Key Performance Indicator (KPI) são indicadores-chave úteis para medir resultados e acompanhar o desempenho de estratégias adotadas por uma empresa.
Os indicadores devem ser usados para entender os gargalos presentes na empresa e quais estratégias funcionaram. Com base nesses dados, você conseguirá tomar melhores decisões em ações futuras e que estão ocorrendo no momento.
Com o e-commerce não é diferente. Assim como você precisa metrificar os KPIs de cada setor, o mesmo deve ser feito com o seu e-commerce, sobretudo o B2B.
As vendas de empresas para empresas são ainda mais complexas do que para uma pessoa física. Geralmente, a pessoa jurídica é representada por uma persona decidida no momento da compra, sempre baseia-se no racional e costuma ser um cliente fiel, realizando compras recorrentes.
Se você ainda não sabe quais os KPIs de vendas para e-commerce B2B, contaremos tudo neste artigo.
Mas antes, defina seu público
Definir um público-alvo não é apenas decidir se venderá para empresas A ou B. Uma distribuidora precisa de um público bem definido para conquistar novos clientes e, assim, ampliar o território de vendas.
Digamos que a sua empresa seja uma distribuidora de carnes nobres. Não faz sentido vender para estabelecimentos veganos ou um mercadinho pequeno de bairro, já que o produto, por ser de carnes nobres, é mais caro do que o comum.
Com base no exemplo acima, o seu público pode ser definido como: restaurantes e churrascarias de médio a grande porte, que possuem clientes de boas condições aquisitivas, apreciadores de bons cortes.
No caso de vendas B2B, existem algumas variáveis que devem ser consideradas na definição do público:
Segmento de atuação;
Porte da empresa;
Faturamento;
Número de funcionários;
Localização;
Maturidade no mercado.
Dito isso, vamos conhecer alguns KPIs para e-commerce B2B.
KPI 1: Taxa de retenção de clientes
Um KPI para e-commerce B2B interessante de ser observado é a taxa de retenção de clientes online. Esse indicador é útil para identificar pontos a serem aprimorados.
O e-commerce B2C, geralmente, é utilizado como único canal de venda. Já empresas que vendem para empresas, utilizam o e-commerce como canal complementar.
Portanto, se a taxa de retenção for positiva, pode ser interpretado que os seus clientes estão obtendo uma boa experiência de compra e a sua loja online atende as necessidades deles.
Caso contrário, se os números não forem expressivos, significa que o seu e-commerce pode apresentar problemas de usabilidade e os usuários não estão conseguindo concluir as tarefas desejadas.
KPI 2: Frequência de pedidos
Com qual frequência os seus clientes compram de você? E quais os pedidos com maior ranque de compras? A frequência de pedidos também é outro KPI para e-commerce B2B que indica a eficiência do seu canal online e a adesão por parte dos clientes.
Uma plataforma de e-commerce B2B não representa a receita total de uma distribuidora, mas é uma ótima alternativa para ampliar a tiragem de pedidos, sem aumentar o número de vendedores em campo.
KPI 3: Ticket médio
Ticket médio refere-se a média de valor das vendas em um determinado período. É um indicador que mostra quantos negócios vantajosos a empresa está conseguindo fechar.
Para calcular o ticket médio do seu e-commerce, basta seguir a fórmula: Faturamento do mês / Quantidade de vendas no mês = ticket médio.
Após entender o ticket médio do seu e-commerce B2B, você pode fazer uma comparação de qual canal está com melhor desempenho: online ou off-line. Assim, implementar ações individuais de melhorias.
Acompanhar os KPIs para e-commerce B2B permite que você entenda o comportamento e as necessidades dos seus clientes, tenha retorno dos seus investimentos e identifique novas oportunidades para o seu negócio.
O acesso mais facilitado à internet, a evolução das mídias digitais e sociais e a transformação de tendências nos processos de compra e venda, geraram um novo perfil de consumidores. E por falar em tendências, o e-commerce, também conhecido por comércio eletrônico ou virtual, tem se tornado um canal de vendas que cresce cada vez mais tanto mundialmente quanto no Brasil. Se você ainda não está por dentro deste tipo de venda, quer saber mais sobre o assunto ou deseja iniciar um negócio online e fazer parte deste universo, prossiga na leitura deste texto!
O que é e-commerce e como ele surgiu?
Primeiramente, é fundamental entender o que está envolvido neste termo tão falado ultimamente. Como foi falado acima, o e-commerce pode ser chamado por “comércio eletrônico”, onde é realizada uma transação pela Internet. O surgimento deste mercado se deu no início dos anos 90 e se fortaleceu a partir de uma loja virtual de livros, que entrou no ar em 1994 e, hoje, é nada mais nem menos do que a Amazon. Aqui no Brasil, a primeira loja online foi lançada em 1996: chamada BookNet, que se transformou na Submarino depois de alguns anos. Desde esse tempo, o e-commerce é um canal de vendas que só tem se desenvolvido aceleradamente, gerando mais lucros para pequenos e grandes empresários e conquistando mais reconhecimento.
Como está a evolução do e-commerce?
Conforme pesquisa da eMarketer, o comércio eletrônico apresentará um crescimento de dois dígitos até 2020, podendo experimentar vendas que vão exceder US$ 4 trilhões e, segundo informações dadas pela Ebit|Nielsen, a expectativa é de crescimento de 15% com vendas previstas de R$ 61,2 bilhões no e-commerce brasileiro. Atualmente o Brasil é considerado um dos países com as maiores taxas de crescimento do e-commerce no mundo, mesmo com os altos e baixos da economia em diversos setores comerciais, e só tende a se expandir nos próximos anos.
Quais são as categorias do comércio eletrônico?
O e-commerce pode ser dividido em três categorias. Confira as definições e especificidades de cada um destes:
Business to Consumer (B2C)
Este é o mais conhecido dos três tipos e também pode ser chamado de varejo online, onde vendedores criam lojas virtuais com o intuito de vender produtos ou serviços diretamente para seus consumidores finais.
Business to Business (B2B)
Em crescimento constante no Brasil, esta categoria também é conhecida como e-commerce atacadista, onde distribuidores ou fabricantes realizam a venda online de produtos ou serviços somentes para outras empresas.
Consumer to Consumer (C2C)
Também conhecido por marketplace, este tipo de e-commerce é basicamente um site em que é possível que qualquer pessoa cadastre produtos e realize vendas para outras pessoas. Ficou com vontade de conhecer mais sobre o mundo do e-commerce? Pois você veio no lugar certo: confira o Guia completo e totalmente GRATUITO que preparamos com mais informações para você. Para conferir mais conteúdos como este, é só continuar de olho em nosso blog e acompanhar nossas novidades pelas redes sociais: Facebook e Instagram.
