Categoria: Comercio Eletronico

  • O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    Vendas 4.0 é mais do que uma tendência, é uma mudança profunda na forma como empresas industriais e distribuidoras se relacionam com o mercado, tomam decisões e otimizam suas operações comerciais. 

    Em um cenário cada vez mais digital, competitivo e orientado por dados, a tecnologia se torna o motor que impulsiona equipes de vendas externas rumo a um desempenho mais ágil, inteligente e centrado no cliente.

    De acordo com o estudo Experiência é tudo, da PwC, 80% dos consumidores destacam a velocidade como um dos fatores mais determinantes para uma experiência positiva.

     Isso mostra que o sucesso comercial não depende apenas de preço ou produto, mas da capacidade de resposta e da personalização das interações, pilares essenciais do conceito de vendas 4.0.

    O que são as Vendas 4.0 e por que elas estão transformando o mercado

    Antes da revolução 4.0, as vendas externas eram pautadas em processos manuais, pouca integração de dados e decisões baseadas mais na intuição do que na informação. Hoje, o contexto é outro.

    As vendas 4.0 representam a aplicação de tecnologias digitais (como inteligência artificial, automação, análise de dados e mobilidade) na gestão e execução das estratégias comerciais. 

    O objetivo é unir eficiência operacional e experiência do cliente em um mesmo fluxo, criando equipes mais estratégicas e clientes mais satisfeitos.

    Empresas que adotam esse modelo conseguem antecipar demandas, identificar padrões de compra, personalizar ofertas e reduzir custos. 

    Ou seja, não se trata apenas de vender mais, mas de vender melhor, com base em dados e em uma compreensão profunda do comportamento do cliente.

    Principais características das Vendas 4.0

    As vendas 4.0 se sustentam em um conjunto de práticas e tecnologias que elevam a produtividade e a inteligência da operação comercial. Antes de listar os pilares, é importante compreender que cada um deles contribui para uma operação mais conectada e centrada no cliente.

    1. Automação de processos

    Tarefas repetitivas, como atualização de pedidos ou controle de visitas, passam a ser automatizadas, liberando tempo para o vendedor focar no relacionamento e na estratégia.

    2. Integração total de dados

    Informações sobre estoque, clientes e faturamento fluem entre os sistemas, garantindo decisões rápidas e assertivas.

    3. Tomada de decisão orientada por dados (data-driven)

    Relatórios e dashboards permitem identificar tendências e ajustar rotas de venda em tempo real.

    4. Mobilidade e conectividade

    O vendedor tem acesso completo às informações via aplicativos, mesmo em campo, garantindo agilidade nas negociações.

    5. Foco na experiência do cliente

    Personalização, rapidez e transparência são diferenciais competitivos indispensáveis.

    6. Análise preditiva e inteligência artificial

    Ferramentas que ajudam a prever demandas, recomendar produtos e otimizar o desempenho das equipes.

    Essas características permitem que a operação comercial atue de forma proativa, reduzindo desperdícios e aumentando a satisfação dos clientes — justamente o que o mercado moderno exige.

    Como as Vendas 4.0 impactam indústrias e distribuidoras

    As vendas 4.0 não são exclusivas do varejo digital. Elas têm impacto direto no dia a dia de indústrias e distribuidoras, que dependem de equipes de vendas externas para garantir cobertura de mercado e relacionamento próximo com clientes.

    Ao adotar tecnologias de automação comercial e roteirização inteligente, por exemplo, essas empresas passam a ter mais controle sobre as operações, maior eficiência logística e decisões embasadas em dados reais. Isso significa menos tempo perdido com deslocamentos, pedidos mais precisos e clientes melhor atendidos.

    Além disso, a integração entre setores (vendas, estoque, financeiro e logística) elimina retrabalho e melhora a comunicação entre times. Em um ambiente onde velocidade é sinônimo de boa experiência, segundo o estudo da PwC, essa integração se torna um diferencial competitivo essencial.

    Vendas 4.0 e o papel estratégico da tecnologia da Polibras

    A transição para o modelo de vendas 4.0 exige mais do que boas intenções: requer ferramentas tecnológicas que conectem pessoas, dados e processos em tempo real. É aqui que entram as soluções da Polibras.

