Autor: admin

  • Impacto de um sistema de pedidos no desempenho comercial

    Impacto de um sistema de pedidos no desempenho comercial

    Imagine um representante de vendas de uma distribuidora de alimentos. Ele passa horas digitando pedidos, revisando planilhas e conferindo informações antes de enviá-las ao setor responsável. 

    Entre um café e outro, percebe que boa parte do seu tempo se perde em tarefas burocráticas, enquanto poderia estar focado em fechar novos negócios e fortalecer o relacionamento com os clientes. Esse cenário, infelizmente, é a realidade de muitas empresas que ainda não adotaram um sistema de pedidos eficiente.

    A transformação digital vem revolucionando a forma como indústrias e distribuidoras operam, e um sistema de pedidos desempenha um papel crucial nessa mudança. 

    Ao automatizar processos, reduzir erros manuais e otimizar a alocação de recursos, as empresas podem se tornar mais ágeis e estratégicas, aumentando a competitividade no mercado.

    Impacto de um sistema de pedidos no desempenho comercial

    Uma pesquisa da McKinsey & Company revelou que equipes de vendas B2B com baixo desempenho gastam quase metade do tempo disponível em oportunidades que contribuem com apenas 20% das receitas da empresa. 

    Enquanto isso, as empresas mais bem-sucedidas fazem o oposto: investem o tempo nos clientes certos e, consequentemente, aumentam os resultados.

    O que isso nos mostra? O tempo dos profissionais de vendas é um recurso valioso e precisa ser utilizado com inteligência. 

    Um sistema de pedidos eficiente elimina tarefas repetitivas, como a digitação manual de pedidos, permitindo que os vendedores dediquem mais tempo ao que realmente importa: vender.

    E-Pedidos e a revolução na gestão comercial

    Um exemplo de ferramenta que está impulsionando essa transformação é o E-Pedidos, da Polibras Software. Esse sistema de pedidos conta com um módulo de Inteligência Artificial que recebe pedidos diretamente no layout do cliente e os transforma automaticamente em dados prontos para inserção no ERP ou no força de vendas.

    Os benefícios são evidentes:

    • Automação inteligente: a IA processa pedidos de forma ágil, reduzindo erros e eliminando retrabalho.
    • Aumento da produtividade: sem a necessidade de digitação manual, as equipes comerciais podem se dedicar a atividades mais estratégicas.
    • Maior eficiência operacional: pedidos processados rapidamente garantem entregas mais ágeis e clientes mais satisfeitos.

    Importância da digitalização na indústria e distribuição

    Empresas que ainda dependem de processos manuais para gerir pedidos enfrentam desafios como:

    • Erros de digitação que geram retrabalho e atrasos.
    • Falta de integração com outros sistemas, dificultando a visibilidade do fluxo de pedidos.
    • Baixa produtividade das equipes de vendas, que perdem tempo com tarefas administrativas.

    Com um sistema de pedidos automatizado, a gestão se torna mais estratégica. Dados precisos permitem acompanhar o desempenho comercial em tempo real, ajustar estratégias e tomar decisões mais embasadas. 

    Além disso, a experiência do cliente melhora consideravelmente, já que os processos são mais ágeis e confiáveis.

    O futuro da automação de pedidos

    Muitas indústrias e distribuidoras já colhem os benefícios de um sistema de pedidos eficiente. Empresas que adotaram o E-Pedidos relataram redução no tempo de processamento de pedidos, diminuição de erros e um impacto positivo direto nas vendas.

    A tendência é que a automação continue evoluindo, tornando os processos ainda mais inteligentes e integrados. Tecnologias como Machine Learning e Big Data poderão prever demandas, sugerir pedidos automaticamente e otimizar ainda mais a gestão comercial.

    Conclusão

    A adoção de um sistema de pedidos é um divisor de águas para indústrias e distribuidoras que desejam crescer de forma sustentável. Ferramentas como o E-Pedidos eliminam burocracias, e também transformam a forma como as empresas operam, tornando-as mais competitivas e preparadas para o futuro.

    Se a sua empresa ainda lida com processos manuais e ineficientes, talvez seja a hora de considerar essa transformação. Afinal, o tempo gasto digitando pedidos poderia estar sendo usado para conquistar novos clientes e fechar negócios ainda mais lucrativos.

  • Reduza custos e perdas com ferramentas para o controle do seu estoque

    Reduza custos e perdas com ferramentas para o controle do seu estoque

    Você já ouviu a palavra do controle de estoque? Pode-se dizer que este termo representa boa parte de um esqueleto de um negócio. Caso não seja realizado um bom controle, diversos setores da empresa podem ser afetados, o que coloca o capital de giro em risco.
    Por outro lado, quando as demandas são bem organizadas, tanto a equipe quanto a gestão e também os consumidores ficam satisfeitos, contribuindo para o crescimento e valor da marca. Sabemos que você quer entender melhor como resolver tudo isso e ainda reduzir os temidos prejuízos. Preparamos, então, este conteúdo especialmente para te ajudar. Vem acompanhar com a gente e ficar por dentro de tudo que precisa saber!
    analisando estoque
     

    1.Classificação dos produtos e realização do inventário

    É indispensável fazer o registro adequado de tudo que está armazenado em seu estoque. Além disso, definir um padrão para garantir um bom controle de entrada e saída, avaliar o que é preciso comprar em maior quantidade e otimizar o seu tempo de pesquisa.
    Realizar um inventário com frequência para fazer a contagem, identificar, classificar os tipos e estabelecer os valores específicos de cada produto é uma das ferramentas principais para manter um bom controle de estoque. Isso contribui bastante para diversos processos da empresa.
    mercadoria em estoque

    2.Padronização no armazenamento das mercadorias

    Além de classificar direitinho as mercadorias do seu estoque, é necessário armazená-las do modo correto e padronizado. Isto é necessário para reduzir prejuízos e possíveis preocupações. É recomendável estabelecer o local em que cada um deve ficar. Além disso, manter a organização, a limpeza e a segurança do ambiente.
    mesa de escritório

    3.Planejamento de períodos para compras

    Outro benefício de fazer um inventário é saber quais produtos que apresentam mais saída e os que estão sobrando. Com isso, é possível fazer planejamentos melhores, economizar recursos financeiros e ter mais garantia da quantidade de mercadorias necessárias por um determinado período de tempo.
    Um bom planejamento também ajuda você a calcular o controle de estoque de segurança ideal para utilizá-lo em casos emergenciais e, desta forma, evitar perder clientes e capital, além de ter melhores condições de programar pedidos com antecedência, falar com fornecedores confiáveis e negociar prazos de pagamento.
    planilha

    4.Giro de estoque

    Você sabe como fazer uma planilha de giro de estoque? Por meio do cálculo do giro de estoque, você poderá saber os produtos que não tiveram saída e o número de vezes em que o estoque foi renovado, ou seja, mostra quantas vezes o inventário foi atualizado.
    Além de ajudar você a analisar a média de tempo em que cada produto permanece nas prateleiras de sua empresa, facilita também na hora de planejar o período de renovação das mercadorias. Assim, é possível identificar as mercadorias que ficaram em falta e precisam ser substituídas.
    mesa de escritório com notebook

    5.Gestão integrada

    Aproveitar os recursos tecnológicos é, sem dúvidas, a ferramenta ideal que você precisa para conseguir fazer tudo que falamos acima. Otimizar o processo por meio de um software de automação evita perda de tempo, falhas, preocupações e gastos elevados.
    Um sistema de gestão integrada ao controle de estoque garante o bom desenvolvimento de diversos setores da empresa, além de melhorar a comunicação com a equipe, dividir as tarefas do melhor modo possível, transmitir as demandas necessárias com clareza e contar com a geração de relatórios para aprimorar os planejamentos e monitorar cada etapa.
    Quer saber mais sobre este e outros assuntos que envolvem melhorias na gestão de negócios e força de vendas? Continua acompanhando o nosso blog, acompanha a gente no Facebook e Instagram ou, se preferir, fala diretamente por aqui ou pelo telefone: (85) 4008-4508.