O e-commerce tem se mostrado cada vez mais uma ótima opção para a expansão das vendas. Em 2021, o comércio eletrônico teve um crescimento de 35,36% em comparação a 2020, segundo os dados do Índice MCC-ENET.
Ainda conforme a pesquisa, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo estão entre as categorias mais procuradas, totalizando 3,8% do volume de buscas.
Mas não basta apenas criar uma loja online na internet e colocar os seus produtos à mostra. É preciso implementar estratégias em seu e-commerce!
Assim como no off-line, na internet você também terá que disputar espaço com os seus concorrentes. Talvez, a disputa seja até maior devido a facilidade de busca dos usuários e da infinidade de recursos disponíveis para sair na frente da concorrência.
Mas calma! Vamos por partes… para ajudar você a ter os melhores resultados nas vendas online, elencamos as 5 principais dicas de vendas em e-commerce para distribuidoras vender mais. Boa leitura!
1 Invista em Marketing Digital
Investimentos em Marketing é primordial para estratégias de e-commerce para distribuidoras. Por se tratar de comércio eletrônico, o digital deve ser o seu maior foco.
O Marketing Digital vai muito além de postagens nas redes sociais. Confira abaixo alguns tópicos importantes que precisam da sua atenção.
SEO:
Search Engine Optimization são técnicas que visam melhorar o posicionamento do site nos mecanismos de busca, sendo o principal deles o Google.
O principal método utilizado, além de otimizar o desempenho de cada aba do site, é a criação de um blog para abrigar os conteúdos relacionados ao seu segmento de atuação.
É por meio desses conteúdos, com palavras-chave específicas, que seus possíveis clientes encontrarão você.
Google Ads:
Essa estratégia visa aumentar o número de visitas no site. Para isso, são usados anúncios nas páginas de pesquisa do Google como uma espécie de leilão. Basta dizer ao Google qual palavra-chave você quer usar para ser encontrado e quanto pretende gastar de verba nela.
Confira abaixo um exemplo de anúncio da nossa empresa no Google.
Exemplo de anúncio da Polibras Software no Google
E-mail Marketing:
Construa a base de e-mails da sua empresa para se comunicar com os seus leads (possíveis clientes).
Esses dados podem ser coletados quando um usuário concluir uma compra no seu e-commerce, se interessar por uma promoção ou até mesmo por meio de um formulário.
É através do e-mail que você se comunicará com as pessoas interessadas em sua marca.
Mas antes de estruturar uma estratégia de Marketing Digital para aumentar o desempenho do seu e-commerce, estabeleça primeiramente os objetivos, assim você conseguirá dar os primeiros passos de forma assertiva.
2 Ofereça uma boa experiência do usuário em seu e-commerce
Não é o suficiente que um e-commerce para distribuidoras mostre somente o catálogo de produtos atualizado ou mostre ofertas o tempo todo.
Ele deve oferecer uma boa experiência para a pessoa usuária do início ao fim. Mas como fazer isso? Te explicaremos logo abaixo.
Hierarquia de informações:
Priorize a hierarquia de informações da sua loja virtual. Separe os produtos por categorias, comunique de forma clara o preço e cada informação importante do produto.
Certifique-se que as informações primordiais estão atrativas o suficiente para serem vistas primeiro e as secundárias colocadas da forma correta para serem vistas em segundo plano.
Usabilidade:
O termo refere-se à facilidade com o que a pessoa usuária lida com uma ferramenta. O objetivo aqui é fazer com que quem acesse o seu e-commerce pense o menos possível para realizar uma ação.
Ou seja, tudo precisa estar bem intuitivo para ela. Para isso, o design precisa estar atrativo, a linguagem de fácil acesso, os botões nos lugares corretos, o carrinho de compra fácil de usar… pense em cada detalhe.
Pós-venda:
Nada de dar tchau quando o cliente finalizar a compra, ok? Lembra do e-mail marketing que falamos anteriormente? Essa é uma boa oportunidade de colocar a estratégia em prática.
3 Disponibilize diferentes formas de pagamentos em seu e-commerce
Atualmente o mercado oferece diversas possibilidades de pagamento além do dinheiro físico e cartão. Estar atento a isso e implementar em seu e-commerce é primordial para não correr o risco de perder um cliente interessado no seu produto.
Cartão:
Seja de crédito ou débito, informe quais as bandeiras o seu estabelecimento aceita. Essa observação é essencial para que o consumidor não seja informado somente quando finalizar todo o processo de compra.
Pix:
Recurso criado pelo Banco Central (BC) oferecido para pessoas físicas e jurídicas. Com ele, você pode receber o seu pagamento de forma instantânea.
Boleto:
Bastante utilizado, sobretudo, por empresas, pois facilita o controle de pagamentos. Apesar do prazo de compensação ser de até 3 dias úteis, é importante também ofertar essa modalidade.
A finalização de uma compra também faz parte da experiência do usuário. Portanto, tenha toda a atenção para que este momento seja agradável para o seu cliente.
É sempre importante deixar explícito logo de início quais modalidades de pagamento o seu estabelecimento aceita.
4 Mantenha os seus produtos atualizados
Imagine a seguinte situação: você visita o e-commerce de uma distribuidora em busca de abastecer o seu estoque com uma marca de refrigerante muito solicitada pelos seus clientes.
No site, na categoria de bebidas, consta que ainda tem o produto. Porém, ao adicionar a marca no carrinho com os demais itens do seu interesse, a compra não foi finalizada por falta do produto em estoque.
É uma situação bem chata que te fez perder tempo, concorda? Agora, sempre que você for pensar em comprar nessa distribuidora, pensará na experiência desagradável. Não deixe que a sua marca esteja atrelada a um sentimento negativo!
Se o produto está em falta no estoque, informe! Sinalize isso ao seu usuário. Muitas plataformas disponibilizam a opção de “avisar quando estiver disponível”. É uma boa maneira de estabelecer contato com o consumidor interessado na compra.
5 Invista em uma boa plataforma para e-commerce
A quinta dica, mas não menos importante, é investir em uma boa plataforma para abrigar o seu e-commerce. Ela precisa ser de fácil carregamento, ser responsiva e permitir que você ajuste com as características da sua marca.
É por isso que, nós da Polibras Software, desenvolvemos o PoliCommerce, um aplicativo para aumentar o seu faturamento, reduzir custos de vendas, recuperar clientes inativos e modernizar o seu processo.
A plataforma permite que você crie um sistema personalizado com toda a identidade da sua empresa, além de integrável com o seu sistema ERP.