    Com softwares desenvolvidos especialmente para indústrias e distribuidoras que trabalham com vendas externas, a Polibras oferece recursos que tornam o dia a dia das equipes mais ágil e inteligente, da roteirização automatizada ao pedido de vendas, passando pelo acompanhamento de performance e controle de indicadores comerciais.

    As soluções da Polibras permitem que cada vendedor tenha nas mãos todas as informações necessárias para atender o cliente com rapidez e precisão, enquanto os gestores acompanham os resultados de forma centralizada e estratégica.

    Em outras palavras, a Polibras transforma tecnologia em produtividade, e produtividade em crescimento sustentável.

    Conclusão: vender mais é vender melhor com Vendas 4.0

    As vendas 4.0 representam a evolução natural das operações comerciais no contexto da Indústria 4.0. Não se trata apenas de digitalizar processos, mas de repensar a forma como as empresas se conectam com seus clientes, gerenciam suas equipes e tomam decisões estratégicas.

    Ao adotar tecnologias que unam dados, automação e mobilidade, indústrias e distribuidoras não apenas ganham eficiência, elas conquistam relevância em um mercado cada vez mais exigente e dinâmico.

    E com as soluções da Polibras, essa transformação se torna simples, integrada e orientada a resultados reais. Porque no novo cenário das vendas 4.0, quem tem informação e agilidade tem vantagem competitiva.

  • O que é e-commerce?

    O que é e-commerce?

    O Brasil superou a marca de um Smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos (FGV-SP).
    É cada vez mais comum os usuários se utilizarem dessas tecnologias em sua atividades diárias.  Logo, muitas empresas no intuito de aumentar suas vendas enxergam nesta tecnologia mais uma oportunidade de alcançar pessoas e ter melhores resultados. De que forma? Através da experiência de compra online.
    Uma categoria deste segmento em bastante expansão no mercado brasileiro é o e-commerce, então mostraremos de uma vez por todas o que é, como funciona e tudo que você precisa saber sobre esse mercado em expansão.
    Quer saber mais do assunto? Neste artigo você vai aprender:

    •  O que é e-commerce;
    •  E-commerce B2B e B2C, qual a diferença;
    • Quais problemas o e-commerce B2B resolve?;
    • Mercado em expansão;
    • Dicas para investir em um e-commerce;

     

    ebook ecommerce b2b

    O que é e-commerce?

     

    A partir da tradução já se sabe muito do seu significado, comércio eletrônico, que quer dizer vendas online, é uma modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras por meio de dispositivos como computadores, tablets e celulares, ou seja, todo o processo de compra e pagamento é feito virtualmente.
    Geralmente, são vendidos nesse segmento produtos ou serviços que estamos acostumados a ver em shoppings e lojas físicas, mas, na internet, onde todas as vendas são facilitadas através de anúncios ou compartilhamentos em redes sociais.
    Outro ponto importante é que e-commerce traz produtos apenas de uma única loja ou fabricante. Ou seja, nem toda forma de venda pela internet pode ser considerada e-commerce, mas calma, vou explicar melhor a seguir.

    Qual a diferença entre E-commerce e Marketplace?

    ecommerce versus marketplace

    Os dois são um canal venda online, no entanto, no caso do marketplace trata-se de uma plataforma onde se incluem várias lojas, e geralmente essa plataforma faz o intermédio entre o consumidor e a loja no que diz respeito aos processo de cobrança, entrega e qualidade do produto vendido.

    Imagine uma situação hipotética em que há um grande galpão com lojas diferentes onde cada uma tem seu espaço para expor produtos e vendê-los. O espaço destinado para essas lojas são padronizados e precisam atender determinadas regras estabelecidas pela administração do galpão para funcionar.
    Neste caso também, o cliente final, após passear por todas as lojas e escolher os produtos, têm que efetuar o pagamento em um único caixa gerenciado pelo Galpão.