  • Cadastro incorreto dos produtos

    Cadastro incorreto dos produtos

    O estoque é considerado a menina dos olhos para quem possui uma pequena ou grande empresa. Mas,também é tido como um desafio diário. É preciso dedicar tempo e atenção para esta área, pois o estoque é bastante instável no dia a dia. Ele necessita de um controle bem realizado, a fim de conservar o ponto de venda, os clientes e evitar prejuízos no estabelecimento.
    Para controlar a entrada e saída de produtos, de forma eficiente, é fundamental saber os possíveis problemas que podem acontecer. Continue a ler o artigo para descobrir alguns dos mais importantes.

    Cadastro incorreto dos produtos

    A facilidade para localizar um determinado produto no estoque depende muito da organização e de como foi realizado o registro. Isto não só facilita durante a rotina, mas também contribui para diminuir falhas no sistema ou excesso de mercadorias.
    Por isso, é de extrema necessidade observar o código de barras ou o EAN (European Article Number) de cada produto. Além disso, fazer descrições completas. Isto deve ser feito na hora de registrar a entrada e saída destes.

    Falhas na segurança

    Um dos problemas mais comuns dos estabelecimentos comerciais é o furto, por isso é importante ter o máximo de cuidado.
    O estoque já pode sofrer muitas alterações devido a diversas eventualidades que podem acontecer ao longo da rotina. Por isso, estabelecer um maior controle no acesso de pessoas e realizar monitoramento com câmeras é o mais recomendável.

    Ausência de inventário de mercadorias

    Analisar a saída, a reposição e o giro de produtos do estoque pode contribuir na redução dos riscos de ruptura e dos produtos excedentes. Isto deve ser realizado periodicamente.
    Fazer um inventário facilita o trabalho da equipe e ajuda a fidelizar os clientes. Somado a isso, o inventário também diminui os custos financeiros da empresa.

    Armazenamento impróprio

    Cada mercadoria possui diversas especificidades e é essencial ficar de olho em cada uma delas para evitar danos, perdas ou insatisfação nos clientes. É vital verificar o modo de armazenamento, as temperaturas necessárias e as particularidades em geral do produto para preservá-lo em sua vida útil e não ocasionar problemas internos.

    Falta de automatização

    Como você pode ver, o estoque apresenta diversos detalhes que precisam de bastante atenção e cuidado, não é mesmo? Por muito tempo, este desafio era ainda mais difícil, visto que os dados eram todos registrados manualmente em planilhas no papel, o que gerava diversos erros e demandava mais tempo e organização da equipe e da gestão do estabelecimento. Porém os problemas passaram a diminuir bastante com a implementação de sistemas integrados de gestão que automatizam os pedidos e permitem um maior controle do estoque.
     
    O uso desses softwares, que oferecem diversas ferramentas, traz mais agilidade e praticidade nos processos, além de consentir o acesso da equipe aos dados, aumentar a integração dos funcionários, contribuir no direcionamento das próximas ações e amplificar os lucros da empresa.

  • Benefícios das ferramentas de monitoramento

    Benefícios das ferramentas de monitoramento

    O sucesso das equipes externas de vendas está diretamente relacionado à eficiência de suas operações. Empresas que utilizam ferramentas de monitoramento e roteirização conseguem uma vantagem estratégica significativa. 

    Essas soluções tecnológicas ajudam a otimizar rotinas, aumentar a produtividade e proporcionar uma experiência mais satisfatória para o cliente. Confira neste artigo como essas tecnologias podem transformar a gestão da sua força de vendas.

    Benefícios das ferramentas de monitoramento

    A solução tecnológica voltada para o monitoramento da força de vendas permite que gestores acompanhem, em tempo real, as atividades realizadas pelos vendedores externos. 

    Imagine poder saber exatamente onde a sua equipe está, quais atividades foram concluídas e quais resultados foram alcançados, tudo com apenas alguns cliques. 

    Muito mais do que acompanhar cada atividade executada, as ferramentas de monitoramento oferecem como benefícios: 

    Maior controle operacional: 

    Os gestores podem visualizar onde cada vendedor está, quais visitas foram realizadas e os resultados alcançados, garantindo que as estratégias sejam executadas conforme o planejado.

    Identificação de oportunidades de melhoria: 

    Com dados detalhados sobre a performance de cada vendedor, é possível identificar pontos fracos e oferecer treinamento personalizado para superá-los.

    Transparência nas operações: 

    Os vendedores têm clareza sobre as suas metas e sabem que seu trabalho está sendo monitorado de forma justa, o que aumenta o engajamento.

    Ferramentas de roteirização e a máxima produtividade

    Uma roteirização eficiente é essencial para maximizar o tempo dos vendedores e garantir a cobertura ideal do território de vendas. Enquanto o monitoramento garante o controle, a roteirização inteligente otimiza o tempo e os recursos. 

    Ferramentas modernas de roteirização criam rotas automáticas e personalizadas, levando em consideração fatores como localização, prioridades de clientes e tempo disponível. Entre os principais benefícios estão:

    Redução do tempo de deslocamento: 

    Algoritmos avançados ajudam a minimizar o tempo gasto em trânsito, permitindo mais visitas por dia.

    Prioridade estratégica:

     Clientes mais relevantes ou com maior potencial de conversão podem ser visitados primeiro, maximizando os resultados.

    Flexibilidade operacional: 

    As rotas podem ser ajustadas em tempo real para lidar com imprevistos, garantindo que os objetivos sejam cumpridos mesmo em situações adversas.

    Tecnologias digitais e empresas industriais

    A transformação digital nas empresas está em ritmo acelerado. De acordo com o IBGE, 84,9% das empresas industriais com 100 ou mais colaboradores já utilizam ao menos uma tecnologia digital avançada. Dentre as mais adotadas, destacam-se:

    • Computação em Nuvem (73,6%)
    • Internet das Coisas (48,6%)
    • Robótica (27,7%)
    • Big Data (23,4%)
    • Manufatura Aditiva (19,2%)
    • Inteligência Artificial (16,9%)

    Esses números demonstram a importância de incorporar ferramentas inovadoras para otimizar processos e aumentar a competitividade no mercado.

    Soluções da Polibras Software: tecnologia a serviço da eficiência

    A Polibras Software entende as necessidades das equipes externas e oferece soluções específicas para otimizar o seu desempenho:

    • Roteirizze: 

    Ferramenta que automatiza a criação de rotas inteligentes, reduzindo deslocamentos e ampliando a eficiência das visitas.