Essas dicas foram úteis para você? Assine gratuitamente a nossa newsletter e fique por dentro das novidades sobre o mercado. 🙂
O crescimento da presença online tem inspirado diversos empresários a abrirem um negócio online, algo que antes não passava de um sonho distante para muitas pessoas, e impulsionado um bom aumento de lucros em todo o país.
Apesar de uma série de desafios que existem ao realizar vendas para outras empresas, o e-commerce B2B tem se mostrado uma ótima solução para quem deseja garantir mais praticidade no dia a dia. Quer saber como? É só conferir os 3 motivos que a gente preparou para te ajudar a desvendar os benefícios de aderir a este canal de vendas em sua empresa.
1.Constante evolução
Por incrível que pareça, diversas empresas já escaparam de fechar as portas ao apostar no e-commerce, visto que empreendedores de diversos setores aumentaram suas vendas em 45% ao abrirem um comércio virtual, segundo pesquisa do Mercado Livre e Ibope Conecta em 2015.
De acordo com uma pesquisa da Forrest Research, o ticket médio das vendas do e-commerce B2B é três vezes maior do que o de varejo (B2C). O comércio eletrônico de atacado, apesar de ainda estar recente no Brasil, tem apresentado um grande potencial de crescimento e gerado ótimos resultados.
2.Redução de custos
Aderir ao comércio eletrônico pode trazer mais lucros do que você imagina, sabia? Isso porque, com um e-commerce, sua empresa estará sempre disponível para realizar vendas e não apenas naquele horário de funcionamento padrão, o que contribui para aumentar o seu faturamento.
Além disso, você também terá menos gastos com visitas a outros estados ou cidades, visto que os consumidores poderão ter acesso aos seus produtos ou serviços em qualquer lugar e a qualquer momento.
Isso sem contar que você não precisará pagar energia elétrica, manutenção do ponto nem ter uma elaborada estrutura física para começar suas vendas no meio online.
3.Fortalecimento do branding da marca
Sabendo da importância de conhecer bem o que sua empresa vende, você pode pensar em melhores estratégias para divulgar o seu e-commerce B2B e se destacar no meio virtual.
Outro ponto positivo é estar sempre disponível para que seus clientes possam entrar em contato, tirar dúvidas ou sugerir melhorias, o que pode estreitar a comunicação e o relacionamento, e gerar mais confiança.
Ademais, apostar neste canal de venda digital é se diferenciar da maioria das empresas, que ainda não descobriram este universo transformador, trazer mais praticidade aos consumidores, garantir mais eficiência nos processos e ganhar mais visibilidade no mercado.
Dica bônus:
O e-commerce B2B é um canal de vendas essencial, porque você vai poder visualizar as preferências dos seus clientes e, dessa forma, analisar o que pode ser melhorado para progredir no crescimento de sua empresa. Isto é ideal para você que deseja aumentar suas vendas, elaborar metas assertivas e obter mais sucesso em suas estratégias.
Por falar nisso, preparamos um guia completo e GRATUITO para ajudar você a ter mais sucesso com seu comércio eletrônico B2B, clica aqui pra conferir as 5 dicas fundamentais que reunimos.
E aí, já está preparado para montar seu e-commerce e alavancar seus lucros? Fala com a gente diretamente por aqui ou pelo telefone: (85) 4008-4508 para saber mais sobre como fazer isso da melhor forma possível. E, ah, continua acompanhando o nosso blog para conferir mais conteúdos sobre vendas, empresas B2B e gestão de negócios.
Reduzir o tempo das tarefas e os custos financeiros, a fim de aumentar as vendas e os lucros, é um dos principais objetivos de quem trabalha com vendas externas. Afinal, é possível diminuir os gastos comerciais sem afetar a qualidade dos serviços ou produtos e, assim, manter bons resultados?
Ao longo desse texto, você vai conferir um checklist incrível para te ajudar a passar por esse processo e aprimorar os seus retornos com o time comercial externo, otimizando o tempo e as finanças do seu negócio. Prossiga na leitura com a gente e aproveite!
1. Tenha uma comunicação transparente e eficaz
Se você definir metas assertivas e não souber repassá-las para a sua equipe, as chances de dar certo diminuem bastante. Isso porque, além de um ótimo planejamento, é necessário integrar o seu time, informar as estratégias e explicar os motivos da definição de cada uma da forma mais transparente possível.
Ao reunir sua equipe para informar o que deve ser feito e alcançado, é mais fácil engajar os profissionais, aumentando a motivação e melhorando os resultados.
2. Faça um planejamento das atividades
Vendas e organização andam sempre juntas. Portanto, uma boa dica é listar todas as tarefas a serem executadas no mês e na semana, por exemplo.
Você e sua equipe devem acompanhar diariamente para garantir melhorias na sua gestão de tempo.
Também é importante que o líder – ou responsável pelo setor – ajude os profissionais a definirem prioridades: quando há muitas demandas e muitos prazos apertados, fica difícil saber por onde começar, e estabelecer o que é prioridade pode ajudar a otimizar o tempo.
3. Análise do controle das finanças de sua empresa
Os custos de logística e entrega devem ser avaliados frequentemente, com o objetivo de otimizar a utilização da frota, analisar soluções mais econômicas para as entregas e fazer negociações eficazes com os fornecedores e distribuidores.
Também é indicado analisar o histórico de vendas da sua empresa e identificar as saídas e entradas, a fim de verificar se a saúde financeira está em dia na sua organização.
Saiba como evitar erros na gestão financeira de sua empresa, clicando aqui.
4. Ofereça treinamentos para o time
Qual foi a última vez que sua equipe participou de um workshop ou de uma capacitação? É recomendável oferecer treinamentos, com frequência, para os colaboradores: isso não é importante somente para o currículo deles, mas para toda a empresa.
Ao aprimorar as suas habilidades e descobrir novas competências, os profissionais se sentem mais motivados a continuar oferecendo o seu melhor nas entregas, o que aumenta a qualidade dos serviços ou produtos, melhora os resultados, garante mais facilidade para fidelizar e atrair clientes e, ainda, amplia o número de vendas.
5. Otimize a produtividade
Outro ponto fundamental para reduzir custos e otimizar o tempo da sua equipe comercial externa é por meio do aumento da produtividade. Para fazer isso com mais praticidade e eficácia, você pode investir em um sistema integrado de gestão.
Alguns dos benefícios de fazer isso são:
integração da equipe;
comunicação eficiente;
planejamento de tarefas;
roteiro de visitas;
análise de dados e métricas;
acompanhamento de processos;
monitoramento de resultados;
checklist de atividades.
Vale a pena inovar nos processos, investindo em um software de automação, para alavancar suas vendas e reduzir os prejuízos. O Poliatividades é um sistema que pode contribuir no gerenciamento das atividades de sua empresa: é a solução ideal para você que precisa gerir toda a equipe externa. Clique aqui para agendar sua demonstração completamente gratuita.
