entre times. Em um ambiente onde velocidade é sinônimo de boa experiência, segundo o estudo da PwC, essa integração se torna um diferencial competitivo essencial.

    Vendas 4.0 e o papel estratégico da tecnologia da Polibras

    A transição para o modelo de vendas 4.0 exige mais do que boas intenções: requer ferramentas tecnológicas que conectem pessoas, dados e processos em tempo real. É aqui que entram as soluções da Polibras.

    Com softwares desenvolvidos especialmente para indústrias e distribuidoras que trabalham com vendas externas, a Polibras oferece recursos que tornam o dia a dia das equipes mais ágil e inteligente, da roteirização automatizada ao pedido de vendas, passando pelo acompanhamento de performance e controle de indicadores comerciais.

    As soluções da Polibras permitem que cada vendedor tenha nas mãos todas as informações necessárias para atender o cliente com rapidez e precisão, enquanto os gestores acompanham os resultados de forma centralizada e estratégica.

    Em outras palavras, a Polibras transforma tecnologia em produtividade, e produtividade em crescimento sustentável.

    Conclusão: vender mais é vender melhor com Vendas 4.0

    As vendas 4.0 representam a evolução natural das operações comerciais no contexto da Indústria 4.0. Não se trata apenas de digitalizar processos, mas de repensar a forma como as empresas se conectam com seus clientes, gerenciam suas equipes e tomam decisões estratégicas.

    Ao adotar tecnologias que unam dados, automação e mobilidade, indústrias e distribuidoras não apenas ganham eficiência, elas conquistam relevância em um mercado cada vez mais exigente e dinâmico.

    E com as soluções da Polibras, essa transformação se torna simples, integrada e orientada a resultados reais. Porque no novo cenário das vendas 4.0, quem tem informação e agilidade tem vantagem competitiva.

  • O que é e-commerce?

    O que é e-commerce?

    O Brasil superou a marca de um Smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos (FGV-SP).
    É cada vez mais comum os usuários se utilizarem dessas tecnologias em sua atividades diárias.  Logo, muitas empresas no intuito de aumentar suas vendas enxergam nesta tecnologia mais uma oportunidade de alcançar pessoas e ter melhores resultados. De que forma? Através da experiência de compra online.
    Uma categoria deste segmento em bastante expansão no mercado brasileiro é o e-commerce, então mostraremos de uma vez por todas o que é, como funciona e tudo que você precisa saber sobre esse mercado em expansão.
    Quer saber mais do assunto? Neste artigo você vai aprender:

    •  O que é e-commerce;
    •  E-commerce B2B e B2C, qual a diferença;
    • Quais problemas o e-commerce B2B resolve?;
    • Mercado em expansão;
    • Dicas para investir em um e-commerce;

     

    ebook ecommerce b2b

    O que é e-commerce?

     

    A partir da tradução já se sabe muito do seu significado, comércio eletrônico, que quer dizer vendas online, é uma modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras por meio de dispositivos como computadores, tablets e celulares, ou seja, todo o processo de compra e pagamento é feito virtualmente.
    Geralmente, são vendidos nesse segmento produtos ou serviços que estamos acostumados a ver em shoppings e lojas físicas, mas, na internet, onde todas as vendas são facilitadas através de anúncios ou compartilhamentos em redes sociais.
    Outro ponto importante é que e-commerce traz produtos apenas de uma única loja ou fabricante. Ou seja, nem toda forma de venda pela internet pode ser considerada e-commerce, mas calma, vou explicar melhor a seguir.

    Qual a diferença entre E-commerce e Marketplace?

    ecommerce versus marketplace

    Os dois são um canal venda online, no entanto, no caso do marketplace trata-se de uma plataforma onde se incluem várias lojas, e geralmente essa plataforma faz o intermédio entre o consumidor e a loja no que diz respeito aos processo de cobrança, entrega e qualidade do produto vendido.