    • Monitore: 

    Solução para monitoramento em tempo real, permitindo que gestores acompanhem como e onde os vendedores executam as suas tarefas, promovendo maior controle e transparência.

    Conclusão

    Ferramentas de monitoramento e roteirização não são mais apenas diferenciais; elas são essenciais para empresas que desejam otimizar a gestão de suas equipes externas de vendas. 

    Além de garantir maior controle e eficiência, essas soluções criam um ambiente propício para o crescimento sustentável, tanto para as empresas quanto para os profissionais de vendas. Não espere mais para adotar essa transformação tecnológica em sua operação! Quer ajuda? Fale com os nossos consultores.

  • Mas antes, o que é cibersegurança?

    Mas antes, o que é cibersegurança?

    A transformação digital tem revolucionado a indústria, trazendo automação, conectividade e eficiência sem precedentes. No entanto, essa evolução também abre caminho para novos desafios como a segurança cibernética, tornando-se uma prioridade crítica no cenário industrial. 

    Proteger esses ambientes vai muito além de garantir a segurança de dados; envolve a preservação de processos produtivos, a continuidade operacional e até a segurança física dos trabalhadores. 

    Neste contexto, compreender e implantar práticas robustas de cibersegurança é essencial para a resiliência das indústrias modernas. Vamos conversar mais sobre o assunto neste artigo? Boa leitura! 

    Mas antes, o que é cibersegurança? 

    Cibersegurança é o conjunto de práticas, tecnologias e processos que protegem sistemas, redes e dados contra ataques digitais. Seu objetivo é garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações, prevenindo acessos não autorizados, fraudes e interrupções operacionais.

    Por que a cibersegurança é crucial para a indústria?

    Com a adoção de tecnologias como IoT, sistemas SCADA e redes OT, as fábricas e plantas industriais estão mais conectadas do que nunca, e consequentemente mais vulneráveis a ataques cibernéticos. 

    Sistemas de controle que antes eram isolados, agora estão integrados à internet e a sistemas corporativos, ampliando o risco de invasões. O ataque cibernético vai além do roubo de dados, ele traz ainda a interrupção da operação, danifica equipamentos, prejudica o relacionamento com o cliente e, claro, traz danos irreparáveis à reputação da empresa.  

    Porém, apesar da proteção de dados digitais ser uma necessidade reconhecida, mais da metade das empresas industriais (52,4%) ainda não considera a cibersegurança uma prioridade. 

    O cenário é preocupante, pois quase três a cada dez fabricantes já foram alvo de ataques cibernéticos, incluindo tentativas de extorsão em alguns casos. E, apesar do risco, menos da metade das empresas (44,2%) conta com uma estrutura organizacional voltada para a segurança cibernética ou de informação. 

    Esses dados foram revelados por uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que avaliou a maturidade do setor em relação à cibersegurança.

    O que fazer para promover a cibersegurança na indústria?

    O levantamento realizado pela Fiesp mostrou também que 64% das empresas investem apenas 1% do faturamento em segurança cibernética. E como mudar esse cenário? 

    Para mudar esse contexto, é preciso, primeiro, reconhecer a cibersegurança como uma prioridade estratégica e não apenas como uma responsabilidade técnica do departamento de TI.

    A transformação começa com a alta gestão, que deve entender que o impacto de um incidente de segurança pode ser devastador, tanto em termos financeiros quanto operacionais. Ao adotar uma abordagem mais integrada e proativa, as empresas podem minimizar os riscos e aumentar a sua resiliência frente a ataques. Além do aumento no orçamento destinado à segurança cibernética, outras ações essenciais incluem:

    Investimento em tecnologias avançadas:


    Implementar ferramentas como firewalls de última geração, sistemas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS), criptografia de dados e soluções de autenticação multifatorial. Essas tecnologias ajudam a criar uma camada de proteção mais robusta contra ataques cibernéticos sofisticados.

    Monitoramento contínuo e gestão de riscos:


    As ameaças cibernéticas estão em constante evolução, por isso é fundamental adotar práticas de monitoramento contínuo para identificar possíveis vulnerabilidades e implementar ações corretivas rapidamente. Além disso, é necessário realizar avaliações periódicas de risco para mapear as ameaças mais relevantes para o setor e priorizar as ações de proteção.

    Cultura de segurança cibernética:


    A conscientização dos colaboradores é um dos pilares mais importantes na proteção contra ataques, já que muitos incidentes ocorrem devido a falhas humanas, como phishing e acesso inadequado a sistemas. A empresa deve investir em treinamentos regulares, simulando ataques e reforçando as melhores práticas de segurança.

    Plano de resposta a incidentes:


    Mesmo com todas as precauções, nenhum sistema é completamente imune a ataques. Portanto, é essencial ter um plano de resposta a incidentes bem estruturado, com processos definidos para identificar, conter e mitigar os danos rapidamente em caso de ataque. Isso minimiza o tempo de inatividade e os prejuízos causados.

    Integração de sistemas de TI e OT:


    As indústrias estão cada vez mais conectadas, e a segurança cibernética precisa ser integrada tanto aos sistemas de TI (Tecnologia da Informação) quanto aos sistemas de OT (Tecnologia Operacional). Garantir que esses ambientes trabalhem de forma conjunta e segura é fundamental para evitar que falhas em um dos sistemas comprometam o outro.

    Cibersegurança na escolha de ferramentas empresariais

    A atenção à cibersegurança também deve ser uma prioridade ao contratar novas ferramentas para a empresa. Cada novo sistema ou software introduzido pode representar uma vulnerabilidade potencial caso não esteja adequadamente protegido. Por isso, é essencial que as empresas verifiquem se os fornecedores e suas soluções seguem as melhores práticas de segurança. 

    A Polibras Software, por exemplo, adota rigorosamente a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em todos os seus produtos, garantindo que as informações dos clientes sejam tratadas com o mais alto nível de proteção e transparência.

    Além disso, a empresa está em conformidade com as normas ISO, padrões internacionais reconhecidos e aplicáveis ao setor de TI, assegurando que as suas soluções atendem a requisitos rigorosos de segurança, qualidade e continuidade operacional, oferecendo mais confiança e segurança para seus clientes.

  • Como escolher o melhor sistema de Força de Vendas?

    Como escolher o melhor sistema de Força de Vendas?

    É crucial ter tecnologias para lidar com clientes cada vez mais conectados. A automação é uma delas, capaz de fazer o trabalho repetitivo de forma automática e personalizada com as regras de negócios vigentes na empresa. Melhor que isso, é capaz de fazer tudo com mais rapidez e segurança. Uma importante aliada da produtividade e inimiga dos erros. 

    Quando o assunto é força de vendas, por isso, tornar os trabalhos manuais e inseguros em processos automatizados, é tão importante para as organizações, entre elas, as indústrias, atacadistas e distribuidoras. 

    Ao colocar na ponta do lápis todos os custos com processos manuais e o investimento em automação de vendas, percebe-se rapidamente o quanto a tecnologia é mais eficiente em todos os sentidos. A automação é capaz de tornar a vida de um vendedor muito mais prática e produtiva, além de oferecer ao gestor comercial parâmetros para melhoria de processos de vendas, através de dados em tempo real e relatórios bem precisos. Isso acontece porque ao invés de estar preocupado com processos manuais de vendas, ele estará focado em fazer aquilo que realmente mais importa: vender mais e vender bem! 