    Imaginou? Pronto, agora imagina a mesma situação no meio digital e você terá a definição de marketplace.

    fluxo infografico marketplace

     
    Se você pensou em Mercado Livre, OLX, Netshoes e até Airbnb, significa que você entendeu bem o conceito de marketplace.
    Quando se trata de e-commerce o cenário é diferente.
    Desta vez pedirei para que você imagine uma loja toda personalizada com logótipo e as cores da sua identidade visual, neste caso vendendo apenas seus produtos e os expondo e criando campanhas promocionais quando bem desejar. Todo gerenciamento financeiro, logístico e controle de qualidade é feito pela própria loja.
    Pois bem, se mudarmos tudo isso para o cenário virtual, você terá a definição de e-commerce.

    E-commerce B2B e B2C, qual a diferença?

     
    diferença entre ecommerce b2b e b2c
    O conceito de vendas pode ser igual, no entanto esses e-commerces são completamente diferentes, no caso do B2B (business to business) a plataforma é voltada para clientes específicos e vendas entre empresas, não para público final.
    Dependendo da complexidade e abrangência do projeto os requisitos técnicos são cruciais no cenário B2B, neste caso o sistema precisa ser preparado para as especificidades deste segmento e flexíveis o suficiente para cada modelo comercial.

    Requisitos do cenário B2B que não existem no B2C:

    As negociações de produtos e serviços entre empresas (B2B) retratam cenários bem mais complexos e diversos que as entre empresa e consumidor (B2C). Destacam-se alguns requisitos e atributos desse modelo de comércio, reforçando a diferença entre ambos e ressaltando suas vantagens.e-commerce múltiplas tabelas de preço
    •  Múltiplas tabelas de preços: ao contrário do B2C, no B2B os preços variam de acordo com a estratégia de venda, quantidade do pedido, clusterização de praça, nível de cliente, etc;
    • Múltiplos perfis de clientes: como citado acima, existem agrupamento de clientes que tem condições de preço e prazo diferentes por uma série de fatores, como, sazonalidade, campanha de segmento específico, época do ano, etc;
    • Múltiplas formas de pagamento: muitas vezes as formas de pagamento tradicionais como cartão de crédito, boleto ou depósito bancário fica inviável para alguns clientes, por isso é necessário também que a plataforma gerencie pagamentos faturados, Cartão BNDES, duplicata, etc;
    • Navegação personalizada: perfil de clientes que compram em larga escala, ou seja, 10mil a 20mil produtos com itens diferentes, é necessário que tenham uma navegação adaptada para o fluxo de compra;
    • Regras fiscais: geralmente vendas B2B lidam com cálculo de impostos que variam por estado, produtos, etc.


    Quais problemas o e-commerce B2B resolve?

    O processo de compra geralmente se baseia em várias etapas, envolve mais de uma pessoa e possui duração de tempo estendida, essa sequência quando frequente pode se tornar maçante. Mas a negociação uma vez facilitada é capaz de mudar toda a atividade para quem tem essa constante necessidade empreendedora.
    Dessa forma o B2B oferece um modelo de comércio inovador, e com a adoção de novas estratégias prioriza atender os desejos e preferências de seu cliente, no caso, sua empresa cliente.
    A seguir, pontuei alguns problemas resolvidos através da inserção do E-commerce B2B, o comércio eletrônico de vendas online, tais como:

    Acessibilidade

    acessibilidade ecommerce
    Por se tratar de uma transação feita inteiramente pela internet desde sua escolha ao pagamento, difere automaticamente de todo o modelo de comércio ultrapassado e dificultoso antes adotado sem opções para a reposição de estoque. Assim, o B2B adota um cenário de comodidade e facilidade em suas vendas, sem a limitação geográfica e sem a necessidade de locomoção, já que seu procedimento de compra é feito por dispositivos eletrônicos.

    Conheça o Polistore App Clientes B2B, é uma ferramenta de e-commerce b2b ideal para atacadistas e distribuidores.