    Imagine uma situação hipotética em que há um grande galpão com lojas diferentes onde cada uma tem seu espaço para expor produtos e vendê-los. O espaço destinado para essas lojas são padronizados e precisam atender determinadas regras estabelecidas pela administração do galpão para funcionar.
    Neste caso também, o cliente final, após passear por todas as lojas e escolher os produtos, têm que efetuar o pagamento em um único caixa gerenciado pelo Galpão.

    Imaginou? Pronto, agora imagina a mesma situação no meio digital e você terá a definição de marketplace.

    fluxo infografico marketplace

     
    Se você pensou em Mercado Livre, OLX, Netshoes e até Airbnb, significa que você entendeu bem o conceito de marketplace.
    Quando se trata de e-commerce o cenário é diferente.
    Desta vez pedirei para que você imagine uma loja toda personalizada com logótipo e as cores da sua identidade visual, neste caso vendendo apenas seus produtos e os expondo e criando campanhas promocionais quando bem desejar. Todo gerenciamento financeiro, logístico e controle de qualidade é feito pela própria loja.
    Pois bem, se mudarmos tudo isso para o cenário virtual, você terá a definição de e-commerce.

    E-commerce B2B e B2C, qual a diferença?

     
    diferença entre ecommerce b2b e b2c
    O conceito de vendas pode ser igual, no entanto esses e-commerces são completamente diferentes, no caso do B2B (business to business) a plataforma é voltada para clientes específicos e vendas entre empresas, não para público final.
    Dependendo da complexidade e abrangência do projeto os requisitos técnicos são cruciais no cenário B2B, neste caso o sistema precisa ser preparado para as especificidades deste segmento e flexíveis o suficiente para cada modelo comercial.

    Requisitos do cenário B2B que não existem no B2C:

    As negociações de produtos e serviços entre empresas (B2B) retratam cenários bem mais complexos e diversos que as entre empresa e consumidor (B2C). Destacam-se alguns requisitos e atributos desse modelo de comércio, reforçando a diferença entre ambos e ressaltando suas vantagens.e-commerce múltiplas tabelas de preço
    •  Múltiplas tabelas de preços: ao contrário do B2C, no B2B os preços variam de acordo com a estratégia de venda, quantidade do pedido, clusterização de praça, nível de cliente, etc;
    • Múltiplos perfis de clientes: como citado acima, existem agrupamento de clientes que tem condições de preço e prazo diferentes por uma série de fatores, como, sazonalidade, campanha de segmento específico, época do ano, etc;
    • Múltiplas formas de pagamento: muitas vezes as formas de pagamento tradicionais como cartão de crédito, boleto ou depósito bancário fica inviável para alguns clientes, por isso é necessário também que a plataforma gerencie pagamentos faturados, Cartão BNDES, duplicata, etc;
    • Navegação personalizada: perfil de clientes que compram em larga escala, ou seja, 10mil a 20mil produtos com itens diferentes, é necessário que tenham uma navegação adaptada para o fluxo de compra;
    • Regras fiscais: geralmente vendas B2B lidam com cálculo de impostos que variam por estado, produtos, etc.


    Quais problemas o e-commerce B2B resolve?

    O processo de compra geralmente se baseia em várias etapas, envolve mais de uma pessoa e possui duração de tempo estendida, essa sequência quando frequente pode se tornar maçante. Mas a negociação uma vez facilitada é capaz de mudar toda a atividade para quem tem essa constante necessidade empreendedora.
    Dessa forma o B2B oferece um modelo de comércio inovador, e com a adoção de novas estratégias prioriza atender os desejos e preferências de seu cliente, no caso, sua empresa cliente.
    A seguir, pontuei alguns problemas resolvidos através da inserção do E-commerce B2B, o comércio eletrônico de vendas online, tais como:

    Acessibilidade

    acessibilidade ecommerce
    Por se tratar de uma transação feita inteiramente pela internet desde sua escolha ao pagamento, difere automaticamente de todo o modelo de comércio ultrapassado e dificultoso antes adotado sem opções para a reposição de estoque. Assim, o B2B adota um cenário de comodidade e facilidade em suas vendas, sem a limitação geográfica e sem a necessidade de locomoção, já que seu procedimento de compra é feito por dispositivos eletrônicos.