    Reduzir a zero as chances de pedidos errados ou outros tipos de erros, é algo que a automação faz com muita qualidade. Esses erros geram prejuízos com as devoluções de mercadorias, além de aumentar as chances de perder um cliente devido a insatisfação. 

    Como escolher o melhor sistema de Força de Vendas?

    Agora que você entendeu o que é força de vendas e a importância de automatizá-la, vamos pontuar a seguir, os principais aspectos que deve-se levar em consideração na hora de adquirir um sistema. E para começar, vamos falar da mobilidade.

    1. Mobilidade

    Todos os aspectos aqui listados são muito importantes, mas a mobilidade é algo indispensável para os dias de hoje, por isso começamos por ela.

    Não existe nada mais produtivo que ter acesso às informações o tempo todo de onde estiver. Por isso, ter um sistema capaz de ser consultado em qualquer lugar é algo que não pode ser descartado na hora de adquirir um. 

    Essa necessidade é ainda mais real para os distribuidores, afinal, faz parte da estratégia de vendas dessas empresas ter vendedores e representantes buscando boas oportunidades no ponto de venda. 

    Garantir que um pedido, por exemplo, seja feito diretamente por um aplicativo em questão de minutos no celular, garante ao vendedor mais tempo para conversar com o cliente sobre estratégias de vendas, novos produtos e ações nas gôndolas das lojas.

    2. Principais funcionalidades para gestão completa de vendas

    Não adianta investir em um sistema se ele não oferecer as funcionalidades essenciais para o seu negócio. Por isso, veja o que é importante para sua distribuidora e verifique se o sistema atende todos eles.
    Entre as principais funcionalidades, listamos algumas a seguir!

    • Relacionamento com o cliente: a gestão de relacionamento garante ao vendedor mais chances de deixar o cliente satisfeito e se sentindo especial. Priorize uma solução que te ajude a manter um relacionamento personalizado com os parceiros.
    • Integração de equipes: é importante que o sistema permita a comunicação eficiente entre os vendedores, isso garante eficiência e transparência nos processos.
    • Design intuitivo: não existe nada mais frustrante que um sistema difícil de mexer com péssima experiência. Portanto, sistemas com calendário no layout, cartões de tarefas organizados em colunas e funil do processo de vendas, por exemplo, garantem uma boa experiência na usabilidade.
    • Relatórios: ter uma solução tecnológica e não ter o máximo de análise dos resultados, é o mesmo que não ter. Por isso, veja o quanto um sistema pode ser eficiente em relatórios. Pois eles são fundamentais na tomada de decisão.

    Além dessas funcionalidades que são estratégicas para a gestão da empresa, algumas outras são primordiais para a gestão eficiente dos processos de vendas. São elas:

    1. gestão de estoque;
    2. histórico de pedidos;
    3. acesso rápido a tabela de preços;
    4. lançamento de promoções e ofertas;
    5. controle de tributação;
    6. alertas de inadimplência;
    7. controle de bonificação e comissões;
    8. importações e exportações de arquivos;
    9. sugestão de mix de produtos;
    10. chatbot e whatsapp integrados;
    11. televendas integrado;
    12. inteligência artificial para sugestão de pedidos de acordo com o histórico do cliente.

    Certamente um bom sistema de força de vendas entrega muito mais que isso. Por isso, analise bem direitinho cada uma das funcionalidades e veja o que elas podem fazer para aumentar os resultados da sua empresa.

    3. Tecnologia na nuvem

    Não dá pra falar de mobilidade e funcionalidades essenciais se o sistema não for na nuvem. 

    A nuvem, tecnicamente conhecida como cloud, é uma tecnologia feita para estruturar a rede global de servidores. A principal característica dela é o fato de não se tratar de uma entidade física.

    Até aqui ficou meio confuso entender a nuvem, mas para ficar mais claro junto ao nosso tema, podemos dizer que a nuvem é a tecnologia capaz de armazenar informações na rede sem a necessidade de um armazenamento físico, como servidores, HDs, etc. Isso reduz os custos com TI, aumenta a segurança devido às diversas barreiras de proteção e garante agilidade em todo o processo a partir de qualquer máquina.

    A nuvem pode fazer backup automático dos dados e armazená-los de forma que eles não se percam diante de qualquer problema. Essa tecnologia pode diminuir até 100% a utilização de papel e proteger a empresa diante de eventuais danos como incêndios e enchentes. Basta ter acesso ao sistema e à internet para ter os dados de volta.

    Dessa forma, fica evidente a importância de um sistema de força de vendas na nuvem. A sua equipe pode trabalhar com tranquilidade e agilidade por meio de uma solução completa.

    4. Integrações

    Jamais adquira um sistema de força de vendas se ele não tiver integrações que atendam suas necessidades. Pois se não, a solução pode acabar se tornando um problema.

    É importante saber que cada sistema tem o seu objetivo, por mais completo que ele seja. Por isso, é normal que sistemas se integrem entre si para que a gestão da empresa seja mais eficiente de uma forma geral.

    Portanto, na hora de comprar um sistema, verifique quais outros sistemas da sua empresa seria interessante integrá-lo. Na solução força de vendas para distribuidoras, por exemplo, algumas integrações podem ser com o:

    • ERP;
    • sistema financeiro;
    • estoque e logística;
    • sistema de automação de marketing;
    • televendas;
    • BI – Business Intelligence, e;
    • software de atendimento e suporte.  

    5. Acessibilidade

    A acessibilidade pode ser confundida com mobilidade, mas ambas são diferentes. Lembre-se que a mobilidade tem a ver com o fato de utilizar o sistema em qualquer lugar, necessitando apenas de acesso à internet. Já a acessibilidade tem a ver com o sistema ser acessível de acordo com sua realidade.

    Se o seu time de vendas precisa acessar o sistema através de um celular, pelo simples motivo de fazerem trabalho de campo, você não poderá adquirir um sistema que funcione apenas em computadores.

    Por isso, veja tudo que é preciso para ter o trabalho do seu time de vendas funcionando com excelência. Algumas perguntas a ser fazer sobre o sistema, são: 

    • Funciona em android, IOS, Windows, Mac, Linux, etc?
    • Funciona em smartphones ou somente computadores?
    • Precisa de token de acesso? Se sim, como esse token é gerado?
    • A internet precisa ser super veloz para o sistema funcionar?
    • As atualizações são automáticas ou preciso atualizar manualmente?
    • É de fácil uso para todos os níveis de conhecimento em tecnologia?

    Faça um mapeamento completo do que a sua empresa precisa

    Como pôde observar, escolher um sistema de força de vendas não é algo tão complicado, mas é preciso estar atento a todos os detalhes. Existem diversas soluções sendo ofertadas no mercado, porém, cada uma delas pode trazer ou não as principais funcionalidades.

    Uma dica importante para esse momento de decisão é: mapeie todas as áreas que precisam ser integradas, assim como os dados e relatórios que farão sentido para o seu time de vendas. Após ter tudo que precisa em mãos, analise qual fornecedor pode melhor lhe atender.

    A Polibras Software, por exemplo, desenvolve tecnologias de automação de Força de vendas para indústria, distribuidores e atacadistas sempre de olho nas tendências de mercado e necessidades das indústrias, distribuidores e atacadistas.