Para saber mais sobre gestão de equipes, força de vendas e tecnologia, basta continuar acompanhando o nosso blog e conferir nossas redes sociais: Facebook, Instagram e Linkedin.
Você também pode falar com a nossa equipe, clicando aqui, para saber mais informações e tirar suas dúvidas. Sua empresa merece ter um melhor desempenho em 2021, e vai ser uma alegria acompanhar você em sua jornada de sucesso! Até logo!
Toda empresa que depende de vendas externas conhece bem o desafio: a equipe está na rua, o mercado é dinâmico, os clientes estão espalhados e a operação precisa funcionar todos os dias com precisão. Mas, na prática, muitas decisões ainda acontecem no improviso. Quem visitar primeiro? Qual cliente ficou sem atendimento? Como equilibrar esforço e resultado? Quanto tempo está sendo perdido em deslocamentos que não geram venda?
Esse tipo de cenário é mais comum do que parece — e ele custa caro. Porque, quando uma operação de campo cresce, a diferença entre produtividade e desgaste está justamente na capacidade de transformar visitas em estratégia, e não apenas em rotina.
Foi nesse contexto que a Fokus decidiu investir no Roteirizze, solução da Polibras lembrada como o “cérebro” da operação comercial. O objetivo inicial era simples e direto: definir com clareza quais clientes deveriam ser visitados em cada dia. Mas o que aconteceu depois foi muito maior do que uma mudança operacional. Foi uma virada cultural.
O desafio que todo gestor comercial conhece, mas poucos resolvem
Equipes de vendas externas lidam com um problema complexo:
📌 elas precisam visitar dezenas ou centenas de clientes por semana, 📌 planejar trajetos que minimizem deslocamento e maximizem impacto, 📌 tomar decisões rápidas no campo e reportar dados confiáveis ao gestor, 📌 adaptar rotas em tempo real diante de imprevistos — trânsito, cancelamentos, datas trocadas, entre outros.
Se tudo isso já é difícil, imagine tentar fazer isso sem uma metodologia ou tecnologia de apoio. A realidade é que muitas empresas ainda baseiam a organização de visitas em planilhas, “sentimentos” dos vendedores ou habilidades individuais — e isso gera desperdícios ocultos.
Dados que comprovam a necessidade da roteirização
Segundo dados da Harvard Business Review, até 40% do tempo dos vendedores externos é gasto em deslocamento e tarefas administrativas — e não em prospecção ou atendimento ao cliente¹. Outro estudo da McKinsey & Company aponta que equipes que utilizam ferramentas de planejamento de visitas e roteirização com dados reais veem um aumento de até 15% na produtividade total de vendas².
Esses números deixam clara uma realidade: quem não traz ciência e método para a execução de campo está abrindo mão de ganhos significativos de eficiência.
Por que roteirizar não é logística, é estratégia comercial
Roteirização significa automatizar e otimizar a definição de qual cliente visitar em cada dia, qual é a sequência de pontos mais eficiente e como aproveitar ao máximo cada minuto de trabalho em campo.
Um vendedor experiente pode montar uma boa rota “no feeling”, mas isso não garante que ela seja a melhor estatisticamente — e certamente não garante consistência quando o time cresce.
O Roteirizze permite:
priorizar a carteira de clientes com base em critérios estratégicos
gerar rotas que minimizam deslocamento e maximizam visitas
equilibrar carga de trabalho entre vendedores
manter histórico de desempenho e cobertura
Ou seja: a roteirização não é apenas uma “ajuda operacional”, ela serve como base para decisões comerciais melhores, mais previsíveis e escaláveis.
Case Fokus: da resistência inicial à execução como cultura
A Fokus, uma empresa com atuação consolidada no mercado, enfrentava um problema clássico: sua equipe de vendas externas não tinha um método claro de roteirização, o que gerava inconsistências no atendimento, deslocamentos ineficientes e dificuldades para atingir metas de forma previsível.
O objetivo inicial ao adotar o Roteirizze foi simples:
Definir quais clientes deveriam ser visitados em cada dia, de forma inteligente e estratégica.
Esse objetivo direto, ao ser alcançado, teve impacto em várias frentes da operação comercial.
Metas batidas com antecedência
Graças à execução mais racional das rotas e visitas, a Fokus passou a atingir suas metas em média três dias antes do final do mês. Essa antecipação não se trata apenas de um número positivo — representa:
menor pressão na reta final
maior capacidade de ajustes táticos durante o mês
melhor previsibilidade nos resultados
Quando a execução deixa de ser aleatória e passa a ser planejada, cumprir metas deixa de ser uma corrida caótica e passa a ser uma estratégia controlável.
A execução virou realidade: 90% das visitas planejadas aconteceram
Um dos maiores medos de qualquer gestor comercial é que “o plano fique no papel”.
Na prática, muitos planos nunca são executados por completo.
Com a roteirização aplicada corretamente, a Fokus atingiu 90% de taxa de visitação dos clientes planejados, um número expressivo para operações externas, considerando cancelamentos, imprevistos e dinâmica de campo.
Esse indicador provou que a estratégia não apenas foi planejada — ela foi cumprida.
Clientes inativos deixaram de ser um problema invisível
É comum que clientes que ficam sem visita durante semanas tornem-se silenciosamente inativos — até que seja tarde demais.
Com mais regularidade na visitação, a Fokus conseguiu reduzir significativamente o número de clientes sem atendimento ativo.
A consequência?
Mais relacionamento, menos perda de receita e maior fidelização.
Menos deslocamento, mais tempo produtivo com o cliente
Outro impacto direto da roteirização foi na redução da quilometragem percorrida pela equipe.
Esse efeito tem impacto duplo:
menor custo operacional (combustível, desgaste, horas extras)
maior tempo gasto em atividades com impacto real em resultado (conversas, negociações, visitas)
Tempo é o recurso mais valioso em vendas externas — e roteirização devolve tempo ao vendedor.
A equipe pediu o sistema
Talvez o maior indicador da transformação cultural seja este:
“São os próprios vendedores que nos pedem para que as rotas sejam enviadas.”
No início, houve resistência natural — comum em qualquer processo de mudança. Mas quando a equipe percebeu que a tecnologia facilitava o trabalho e melhorava os resultados individuais, a adoção aconteceu de forma orgânica. Isso é o que diferencia uma ferramenta de uma solução estratégica.
O que gestores comerciais podem aprender com o case Fokus
Ao analisar esse case, gestores de operações comerciais podem extrair algumas lições que valem para qualquer tipo de mercado:
1. A execução planejada gera performance previsível
Não adianta apenas ter metas — é preciso estruturar o caminho para alcançá-las. E esse caminho precisa ser baseado em dados, não em “sentimentos”.