    Conheça o Polistore App Clientes B2B, é uma ferramenta de e-commerce b2b ideal para atacadistas e distribuidores.

    Custo

    B2B é redução de custos e ganho de eficiência. Apresenta economia desde o corte dos catálogos impressos até o custo de visitas. O meio de divulgação mais simples de produtos e mercadorias, além de caro com seus custos para produzir, imprimir e distribuir, com o tempo também se tornou excedido, intitulado hoje como método antigo. Com as plataformas B2B há uma divulgação mais eficiente, sem limitação de informações e de alcance mais exteriorizado. Essas mesmas plataformas apresentam uma aba específica, onde as visitas físicas aos clientes são substituídas por um canal de relacionamento, onde suas dúvidas são tiradas, e seus problemas, sempre que possível solucionados.  
    e-commerce b2b aumente seu faturamento

     

    Pouca variedade

    Um dos principais pontos em destaque do B2B é o extenso catálogo digital de produtos, pacotes, preços e marcas, possibilitando o cliente uma comparação detalhada antes da escolha e eliminando totalmente o imprevisto e a surpresa com as ausências. 
    Por que coloque-se na seguinte situação; você, proprietário ou funcionário de um mercado tem a necessidade de abastecer seu estoque e se desloca pessoalmente ao armazém. Após a chegada se depara com poucas opções e sem as desejadas, já que a reposição é em maior intervalo de tempo e as variedades mais limitadas. Ou seja, gastou seu tempo, locomoção, disponibilidade e combustível para retornar insatisfeito e descontente. Nada mais desagradável não é? 
    Desse modo, o B2B de maneira prática, disponibiliza em suas plataformas exatamente o que há e o que não há disponível, sem as inconveniências de surpresas impertinentes.

    Mercado em expansão

    ecommerce mercado em expansão
    Após ultrapassar a projeção de crescimento de 12% para o ano de 2018 e faturar
    R$ 53,2 bilhões, o e commerce se mantém em um cenário de crescimento contínuo e expressivo como nos anos anteriores.
    Em 2017, segundo a pesquisa Webshoppers feita pela Ebit o faturamento chegou a R$ 47,7 bilhões, o que significa que em relação a 2016 quando foi registrado R$ 44,4 bilhões houve um aumento de 7,5%. 
    Isso provavelmente possa significar, além de um consumidor adepto aos dois comércios tanto online quanto offline, uma migração para o virtual. De acordo com o estudo do Atlas, 31% das compras de 2017 foram efetuadas online, inclusive via mobile . Ainda assim, cerca de 80% dos carrinhos de compras eletrônicos foram e são abandonados. Agora consegue imaginar como seria se fosse implantado novas e melhores estratégias nesse modelo de comércio? Não é muito difícil pressupor que haveria um aumento nos volumes gerados, facilitando assim uma maior expansão. É tudo questão de circunstância. 
    Dentre os principais fatores que intermediam essas expectativas e resultados positivos podemos citar os celulares e dispositivos mobile, eles correspondem a 42% das vendas finalizadas no primeiro semestre de 2019. Isso ocorre pelo fato de que terem cada vez mais acesso aos dispositivos móveis e internet automaticamente reflete no comportamento de compra dos consumidores e movimenta o comércio eletrônico. No Brasil por exemplo há pelo menos um celular em 92% das residências de acordo com o levantamento do IBGE , e hoje, o modelo de compras virtual é um dos que mais cresce no país.
    Outro fator importante para destacar são os investimentos em tecnologia pelas lojas virtuais, que possibilitam cada vez mais o aprimoramento de seus mecanismos e a expansão dessas plataformas, contribuindo inclusive para a entrada de novos consumidores e para o retorno cada vez mais constante de visitantes e clientes. 
    Visto tudo isso, para 2019 as expectativas não são nada baixas. Espera-se um aumento de 15% com vendas chegando a R$ 61,2 bilhões. Tal otimismo considera um marketing digital mais centralizado e um número maior de empreendedores buscando o e-commerce. 
    Ou seja, os volumes de transação das plataformas, que já imensos e movimentando trilhões continua a crescer de modo expressivo.