    Esperamos que tenha gostado do conteúdo. Compartilhe com pessoas que também podem se interessar em saber mais sobre o tema e continue acompanhando nosso blog.

  • O que é sistema na nuvem?

    O que é sistema na nuvem?

    Não é de hoje que o mercado vem buscando soluções mais ágeis e seguras que possibilitem o crescimento exponencial das empresas. Em meio a tantas tecnologias, o sistema na nuvem é algo que vem deixando de ser apenas uma opção para ser o essencial.

    Por ser uma solução tecnológica totalmente web, o sistema na nuvem ainda sofre alguns preconceitos por parte daqueles que não sabem como ele funciona. Ao contrário do que muitos acreditam, esse tipo de sistema é sim bastante seguro, garantindo inclusive, mais segurança que os sistemas locais.

    Os sistemas locais são aqueles que precisam ser instalados no computador por meio de um instalador desenvolvido por uma software house. Além disso, a pouca mobilidade é a primeira diferença percebida entre ele e o sistema web.

    Para saber como funciona o sistema na nuvem e entender a sua importância nos dias de hoje, fizemos este conteúdo listando as 7 vantagens desse tipo de software para as empresas, principalmente o distribuidor atacadista.

    Mas antes de falarmos dessas vantagens, vamos compreender o que é um sistema na nuvem e porque ele surgiu.

    O que é sistema na nuvem?

    O sistema na nuvem, nada mais é que um sistema executado em uma plataforma cloud computing, ou seja, armazenamento e compartilhamento de dados e arquivos por meio da internet.

    Mesmo existindo softwares na nuvem que ainda são instalados no computador, a grande maioria desses sistemas são totalmente acessados por meio de um navegador web. Dessa forma, o usuário entra na plataforma através de um site, efetua o login com a sua senha e passa a ter acesso diretamente pela internet.

    Esse tipo de sistema ganhou destaque por diversos motivos, entre eles a possibilidade de ser acessível para todos os tamanhos de empreendimentos, pois garantem modelos de implantação mais ajustados à realidade de cada empresa, além de personalizações e baixo custo.

    No campo de estudo, a computação na nuvem vem sendo discutida desde 1997, mas somente a partir de 2006 que essa tecnologia passou a ser comercializada.

    Ainda não se sabe ao certo quem deu o pontapé inicial no mercado. Alguns afirmam que foi a Amazon, outros citam a Google, e alguns estudam concluíram que foi a empresa americana de telecomunicações AT&T.

    Independente de quem trouxe essa maravilha tecnológica para as nossas vidas, podemos dizer que se trata de uma tecnologia bastante necessária para o mundo globalizado em que vivemos. Por isso, separamos 7 vantagens do sistema na nuvem focando na realidade do distribuidor atacadista.

    Continue lendo e confira quais são!

    7 vantagens de um sistema na nuvem para o distribuidor atacadista

    A tecnologia cloud certamente é essencial para empresas de praticamente todos os segmentos. Mas quando falamos do distribuidor atacadista, falamos de um tipo de negócio que trabalha com alto volume de dados e uma enorme quantidade de clientes.

    Além deste cenário, as distribuidoras ainda passam por diversas mudanças externas que refletem diretamente nas suas operações. Portanto, ter informações e análises com agilidade e segurança é algo que não pode fugir da rotina desse tipo de empresa.

    A partir de agora vamos apresentar sete grandes vantagens do sistema na nuvem para o distribuidor atacadista. Para começar, vamos falar sobre a segurança, provavelmente a mais importante de todas.

    Sistema em nuvem para o distribuidor atacadista

    1. Segurança completa

    A segurança é algo fundamental para qualquer empresa. Os cuidados vão desde ataques de hackers até o dado correto sobre determinada análise ou informação.

    Com o avanço da internet pelo mundo e as pessoas cada vez mais conectadas, as tecnologias foram avançando numa velocidade nunca vista antes. Porém, na mesma proporção em que essas tecnologias foram surgindo, a criatividade dos criminosos digitais também cresciam de vento em popa.

    Por isso, a segurança que visa proteger os dados da empresa, é considerada a mais essencial quando comparada a outros tipos de segurança.

    Com a tecnologia na nuvem, o distribuidor atacadista evita que alguns problemas possam paralisar a empresa causando enormes prejuízos. Alguns desses problemas são:

    • ataques cibernéticos: a invasão de um hacker pode gerar uma grande dor de cabeça, pois esses criminosos são especializados em roubar dados importantes. Assim que eles têm posse desses dados, passam a pedir muito dinheiro como forma de resgate. Esse não é o único tipo de ataque, portanto, um sistema na nuvem está sempre preparado para todas as situações;
    • acidentes e incidentes: arquivos salvos no servidor local, podem facilmente ser destruídos por um incêndio, inundação ou até mesmo por um colaborador descuidado que acaba deletando permanentemente um arquivo;  
    • aparelhos danificados: quem nunca ouviu falar de um servidor que queimou ou um HD externo que caiu no chão e parou de funcionar? Podem parecer situações simples, mas só se sabe o quanto isso é estressante no momento em que acontece.

    Um detalhe que muitos não sabem, é que o software na nuvem é desenvolvido também por empresas especializadas em segurança. Essas empresas desenvolvem as mais seguras barreiras tecnológicas que praticamente impedem a invasão de maliciosos. Já ouviu falar em criptografia? Pois saiba que esse é só um dos diversos obstáculos criados para dificultar a vida dos criminosos virtuais.

    E já que estamos falando de precauções e proteção digital para as empresas, não podemos esquecer que a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados, que está em vigor desde agosto de 2020, passou agora a fazer auditorias e autuações nas empresas que a descumprirem. Os sistemas na nuvem já estão preparados para essa realidade legal, o que os tornam ainda mais vantajosos.

    Além da segurança física dos dados, existe um outro tipo de segurança muito importante: a tomada de decisão certa para conduzir a empresa.

    Tomar uma decisão importante para a estratégia da empresa não é nada fácil, principalmente quando esses dados podem estar errados ou indisponíveis no momento em que precisa. Este assunto faz parte da próxima vantagem.

    Enfim, quando analisamos todas as possibilidades de perdas de dados, o sistema na nuvem ganha disparado no quesito segurança.

    2. Relatórios seguros

    Os relatórios são informações que nos ajudam a decidir o caminho certo que a empresa deve seguir. Mas isso se torna muito difícil quando essas informações estão erradas.

    Os sistemas locais são na maioria dependentes de atualizações manuais, o que demanda tempo, disciplina, boa comunicação entre empresa e software house, além de trocas de equipamentos. Afinal, é comum depois de algumas atualizações, o sistema operacional de um computador não ser mais compatível com as novas versões do sistema.

    Ao levarmos tudo isso em consideração, percebemos o quanto o distribuidor atacadista fica vulnerável a erros e dados desatualizados sobre sua própria operação.

    Quando temos relatórios inconsistentes em mãos, podemos tomar as piores decisões para a estratégia da empresa. Com o sistema na nuvem, esse problema praticamente não acontece, pois tudo é atualizado em tempo real.

    3. Atualizações automáticas

    Já que falamos agora pouco sobre as atualizações, não podemos deixá-las de fora dessa lista de vantagens.