2. Tecnologia não substitui vendedores — potencializa
Ferramentas de roteirização agilizam, mas o resultado real vem quando o time abraça o processo e usa a tecnologia como suporte, não sobra.
3. Métricas importam
Ao medir taxa de visita, dias para bater meta e cobertura da carteira, gestores conseguem entender verdadeiramente o impacto da operação.
A roteirização de vendas externas não é luxo, é vantagem competitiva
Empresas que ainda resistem à roteirização de visitas operam em um modelo tradicional que entrega resultados menores do que o potencial real.
Já empresas que abraçam esse conceito conseguem:
maior produtividade por vendedor
melhor cobertura de clientes
menor tempo perdido em deslocamentos
metas atingidas com antecedência
maior qualidade de execução
Em um mercado em que ganhar um ponto percentual de eficiência pode significar milhões em receita, a roteirização inteligente deixa de ser um diferencial e se torna uma necessidade estratégica.
Se você é gestor comercial — diretor ou VP de vendas — e ainda não investiu em alinhamento entre planejamento e execução de campo, este é o momento. Porque quem controla a rota controla o resultado.
Quer saber como o Roteirizze funciona? Fale conosco, clique aqui.
Sempre que falamos de Black Friday, lembramos das lojas lotadas de consumidores em busca de promoções, ou ainda, na era virtual em que vivemos encontramos os sites congestionados pelas compras online. Acontece que esse tipo de campanha não é mais exclusividade das lojas varejistas, cada vez mais empresas de todos os tipos vêm aderindo ao movimento, entre elas as distribuidoras atacadistas.
Para aderir esse tipo de campanha, certamente não podemos só chegar e fazer. É preciso ter um planejamento bastante estratégico que levará em consideração diversos fatores como demanda, mercado, margem de lucro, divulgação, gestão comercial e logística.
Apesar de a Black Friday ser bastante característica no mercado B2C (para consumidores finais), ela também pode ser essencial para empresas B2B, ou seja, para os clientes que também são empresas. Afinal, os clientes CNPJ também são consumidores de uma certa forma, e por isso, é necessário pensar neles.
É importante estarmos cientes de que a Black Friday é um ótimo momento para os clientes conhecerem novas marcas, e novos fornecedores no caso das distribuidoras. Por isso, costumamos dizer que é um período onde há espaço para a concorrência, e portanto, é importante garantir uma boa parceria com os clientes – os supermercados.
Neste conteúdo vamos falar sobre as estratégias da Black Friday, a importância dela para o distribuidor atacadista, além de dicas essenciais e a disseminação da campanha com as equipes de vendas.
Continue lendo para saber mais.
Qual a estratégia da Black Friday?
A Black Friday surgiu nos Estados Unidos e acontece sempre no mês de novembro, logo após o feriado de ação de graças. Em 2021 vai acontecer no dia 26. Existem diversas teorias sobre o nome da campanha e o seu surgimento, mas nenhuma ainda foi totalmente confirmada. Independente disso, o Brasil foi um dos países que também adotou a Black Friday na última década e hoje conta com a maioria das empresas investindo nessa ação.
No ano passado, somente no Brasil, as vendas pela internet durante a Black Friday movimentou mais de R$ 4 bilhões. Lembrando que nesse período de 2020, o país estava enfrentando a pandemia com mais gravidade que os dias de hoje, e portanto, o valor movimentado poderia ser bem maior se estivéssemos em dias normais.
De um modo geral, a Black Friday consiste em oferecer promoções com preços abaixo do comum durante todo o dia. Mas claro que ao longo do tempo as empresas foram se reinventando, e hoje, é possível encontrar campanhas que duram a semana toda e oferecem bônus ou condições diferenciadas ao invés de apenas descontos no preço.
A Black Friday funciona para o distribuidor atacadista?
Então, essa deve ser a primeira pergunta que está se passando na sua cabeça. Se você nunca fez campanha de Black Friday na sua distribuidora, certamente tem receio de investir e não funcionar para o seu negócio.
Claro que não podemos dizer com absolutismo que a Black Friday funciona para todas as empresas, mas podemos dizer que se a estratégia for bem elaborada, dificilmente será em vão. Isso se dá pelo motivo de que essa ação foca em um dos aspectos mais relevantes para o fechamento de uma compra: o desconto.
Portanto, é importante que o distribuidor possa reunir sua equipe de marketing e vendas para realizar um estudo, e a partir daí, tirar conclusões estratégicas para entrar de cabeça no movimento Black Friday.
Como dito anteriormente, durante a Black Friday, algumas distribuidoras podem encontrar a oportunidade de entrar em um mercado que não tinham representatividade antes, e então, acabar tomando o espaço do concorrente que faz vista grossa para essa campanha. Por isso, vale a pena investir nessa ação para garantir não só as vendas, mas também a parceria com os clientes.
E vale ressaltar, assim como há espaço para perder para a concorrência, também há espaço para chegar onde o concorrente domina. Portanto, use essa estratégia para atrair novos clientes. Pois é nesse momento que eles estão mais propícios a mudarem de fornecedor devido aos preços mais em conta. Após fazer a primeira venda para o cliente, resta apenas um bom relacionamento para fidelizá-lo.
5 dicas para a distribuidora fazer na Black Friday
Para que você possa começar as estratégias dessa campanha, separamos 5 dicas que podem tornar a Black Friday na sua distribuidora, uma poderosa ação. Confira!
1. Explorar novas praças
Lembra quando falamos por duas vezes que a Black Friday é uma oportunidade de abrir caminho para a concorrência? Então, neste caso o concorrente pode ser você.
Faça um estudo de mercado e busque conhecer novas praças em que poderia atuar, além de identificar clientes que compram de outras distribuidoras, mas que podem comprar de você se tiver novos modelos de parceria que o atraia.
Conquiste pelas promoções e descontos e fidelize com estratégias de relacionamento personalizado.
2. Fuja do padrão Black Friday
No geral, a Black Friday é um dia de ofertas e promoções, mas não significa que você pode ficar preso apenas a esse dia. Reconheça o seu público e entenda como são os processos internos da sua distribuidora para pensar em novos modelos de campanha.
Digamos que o seu cliente tem um tempo médio de 2 dias para fechar um pedido/compra, e por isso, não consegue aproveitar as oportunidades da Black Friday dentro do prazo. Cabe ao distribuidor buscar uma forma de tornar sua campanha mais atraente, talvez estendendo a Black Friday de um dia para uma semana.