    Dicas para quem quer investir no e-commerce B2B


    O cenário para quem quer começar seu negócio de vendas online nunca esteve tão propício como agora.

    Dados e resultados asseguram que é um dos melhores e mais eficazes meios para empreender atualmente em consequência de sua ligeira expansão, flexibilidade de mercado, diversidade de negócios, e um dos pontos mais consideráveis; economia.

    E apesar de ser um início um tanto menos burocrático quanto o de um negócio físico, ainda existem alguns pontos recomendados e outros imprescindíveis para possuir sucesso no comércio.
    Buscando lhe ajudar nessa trajetória, listamos os principais passos para criar e investir em e-commerce:

    Planeje e pesquise

    Antes de tudo, é de extrema importância um bom planejamento com objetivos e metas traçados; quanto mais detalhes melhor. Vai desde o produto ou serviço que irá a venda até a melhor ou as melhores plataformas que o disponibilizará.
    Também é importante colher o máximo de informações que puder sobre o modelo de negócio que você escolheu, as tecnologias mais atuais que poderá usar a seu favor, as principais tendências, os maiores concorrentes e até o comércio eletrônico de modo geral, definindo assim, suas melhores estratégias para entrar nesse meio tão competitivo.
    Dessa forma, além de facilitar posteriormente a construção e acompanhamento do negócio, será possível também ter a informação do quanto você aproximadamente irá investir.

    Projeto o futuro

    Antes de tudo, é de extrema importância um bom planejamento com objetivos e metas traçados; quanto mais detalhes melhor. Vai desde o produto ou serviço que irá a venda até a melhor ou as melhores plataformas que o disponibilizará.
    Também é importante colher o máximo de informações que puder sobre o modelo de negócio que você escolheu, as tecnologias mais atuais que poderá usar a seu favor, as principais tendências, os maiores concorrentes e até o comércio eletrônico de modo geral, definindo assim, suas melhores estratégias para entrar nesse meio tão competitivo.
    Dessa forma, além de facilitar posteriormente a construção e acompanhamento do negócio, será possível também ter a informação do quanto você aproximadamente irá investir.

    Crie e personalize a estrutura

    Definir a arquitetura de navegação e layout é como subir o concreto em um negócio físico; é o que e como fará tudo funcionar.
    Deve atentar-se ao fato de que desenvolver o estilo de uma loja online consiste em inúmeras opções de design que deverá transparecer ligeiramente sua identidade visual, o que irá requer o dobro de atenção e detalhes no planejamento.
    A estrutura consistirá basicamente em dois segmentos, o de audiência e o de vendas.
    O de audiência é onde irá encontrar e interagir com o público. Quanto maior seu alcance, maior sua audiência e mais clientes em potencial possuirá, dessa forma, deve ser prioridade um bom atendimento e engajamento e postagem de conteúdo que desperte interesse para que o impulsione sempre mais. Facebook e Instagram são os melhores exemplos desses canais.
    Já o de vendas será o responsável pelo processo de compra dos clientes, que possivelmente migraram dos canais de audiência. Há opções já prontas e mais fáceis como o Mercado Livre onde basta cadastrar e vender, mas também existe a alternativa de desenvolver toda uma outra estrutura para o próprio canal de venda, sendo mais complexo.
    É importante também que não se esqueça do processo de regulamentação, que é fundamental para evitar os riscos que comprometem o funcionamento de seu negócio.

    Alavanque seu e-commerce com marketing digital

    E por último mas igualmente importante; o marketing. Um bom marketing online e a divulgação efetiva do seu site são o que ajudam a trazer o retorno. 
    É feito principalmente por canais de divulgação, como as redes sociais, e através de anúncios na web e newsletter, utilizando sempre as estratégicas palavras-chave, um bom título e elementos que chamem atenção.
    Seu intuito é atrair o máximo de pessoas que for possível e simultaneamente alavancar negócio com postagens e produção de conteúdos, fotos e até vídeos despertando e instigando a curiosidade pública.