    Os sistemas na nuvem, são totalmente desenvolvidos na web, e por isso, toda e qualquer atualização ocorre de forma automática e sem erros. Na maioria das vezes, o usuário só percebe que houve uma atualização quando nota alguma diferença visual.

    Como esse tipo de atualização praticamente zera as inconsistências no sistema, os dados passam a ser confiáveis e prontos para serem acessados a qualquer momento.

    4. Mais produtividade

    Com a possibilidade de ter as informações sempre à disposição. Esse tipo de tecnologia garante que os profissionais estejam sempre preparados para agir e buscar novas estratégias para a empresa.

    Em uma distribuidora, por exemplo, o colaborador pode saber em tempo real a média de pedidos que um determinado cliente costuma solicitar, assim como o status do pedido ou a disponibilidade do estoque. Tudo isso a qualquer momento ou lugar. Está em uma sala de reunião com sua equipe e precisa de um determinado dado? Com o sistema na nuvem o seu colaborador vai precisar no mínimo de um smartphone.

    Com toda essa facilidade, os colaboradores entregam mais e perdem menos tempo para analisar um dado e fazer uma apresentação de resultados.

    Sistema em nuvem para o distribuidor atacadista

    5. Fácil adesão

    A adesão para esse tipo de sistema é bastante simples. A partir do momento em que tudo está configurado na nuvem, o usuário precisará apenas de um login e senha para acessar todas as informações. Fora que muitas vezes a compra do sistema é feita totalmente online sem necessidade de falar com um vendedor no primeiro momento.

    Nesses casos, a implantação também costuma ser mais rápida, já que a fase de instalação praticamente não existe e cabe apenas treinar os colaboradores sobre como usar o sistema.

    Com a tecnologia na nuvem, o empresário evita trocar equipamentos incompatíveis com o software, eliminando assim, certos gastos indesejados.

    6. Menos custos e despesas

    Você já parou para pensar em todos os custos e despesas que um sistema local pode gerar para a sua distribuidora?

    Geralmente, esse tipo de sistema exige da empresa o uso de servidores e um profissional de TI pronto para atender a qualquer adversidade.

    Os sistemas locais sempre trazem consigo os custos ocultos. Esses custos são aqueles que estão lá, mas nunca percebemos que eles existem. Alguns deles são:

    • hardwares;
    • backups;
    • espaços para armazenamento;
    • energia elétrica;
    • espaço físico;
    • refrigeração;
    • técnicos de tecnologia da informação, e outros.

    Quando olhamos para o sistema na nuvem, percebemos que esses custos praticamente não existem. Sendo, portanto, mais baratos e eficientes.

    7. Mobilidade e acessibilidade

    E para fechar, uma das vantagens que mais brilham os olhos dos empresários, gestores e analistas: a mobilidade e a acessibilidade.

    Com um sistema totalmente em nuvem, qualquer profissional tem a possibilidade de acessá-lo de onde estiver. Não importa se está em casa, no trânsito, em algum supermercado conversando com o cliente ou até mesmo em uma viagem fora da cidade. Sempre que quiser acessar o sistema, ele estará disponível!

    Além da mobilidade, podemos contar com a acessibilidade. Afinal, você pode consultar as informações no sistema através do seu computador, smartphone ou tablet.

    Essa ideia de que precisa voltar à empresa para consultar algum dado é coisa do passado. Tudo estará disponível onde e como quiser.

    Como o sistema na nuvem impacta na concorrência?

    A partir do momento que a empresa está equipada com um sistema na nuvem, ela passa a ser mais rápida e precisa nas suas decisões.

    Com a concorrência acirrada, o distribuidor atacadista precisa ter sempre em suas mãos, informações necessárias para saber a melhor forma de conquistar novos clientes. Além de estratégias de marketing local e retenção de clientes que já fazem parte da carteira da empresa.

    Vale lembrar que um vendedor que está sempre preparado com as informações necessárias para abordar um cliente (novo ou não), garante mais chances na hora de fechar as vendas.

    Estar adaptado às novas tecnologias já faz parte das estratégias de competitividade, portanto, o sistema na nuvem já faz parte dessa realidade e não pode ficar de fora. Quem tem respostas ágeis e elimina as possibilidades de erros, estará sempre alguns passos à frente de quem não tem.

    Gostou deste conteúdo? Então compartilhe com seus amigos!

  • A rotina dos RCAs na realização dos pedidos

    A rotina dos RCAs na realização dos pedidos

    Qual é a estratégia da sua empresa quando recebe um volume grande de pedidos dos clientes? Existe automatização para registrá-los ou o vendedor digita manualmente item por item?

    Esse processo de emissão de grandes pedidos em PDF, com inúmeras páginas e incontáveis itens, é uma realidade no varejo que impacta o segmento do atacado/ distribuidor, gerando prejuízos financeiros com devoluções de mercadorias, falhas na gestão do tempo, produtividade do vendedor, gerando resultados abaixo do esperado. 

    Nesse artigo, nós vamos falar sobre a rotina de vendas dos atacadistas distribuidores e como é possível eliminar os prejuízos gerados pela digitação errada dos pedidos.

    A rotina dos RCAs na realização dos pedidos

    Hoje, a realidade da maioria das empresas varejistas é a emissão de uma tabela de itens em PDF, que são recebidos pelos vendedores das distribuidoras e digitados manualmente no sistema.

    Essa digitação, que em sua grande maioria envolve mais de 100 páginas com cerca de 30 a 40 itens cada, é um trabalho gigantesco e que toma muito tempo do RCA/Vendedor. Além de ser desgastante, é necessário conferir todos os dados digitados, tendo que adequá-los ao padrão da distribuidora.

    Esse volume de trabalho, além do enorme tempo consumido – leva dias da semana –, é repetitivo e cansativo, implicando em uma inevitável margem de erro humano.

    Portanto, o erro de digitação já faz parte da rotina das empresas atacadistas distribuidoras, que por comodidade, acabam se acostumando e não tomando medidas efetivas para contorná-lo. 

    O resultado? Prejuízos em diferentes áreas, inclusive financeiro!

    A grande dor de cabeça dos atacadistas distribuidores

    Os prejuízos ocasionados pela digitação errada dos pedidos afetam toda a cadeia, seja ela interna ou externa, começando, pelo que falamos acima, o próprio cenário das vendas.

    O vendedor passa a maior parte da sua rotina conferindo pedidos e executando tarefas repetitivas, tempo esse que poderia estar sendo usado para prospectar clientes, levantar novas oportunidades de vendas e fazer upsell.

    A logística sofre em dois momentos, com o atraso da solicitação, uma vez que o pedido leva dias para ser digitado e inserido no sistema, e também nas devoluções de mercadoria, já que erros na digitação do pedido é o principal responsável nesses casos.

    Saiba como acabar com os prejuízos causados pela digitação errada de pedidos

    O varejista também é afetado nos atrasos das entregas e na dor de cabeça de receber produtos errados que vão passar pelo processo de devolução e nova solicitação. Isso cria um ambiente de desconfiança  e ruído entre distribuidor e varejista.

    Mesmo com todas essas dores de cabeça, por que não se automatiza o processo?

    Principais desafios para implementar uma Gestão Automatizada de Pedidos

    A principal justificativa das empresas atacadistas distribuidoras que ainda trabalham os pedidos de forma manual é a preocupação com a integração junto ao sistema de força de vendas ou mesmo com o sistema de gestão e ERP.