Nem tudo se resume a descontos, por isso, buscar alternativas de atrair seu público depende muito do comportamento dele. Suponhamos que o cliente gosta de ter sempre uma novidade nas prateleiras de seus supermercados e que isso agrega muito valor ao estabelecimento dele. A distribuidora poderia aproveitar o momento para inserir um novo produto no mercado e oferecer isso como bônus para compras acima de determinados números de pedidos ou ticket médio.
Ideias é o que não podem faltar na hora de investir na Black Friday.
3. Planeje um investimento
Toda e qualquer campanha necessita de um bom planejamento financeiro. É importante evitar gastos muito altos que não compensará o retorno sobre o investimento, mas também é essencial abrir a carteira para patrocinar a campanha. Não existe campanha boa sem investimento.
O período da Black Friday é o momento em que todas as empresas de todos os segmentos estão concorrendo nos anúncios de redes sociais, por exemplo as redes do Grupo Facebook. Isso acontece porque o Facebook prioriza entregar resultados de quem investe mais, por isso, uma pequena empresa acaba concorrendo com uma multinacional em muitos casos. Isso não quer dizer que a pequena empresa não tenha espaço para anunciar nas mídias, é possível e o retorno também acontece. Mas o que queremos dizer é que a concorrência é maior e o planejamento para a ação precisa levar em consideração esse fator.
Analise todas as formas possíveis para chegar até o seu público-alvo e invista em soluções tecnológicas, e até mesmo, em treinamentos de equipes para atingir o objetivo.
4. Planeje os canais de divulgação
Saber onde divulgar a sua campanha de Black Friday é fundamental. Vale a pena analisar os melhores canais que farão com que o seu público seja impactado pela divulgação.
Digamos que a distribuidora costuma ter sucesso abordando os novos clientes, ou até mesmo os clientes da base, através de mensagens de texto e e-mails. Dessa forma, fica mais fácil ser notado ao usar estratégias e peças gráficas apropriadas para:
e-mail marketing;
whatsapp;
telegram;
SMS.
Não adianta fazer divulgações no LinkedIn, por exemplo, se esse canal não foi feito pra isso, e muito menos se o seu público não está lá.
5. Faça um co-marketing com o seu cliente
As estratégias de co-marketing são essenciais para os negócios, e no período de Black Friday pode ser uma boa estratégia para o distribuidor atacadista.
O co-marketing nada mais é que uma parceria em conjunto, onde duas ou mais empresas se juntam para fazer ações de marketing e vendas. Portanto, na campanha de Black Friday, a distribuidora pode buscar em um ou mais clientes, a oportunidade de fazer uma mega ação no ponto de venda. Ou seja, na loja do cliente.
Dessa forma, você fortalece a parceria com o cliente, ganha visibilidade de marca e ainda lucra mais com o volume de vendas gerado pelas promoções da Black Friday.
É importante ressaltar que em uma ação de co-marketing, as empresas costumam ratear os custos e gastos. Dessa forma, o investimento com a Black Friday pode ser sair mais barato para a distribuidora.
Campanha de Black Friday versus equipe de vendas
Esse tópico é extremamente importante, afinal, não existe campanha de vendas se não tiver um time comercial totalmente alinhado aos objetivos.
Por isso, antes de soltar uma divulgação de Black Friday para o mercado, é necessário fazer um treinamento com o time de vendas da distribuidora e alinhar com bastante clareza todas as informações, regras e limites.
Nesse tipo de ação, é comum o vendedor ser pressionado pelo cliente a baixar o preço até mais que o limite, além de ficarem confusos com tantas regras e informações. Pois, geralmente nessas campanhas, os gestores comerciais costumam estipular margens de lucro, especificar onde pode ou não aplicar as promoções e sinalizar exceções entre as regras.
Para isso, elabore um encarte com todas as informações necessárias e oriente bem os vendedores a seguir o que for passado.
Outro detalhe importante, é a motivação da equipe. Para que a campanha de Black Friday tenha um bom retorno, é necessário que as vendas aconteçam, e certamente, para isso é necessário ter um time motivado. Por isso, se for possível, busque promover uma campanha interna de Black Friday onde o vendedor possa receber um incentivo além da comissão.
Essas ações internas com os vendedores fazem toda a diferença. Pois eles passam a enxergar valor no trabalho e aumentam o nível de comprometimento. Portanto, fale com a área de Recursos Humanos da sua distribuidora e peça orientações para fazer um bom trabalho de endomarketing com a equipe.
Conte com o apoio da tecnologia
Agora que você entendeu a importância da Black Friday para sua distribuidora e descobriu que precisa fazer um planejamento bem qualificado, vamos finalizar falando de um ponto muito importante: a tecnologia.
A Black Friday costuma gerar um volume enorme de vendas e isso pode comprometer a qualidade do trabalho. Dessa forma, uma ação que deveria trazer resultados positivos acaba virando um problema para a distribuidora.
Evitar erros é fundamental para conquistar a confiança do cliente, por isso, é necessário ter o apoio de sistemas totalmente automatizados que chegam a zerar as chances de erros durante o processo de vendas. Sabe os famosos pedidos em PDF? Geralmente o vendedor da distribuidora registra os pedidos manualmente e comete erros pelo caminho devido ao alto volume de digitação. Portanto, usar uma Inteligência Artificial que acaba de vez com esse problema e ainda lhe garante bons resultados com a Black Friday, acaba sendo primordial.
A Polibras Software tem soluções para esse tipo de dor. Você pode falar com o nosso time a qualquer momento e conhecer melhor os sistemas.
Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Boas vendas!
Ruptura de gôndola acontece quando não é disponibilizado determinado produto do catálogo na loja física ou virtual, ou até mesmo quando ele está mal exposto no ponto de venda.
Treinamento da equipe de vendas, contar a tecnologia e adotar estratégias são imprescindíveis para eliminar a ruptura de gôndola em seu negócio. Continue com a leitura deste artigo e entenda tudo sobre a principal inimiga das vendas.
Tipos de ruptura de gôndola
A perda da lucratividade está diretamente ligada à ruptura de gôndola. Se esse problema for recorrente em sua empresa, as suas vendas cairão devido a insatisfação dos seus clientes.
Mas antes de nos aprofundarmos nos problemas ocasionados pela ruptura de gôndola, vamos entender um pouco mais sobre os seus principais tipos. Confira abaixo:
Fantasma: ocorre quando o produto está disponível para venda, mas o cliente não consegue encontrar devido a má exposição dele no ponto de venda ou loja online.
Abastecimento: é quando a loja não tem o produto para a venda, o que mostra falha na gestão de compras.
Exposição: diferente da ruptura fantasma, essa remete ao produto que está no estoque, mas não está exposto no ponto de venda.