    É necessário simplicidade nessa operação, as distribuidoras fazem a gestão de 30, 100, 400.. RCAs e todos precisam realizar essa nova rotina automatizada.

    O que muitas empresas talvez ainda não saibam é que já existe tecnologia inteligente no mercado para esse processo, e ela está sendo utilizada por grandes distribuidoras do país que já eliminaram os prejuízos advindos dessa digitação manual.

    Já é possível reduzir e praticamente zerar os erros dessa operação de forma simples e objetiva. 

    Eliminando os prejuízos com Tecnologia Inteligente

    O E-Pedidos é um robô com Inteligência Artificial ‘treinado’ para fazer a identificação visual de pedidos enviados pelos varejistas em diversos formatos e ajustar automaticamente os documentos para o processamento do sistema de gestão. Ao vendedor cabe um click para enviar o arquivo, revisar o material e acompanhar.

    E como tudo isso acontece? Através do Telegram, o aplicativo de conversas. Ao receber o pedido, a ferramenta identifica os dados básicos da transação (nome do produto, código, preço e identificação do cliente) e, em seguida, cruza as informações interagindo com o ERP (sistema de gestão) do atacadista e distribuidor. Nesse momento, são checadas as condições e regras de negócio previamente estabelecidas para aquele varejo e, em menos de 10 minutos, o vendedor pode acompanhar a solicitação, corrigir eventuais problemas e finalizar o processo.

    Independente do sistema de gestão ou força de vendas que a distribuidora tenha, o E-Pedidos é facilmente integrado. 

    O resultado de implementar uma Tecnologia Artificial na operação de vendas é otimizar em  90% o tempo do vendedor destinado à digitação e conferência, além da redução de 99,99% de erros nos pedidos, zerando as devoluções de mercadorias por erro de digitação. 
    A economia de tempo reduz, em média, um dia no prazo entre o recebimento dos pedidos e a disponibilização da mercadoria para o varejo. Isso significa uma produtividade nas entregas que gera confiança e fidelidade.

    Ou seja, para o atacadista distribuidor que sofre com atrasos nas entregas, devoluções de mercadorias e resultados abaixo do esperado nas vendas, implementar uma tecnologia para automatizar os pedidos que chegam é a solução perfeita!

    Quer saber como a sua distribuidora pode acabar de vez com os prejuízos, ganhar tempo, produtividade e aumentar o lucro? Fale conosco!

    Gostou desse conteúdo? Continue nos acompanhando nas redes sociais, siga a Polibras Software no Linkedin e Instagram.

  • Check-list para visitas estratégicas

    Check-list para visitas estratégicas

    O planejamento cuidadoso das visitas de vendas  assume uma importância estratégica significativa. O papel do vendedor externo vai além da realização de transações comerciais, ele é um elo crucial na construção de relacionamentos sólidos e duradouros com os clientes. 

    A habilidade do vendedor em antecipar as necessidades do cliente, compreender o contexto do negócio e oferecer soluções personalizadas não apenas otimizam as oportunidades de venda, mas também fortalecem a confiança e fidelidade do cliente.

    O ato de visitar o ponto de venda do cliente permite ao vendedor externo uma compreensão mais profunda do ambiente em que o produto ou serviço será oferecido. Ao realizar uma análise visual, o profissional pode identificar oportunidades de exposição, compreender a dinâmica do espaço de venda e ajustar suas estratégias de acordo. Mas como obter resultados extraordinários nas visitas ao ponto de venda do cliente? Confira a seguir.

    Check-list para visitas estratégicas

    Apenas visitar clientes não garante uma boa visita. Saber qual a melhor abordagem, que trabalho realizar e quais resultados alcançar são determinantes para obter bons resultados de venda. Por isso, separamos abaixo um check-list de como conquistar verdadeiramente o seu cliente nas visitas de vendas.

    Planejamento

    Quando um vendedor se prepara e se planeja para uma visita de venda, ele está preparado para o investimento estratégico na construção de parcerias duradouras e mutuamente benéficas. 

    Na verdade, é uma tríade de benefícios: para o profissional de vendas que alcançará sua meta de forma escalonada; para o cliente que terá um serviço proativo e adaptado às suas necessidades específicas e para a empresa que terá uma reputação positiva no mercado.

    Por isso, antes de visitar o cliente, tenha em mente: quais clientes estão na rota de hoje? Qual o melhor horário para atender cada um? Qual a melhor rota entre cada visita, que ofereça menos tempo e menor distância? Quanto tempo leva do meu ponto de partida para chegar até o cliente? Que horas devo sair? Quais são os produtos que eu tenho que vender? Quais argumentos utilizar?

    Comunique-se

    A comunicação eficaz com os colaboradores-chave do seu cliente cria um ambiente propício para o entendimento holístico das necessidades do cliente atendido e

    permite que o vendedor personalize a abordagem de vendas de acordo com as particularidades do negócio. Por isso, cumprimente todos, não somente o responsável pelo setor de compras.

    Verifique os produtos

    Percorrer a loja e verificar como estão expostos os produtos de interesse do vendedor ajuda-o a construir um pedido mais alinhado com o perfil do PDV. Confira sempre: exposição do produto, ruptura, precificação, organização, limpeza, entre outros, são ações fundamentais para um bom cuidado com o cliente.

    Tenha bons argumentos

    Ter argumentos bem elaborados demonstra profissionalismo, além de capacitar o vendedor a comunicar de forma clara e convincente o valor dos produtos ou serviços oferecidos. Esses argumentos não se limitam apenas a destacar características, mas também a abordar especificamente as necessidades e desafios do cliente, criando uma conexão mais profunda. Se baseie nas perguntas a seguir:

    • O que eu tenho para apresentar ao meu cliente que possa solucionar as necessidades dele?
    • Quais as políticas de descontos posso oferecer?
    • Quais os diferenciais dos meus produtos?

    Antes de fechar negócio, confira os acordos

    Verificar cuidadosamente se o cliente revisou todos os acordos e descontos antes de finalizar uma venda é uma prática essencial que destaca a responsabilidade e a transparência do vendedor. 

    Essa verificação assegura a conformidade com os termos negociados e evita possíveis mal-entendidos ou descontentamentos futuros. Por isso, certifique-se que o cliente está de acordo com o pedido e já aproveite o momento para definir uma nova visita.

    Evite procrastinar a digitação dos pedidos

    O imediatismo na inserção dos pedidos agiliza o processo logístico, reduzindo os prazos de entrega, além de  minimizar a chance de erros ou omissões nos registros. 

    Além disso, essa prática demonstra ao cliente um comprometimento ágil e profissional, reforçando a confiança na parceria comercial. Atrasos na digitação dos pedidos podem resultar em discrepâncias nos níveis de estoque, atrasos na entrega e, potencialmente, na insatisfação do cliente.

    Nesse caso, a tecnologia é uma grande aliada. Ao substituir métodos manuais por um sistema digital, a ferramenta reduz significativamente o tempo gasto na entrada de dados, minimizando erros e melhorando a precisão dos registros.

    Faça uma análise da sua visita de vendas

    Chegou o momento de visitar o ponto de venda? Faça uma autoavaliação após finalizada a visita ao cliente. Essa reflexão pós-visita proporciona insights valiosos para aprimorar abordagens futuras, ajustar táticas conforme necessário e otimizar o desempenho geral da equipe de vendas. 