Sortimento: acontece quando o cliente procura por algum produto que a loja não vende. Isso pode acontecer devido a falhas na comunicação do estabelecimento.
A sua empresa apresenta algum dos tipos de ruptura de gôndola citados acima? Caso sim, procure entender onde está o problema.
Geralmente, um negócio apresenta essa problemática quando não tem o acompanhamento adequado das vendas, falha de gerenciamento do estoque, atrasos de reposição ou compra das mercadorias.
Problemas que a ruptura de gôndola pode causar
Um estudo realizado pela Retail Stockoutsmostrou que quando um cliente não encontra o produto desejado no ponto de venda 9% deles desiste do produto, outros 15% adiam a compra para outro dia, 34% compra com o concorrente, enquanto 42% substituem a marca e compram um produto similar.
O problema afeta tanto o atacadista, que tem grandes possibilidades de perder o seu cliente, quanto para a fornecedora da mercadoria, que não receberá mais pedidos deste produto em falta.
Como eliminar a ruptura de gôndola?
Cuidados básicos ajudam a evitar a ruptura de gôndola em sua empresa. Para isso, atente-se às dicas detalhadas abaixo.
Atente-se ao gerenciamento de estoque: é muito importante gerenciar o estoque de mercadorias da forma correta. Confira quais produtos estão com maior saída e cheque a reposição deles; atente-se a datas sazonais e direcione um responsável para essa tarefa.
Confira se os seus setores estão alinhados: muitas vezes um produto falta na gôndola porque o setor responsável pela compra simplesmente não realizou o pedido de reposição. Confira se o financeiro, logística e compras estão por dentro do planejamento da empresa. Caso não, pense em estratégias para alinhá-los.
Treine o seu time: treine o seu time para que ele possa prevenir possíveis problemas e saber contorná-los caso aconteça.
Conte com o apoio da tecnologia
O uso de Inteligência Artificial deixou há muito tempo de ser expectativa para o futuro e passou a ser necessidade para o presente. Empresas que ainda não utilizam, acabam ficando para trás e vendo os concorrentes conquistarem mercado.
Pedidos recebidos em PDF podem ser transcritos de forma automática para dentro do sistema, evitando assim que os vendedores percam tempo com essa operação que não agrega valor às vendas, além, é claro, de ganhar tempo, automatizar o processo e alinhar a comunicação com o estoque e reposição.
A Ruptura de gôndola é um grande desafio para as empresas, mas quando encarada de frente, como deve ser, com as ferramentas adequadas, vai aumentar o lucro de toda a cadeia, principalmente da indústria, distribuidor e varejo e evitar conflitos e ruídos nos processos. Além de conquistar os consumidores, que só querem encontrar o que estão procurando!
Quer entender como a tecnologia pode te ajudar na prática? Fale com os nossos especialistas.
O recebimento de mercadorias é uma etapa crítica da cadeia logística. Quando feito de forma desorganizada ou improvisada, pode gerar rupturas de estoque, desperdícios, atrasos no abastecimento e até prejuízos financeiros.
No cenário B2B, especialmente para atacadistas e distribuidores, a eficiência no recebimento impacta diretamente o desempenho da operação e a percepção de valor no ponto de venda (PDV).
Para garantir um fluxo logístico fluido, padronizado e eficiente, é fundamental conhecer e dominar as quatro fases principais desse processo. Antes de apresentá-las, é importante entender os desafios enfrentados no dia a dia da operação.
Desafios comuns no recebimento de mercadorias
Como já apresentado aqui, o recebimento é um ponto de vulnerabilidade se não houver padronização, organização e alinhamento entre setores. Entre os principais desafios estão:
Falta de padronização nos processos
Cada turno pode fazer de um jeito, o que aumenta a margem de erro na conferência e no registro das mercadorias. O que pode impactar diretamente o controle de estoque, além de prejudicar a rastreabilidade e dificultar auditorias internas.
Atrasos e entregas fora do cronograma
Sem uma agenda bem definida, é comum que várias transportadoras cheguem ao mesmo tempo. Isso causa congestionamento, sobrecarrega a equipe e eleva o tempo de espera e descarregamento.
Ausência de integração entre sistemas
Se o sistema de gestão não está conectado às etapas operacionais, provavelmente, a atualização do estoque será feita de forma manual, atrasando a visibilidade e gerando inconsistências nos dados.
Espaço físico mal aproveitado
Docas apertadas, zonas de conferência desorganizadas ou locais improvisados para armazenagem dificultam a movimentação e aumentam o risco de danos ou acidentes.
Recebimento de produtos com avarias ou fora da conformidade
Se a conferência for apressada ou superficial, produtos fora do padrão podem entrar no estoque, gerando retrabalho, quebras e até prejuízo em vendas futuras.
As quatro fases do recebimento de mercadorias
Um recebimento eficiente passa por quatro etapas fundamentais, que precisam estar integradas a um fluxo contínuo e bem coordenado:
1. Conferência
A conferência é o “filtro” do processo logístico. Tudo o que entra na empresa ou ponto de venda passa por ela, e qualquer falha pode se espalhar para o restante da operação. Ela deve ser dividida em:
Conferência Quantitativa:
Consiste em verificar se a quantidade recebida bate com a nota fiscal e o pedido de compra. O uso de coletores de dados, sistemas com leitura de código de barras ou QR code agiliza essa etapa e reduz falhas humanas.
Conferência Qualitativa:
Inclui a análise de integridade física (embalagem amassada, lacres rompidos), validade, temperatura (no caso de perecíveis), e até mesmo o lote e o aspecto visual do produto.
2. Gestão da carga e descarga
A movimentação física da mercadoria também precisa ser tratada com estratégia. Isso envolve:
Agendamento de entregas:
Reduz gargalos, otimiza o uso das docas e permite alocar recursos conforme a demanda do dia. Alguns sistemas permitem o auto agendamento pelo fornecedor ou transportadora, via portal.
Fluxo bem definido:
Separar rotas de entrada e saída de caminhões, criar vagas exclusivas para entregas e demarcar a zona de descarga são boas práticas que evitam acidentes e aceleram a operação.
Equipamentos de movimentação:
Paleteiras elétricas, empilhadeiras e elevadores de carga tornam a descarga mais rápida e segura. Entretanto, exigem layout adequado, capacitação técnica e manutenção regular.
Treinamento e EPI:
A equipe de recebimento deve receber formação contínua em segurança do trabalho, ergonomia, boas práticas de manuseio e procedimentos de emergência.
3. Higienização dos produtos
Nem todas as empresas se atentam a essa etapa, mas ela se tornou um diferencial importante, especialmente após a pandemia. Alguns segmentos a consideram parte da qualidade do serviço prestado.
Quando é necessária?