    Além disso, essa análise contribui para a construção de relacionamentos mais sólidos com os clientes, uma vez que permite a adaptação contínua às suas necessidades em constante evolução.

    Conclusão

    Uma visita de vendas bem-sucedida é fruto de uma abordagem estratégica, preparação meticulosa e habilidades de comunicação excepcionais. Ao seguir as dicas apresentadas neste artigo, você estará no caminho certo para alcançar resultados extraordinários em suas visitas de vendas. 

    Lembre-se da importância de compreender as necessidades do cliente, adaptar sua abordagem de acordo com cada situação e cultivar relacionamentos duradouros. Cada encontro é uma oportunidade única de construir confiança e demonstrar o valor de seus produtos ou serviços. 

    Continue aprimorando suas habilidades, mantenha-se atualizado sobre as tendências do mercado e, acima de tudo, mantenha uma mentalidade proativa. Se você gostou destas dicas, não deixe de explorar outros artigos em nosso blog, onde compartilhamos insights valiosos para impulsionar o seu sucesso nas vendas. 

  • O novo papel da tecnologia na produtividade comercial

    O novo papel da tecnologia na produtividade comercial

    Em 2026, a tecnologia deixará de ocupar um papel secundário dentro das empresas e passa a ser parte central da estratégia comercial. Mais do que automatizar tarefas, ela agora vai orientar decisões, organizar operações complexas e sustentar o crescimento em mercados cada vez mais competitivos.

    Nesse novo cenário, áreas comerciais que dependem de equipes de vendas externas sentirão esse impacto de forma ainda mais intensa. Afinal, vender em campo exige planejamento, agilidade e controle — elementos que dificilmente se sustentam apenas com processos manuais ou planilhas isoladas.

    Por isso, falar de produtividade hoje é, inevitavelmente, falar de tecnologia aplicada à rotina comercial.

    O novo papel da tecnologia na produtividade comercial

    A tecnologia comercial em 2026 não é apenas sobre automação; trata-se de inteligência aplicada — isto é, usar dados e sistemas que ajudam a equipe a tomar melhores decisões, com mais rapidez e eficiência.

    Isso significa:

    • Insights em tempo real que melhoram a gestão de vendas.
    • Processos que antes eram manuais agora automatizados.
    • Ferramentas que permitem prever resultados e ações com maior precisão.

    Além disso, a tecnologia permite escalar operações sem que os custos cresçam na mesma proporção. Consequentemente, equipes se tornam mais eficientes sem aumentar a pressão sobre vendedores ou gestores.

    Os desafios das equipes de vendas externas

    Embora o discurso sobre inovação seja comum, a realidade das vendas em campo ainda apresenta desafios bastante concretos. Entre eles, alguns se destacam pela recorrência.

    🔹 Deslocamentos ineficientes

    Em primeiro lugar, muitos vendedores passam boa parte do dia em deslocamentos mal planejados. Rotas improvisadas, excesso de quilômetros rodados e visitas fora de ordem comprometem não apenas o desempenho, mas também o custo da operação.

    🔹 Gestão manual de roteiros

    Além disso, quando o planejamento de visitas é feito manualmente, o risco de falhas aumenta. O gestor perde tempo ajustando agendas, enquanto o vendedor executa um roteiro que nem sempre prioriza os clientes certos.

    🔹 Cobertura desigual da carteira

    Por outro lado, sem critérios claros de frequência e priorização, alguns clientes recebem atenção excessiva, enquanto outros são esquecidos. Com isso, oportunidades de venda acabam sendo perdidas sem que a empresa perceba.

    🔹 Falta de visibilidade da operação

    Por fim, a ausência de dados em tempo real dificulta o acompanhamento da equipe. Sem visibilidade clara, decisões estratégicas são adiadas, ajustes não acontecem e o crescimento fica limitado.

    Em campo, produtividade não é sinônimo de esforço ou horas trabalhadas, mas de inteligência aplicada no uso do tempo e dos recursos disponíveis.

    A tecnologia contribui para isso porque permite que:

    • Metas e planejamentos sejam alimentados com dados reais.
    • Processos repetitivos sejam automatizados.
    • Equipes tenham mais tempo para o que realmente importa: vender e construir relacionamentos com clientes

    Assim, vendedores podem focar sua energia em atendimentos de maior impacto, enquanto ferramentas cuidam da parte operacional. dificultando a tomada de decisões rápidas.

    Esses pontos são dores reais que impactam KPIs essenciais como número de visitas realizadas, taxa de conversão, custos operacionais e, claro, o faturamento geral.

    Quando dados orientam decisões, resultados aparecem

    Outro ponto fundamental em 2026 é a transformação de dados em decisões práticas. Hoje, empresas mais maduras tecnologicamente conseguem:

    • Priorizar clientes com maior potencial de compra
    • Estimativas adequadas de tempo de visita e itinerário
    • Visibilidade clara do desempenho do vendedor em campo
    • Integração com sistemas internos, como ERP e CRMs

    Dessa forma, a tecnologia deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica, influenciando diretamente o faturamento e a rentabilidade.

    Roteirizze: a tecnologia que transforma a rotina de vendas externas

    Uma das ferramentas que demonstram esse impacto em 2026 é o Roteirizze, um sistema inteligente de roteirização de equipes externasLeia mais aqui sobre o Roteirizze

    💡 O que o Roteirizze faz?

    O Roteirizze utiliza as regras de negócio da sua empresa para criar roteiros de visitas inteligentes, econômicos e sempre atualizados. Isso inclui:

    • Carteirizar clientes (organizar por perfil e localização).
    • Distribuir visitas por dia da semana conforme demanda.
    • Definir a frequência ideal de atendimento.
    • Prever o faturamento do roteiro.
    • Sugerir tempo ideal de atendimento.
    • Considerar feriados e datas não úteis na criação de roteiros.
    • Realocar clientes e vendedores quando necessário.
    • Atualizar automaticamente os roteiros com base na entrada e saída de clientes.
    • Integração com diferentes ERPs do mercado. 

    📈 Benefícios práticos para o seu time comercial

    Com o uso do Roteirizze, empresas conseguem:

    • Reduzir custos de quilometragem e deslocamento.
    • Garantir cobertura estratégica da carteira de clientes.
    • Aumentar a positivação de vendas com frequência de visitas adequada.
    • Ter controle total sobre o planejamento de visitas.
    • Elevar a produtividade e foco da equipe comercial

    Ou seja, o Roteirizze não apenas cria melhores rotas, mas alinha o trabalho de campo com os objetivos estratégicos da organização.

    em 2026, tecnologia é sinônimo de vantagem competitiva

    A tecnologia não é mais opcional para empresas que dependem de vendas externas. Ela impulsiona a produtividadeotimiza recursos, e permite decisões mais embasadas, trazendo:

    ✔️ Eficiência operacional
    ✔️ Melhor performance comercial
    ✔️ Redução de custos desnecessários
    ✔️ Maior competitividade no mercado

    Ferramentas como o Roteirizze mostram que o futuro da produtividade passa por planejamento inteligente e execução guiada por dados.

    Se 2026 provou algo, é que empresas que adotam tecnologia não apenas sobrevivem, elas lideram o mercado.