Alimentos, bebidas e medicamentos;
Produtos que serão expostos diretamente ao consumidor;
Materiais armazenados em áreas climatizadas ou limpas.
Como deve ser feita?
Utilize panos descartáveis, sprays ou cabines de sanitização com solução apropriada ao tipo de embalagem. Produtos como álcool 70% ou compostos bactericidas são comuns, mas é importante garantir que não comprometam a integridade da embalagem ou do produto.
4. Armazenagem e organização
Depois de conferidos e higienizados, os produtos precisam ser rapidamente levados ao local correto. O segredo aqui é agilidade e controle.
Boas práticas de armazenagem:
Utilize o sistema PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai);
Separe áreas por tipo de produto, giro, temperatura e validade;
Categorize os endereçamentos no sistema (ex: Aisle 1, Rack 3, Shelf B).
Boas práticas para o recebimento de mercadorias
1. Padronize processos e treinamentos
O primeiro passo para a padronização é ter um protocolo para o recebimento de cargas. Isso inclui checklists, prazos e responsáveis definidos. Treinar a equipe com base nesse padrão reduz erros, melhora a produtividade e garante que cada entrega seja conferida de forma uniforme, independentemente do turno ou do colaborador.
2. Invista em tecnologia para conferência
O uso de coletores de dados, QR codes, RFID ou aplicativos de conferência por tablet ou smartphone agiliza o registro das mercadorias. A digitalização dos processos minimiza falhas humanas e facilita a tomada de decisões.
3. Agende as entregas
Criar uma agenda de recebimento evita picos de carga, reduz o tempo de espera de motoristas e melhora o fluxo no pátio e na doca. O agendamento pode ser feito via sistema ou com comunicação direta com os fornecedores e transportadoras.
Você já ouviu falar em Cash and Carry? Mesmo que o nome em inglês pareça algo distante da sua realidade, esse modelo está mais presente no seu dia a dia do que você imagina, especialmente se você trabalha com no mercado atacado distribuidor.
Neste artigo, você vai se aprofundar no assunto ao entender o que é o conceito de Cash and Carry, como ele funciona na prática e, principalmente, quais são os impactos para empresas que atuam (ou competem) com esse modelo. Boa leitura!
Entendo o conceito cash and carry
Traduzindo literalmente, Cash and Carry significa “pague e leve”. E é basicamente isso: um modelo de atacado em que o cliente vai até o ponto de venda, escolhe os produtos, paga à vista e leva na hora. Sem entrega, sem fiado, sem burocracia.
Esse sistema se popularizou no Brasil com redes como Atacadão, Assaí Atacadista, Tenda, entre outros. São grandes galpões com prateleiras altas, preços agressivos e foco em volume.
Como o cash and carry surgiu?
O modelo Cash and Carry surgiu na Alemanha, em 1964, como uma resposta à necessidade de tornar o atacado mais eficiente e menos dependente de intermediários.
Foi uma revolução para a época: em vez de os vendedores irem até os lojistas, os próprios comerciantes passaram a buscar os produtos em centros de distribuição otimizados, pagando à vista e levando na hora.
A ideia ganhou força no pós-guerra e se espalhou pela Europa como uma alternativa mais enxuta e econômica para o abastecimento de pequenos negócios. O conceito chegou ao Brasil em 1970 com a chegada da rede Makro e a expansão de grandes redes de atacarejo.
Como o modelo Cash and Carry funciona?
A operação é pensada para ser simples, eficiente e com custo reduzido. Veja as principais características:
Autoatendimento: o cliente escolhe e pega os produtos sozinho.
Pagamento à vista: nada de parcelamento ou prazos longos.
Menor estrutura de vendas: poucos, às vezes sem, representantes, vendedores ou entregas.
Margens mais apertadas, porém escaláveis: quanto mais vende, mais compensa.
Mix enxuto, mas estratégico: foco em giro rápido e produtos essenciais.
E quais os reais benefícios?
O modelo Cash and Carry não se popularizou à toa. Ele traz vantagens reais para quem compra, seja um comerciante reabastecendo seu estoque ou um consumidor final em busca de economia.
Para os lojistas:
Preços mais competitivos: por operar com estrutura enxuta e sem intermediação, o Cash and Carry oferece margens menores e preços mais atrativos para compras em volume.
Controle de estoque: permite comprar conforme a demanda do dia, sem necessidade de grandes estoques ou compromissos com quantidades mínimas.
Pagamento à vista: facilita o controle financeiro e evita dívidas a prazo.
Agilidade na reposição: o comerciante pode comprar e levar na hora, sem depender de prazos de entrega.
Para os consumidores finais:
Economia real: muitos consumidores migraram para o atacarejo por causa dos preços mais baixos, mesmo comprando em pequenas quantidades.
Liberdade de escolha: a experiência de autosserviço permite comparar preços, marcas e tamanhos com calma.
Variedade de produtos: apesar do foco em alto giro, muitos Cash and Carry oferecem um mix interessante, que atende desde o básico até produtos específicos.
Compras para a família toda: com a tendência do “compre mais, pague menos”, famílias grandes ou grupos organizados (como vizinhos) aproveitam o modelo para dividir compras e economizar.
Cash and carry é o mesmo que atacarejo?
Cash and Carry e atacarejo não são exatamente a mesma coisa, embora os dois modelos compartilham várias características. Tanto o Cash and Carry quanto o atacarejo se baseiam na ideia de vender em grandes volumes com preços mais baixos, voltados especialmente para pequenos comerciantes e consumidores que querem economizar. Ambos têm estrutura de autosserviço, pagamento à vista e não oferecem entrega.
Porém, enquanto o Cash and Carry tradicional tem como prioridade o atendimento a empresas (público B2B), o atacarejo mira tanto o consumidor final quanto o pequeno comerciante. O objetivo é oferecer um mix amplo de produtos com preços acessíveis, atendendo diversas demandas em um único local.
Dentro dessa lógica de reduzir custos e repassar economia ao cliente, a tecnologia entra como aliada estratégica. Soluções que automatizam o processo de compra, como autoatendimento, etiquetas eletrônicas e integrações omnichannel, ganham cada vez mais espaço.
Já o modelo Cash & Carry evoluiu e alcança lojas convencionais e até “lojas inteligentes”, que utilizam vitrines digitais, inteligência de dados e múltiplos canais de venda para atrair e atender clientes de forma personalizada.
Conclusão
O Cash and Carry não é uma ameaça, mas sim um sinal de que o comportamento do cliente está mudando. O segredo é usar inteligência comercial, tecnologia e foco no cliente para se adaptar, inovar e continuar competitiva.
Afinal, quem entende a dor do cliente, entrega mais do que produto: entrega solução.