    Custo

    B2B é redução de custos e ganho de eficiência. Apresenta economia desde o corte dos catálogos impressos até o custo de visitas. O meio de divulgação mais simples de produtos e mercadorias, além de caro com seus custos para produzir, imprimir e distribuir, com o tempo também se tornou excedido, intitulado hoje como método antigo. Com as plataformas B2B há uma divulgação mais eficiente, sem limitação de informações e de alcance mais exteriorizado. Essas mesmas plataformas apresentam uma aba específica, onde as visitas físicas aos clientes são substituídas por um canal de relacionamento, onde suas dúvidas são tiradas, e seus problemas, sempre que possível solucionados.  
    e-commerce b2b aumente seu faturamento

     

    Pouca variedade

    Um dos principais pontos em destaque do B2B é o extenso catálogo digital de produtos, pacotes, preços e marcas, possibilitando o cliente uma comparação detalhada antes da escolha e eliminando totalmente o imprevisto e a surpresa com as ausências. 
    Por que coloque-se na seguinte situação; você, proprietário ou funcionário de um mercado tem a necessidade de abastecer seu estoque e se desloca pessoalmente ao armazém. Após a chegada se depara com poucas opções e sem as desejadas, já que a reposição é em maior intervalo de tempo e as variedades mais limitadas. Ou seja, gastou seu tempo, locomoção, disponibilidade e combustível para retornar insatisfeito e descontente. Nada mais desagradável não é? 
    Desse modo, o B2B de maneira prática, disponibiliza em suas plataformas exatamente o que há e o que não há disponível, sem as inconveniências de surpresas impertinentes.

    Mercado em expansão

    ecommerce mercado em expansão
    Após ultrapassar a projeção de crescimento de 12% para o ano de 2018 e faturar
    R$ 53,2 bilhões, o e commerce se mantém em um cenário de crescimento contínuo e expressivo como nos anos anteriores.
    Em 2017, segundo a pesquisa Webshoppers feita pela Ebit o faturamento chegou a R$ 47,7 bilhões, o que significa que em relação a 2016 quando foi registrado R$ 44,4 bilhões houve um aumento de 7,5%. 
    Isso provavelmente possa significar, além de um consumidor adepto aos dois comércios tanto online quanto offline, uma migração para o virtual. De acordo com o estudo do Atlas, 31% das compras de 2017 foram efetuadas online, inclusive via mobile . Ainda assim, cerca de 80% dos carrinhos de compras eletrônicos foram e são abandonados. Agora consegue imaginar como seria se fosse implantado novas e melhores estratégias nesse modelo de comércio? Não é muito difícil pressupor que haveria um aumento nos volumes gerados, facilitando assim uma maior expansão. É tudo questão de circunstância. 
    Dentre os principais fatores que intermediam essas expectativas e resultados positivos podemos citar os celulares e dispositivos mobile, eles correspondem a 42% das vendas finalizadas no primeiro semestre de 2019. Isso ocorre pelo fato de que terem cada vez mais acesso aos dispositivos móveis e internet automaticamente reflete no comportamento de compra dos consumidores e movimenta o comércio eletrônico. No Brasil por exemplo há pelo menos um celular em 92% das residências de acordo com o levantamento do IBGE , e hoje, o modelo de compras virtual é um dos que mais cresce no país.
    Outro fator importante para destacar são os investimentos em tecnologia pelas lojas virtuais, que possibilitam cada vez mais o aprimoramento de seus mecanismos e a expansão dessas plataformas, contribuindo inclusive para a entrada de novos consumidores e para o retorno cada vez mais constante de visitantes e clientes. 
    Visto tudo isso, para 2019 as expectativas não são nada baixas. Espera-se um aumento de 15% com vendas chegando a R$ 61,2 bilhões. Tal otimismo considera um marketing digital mais centralizado e um número maior de empreendedores buscando o e-commerce. 
    Ou seja, os volumes de transação das plataformas, que já imensos e movimentando trilhões continua a crescer de modo expressivo.


    Dicas para quem quer investir no e-commerce B2B


    O cenário para quem quer começar seu negócio de vendas online nunca esteve tão propício como agora.

    Dados e resultados asseguram que é um dos melhores e mais eficazes meios para empreender atualmente em consequência de sua ligeira expansão, flexibilidade de mercado, diversidade de negócios, e um dos pontos mais consideráveis; economia.

    E apesar de ser um início um tanto menos burocrático quanto o de um negócio físico, ainda existem alguns pontos recomendados e outros imprescindíveis para possuir sucesso no comércio.
    Buscando lhe ajudar nessa trajetória, listamos os principais passos para criar e investir em e-commerce:

    Planeje e pesquise

    Antes de tudo, é de extrema importância um bom planejamento com objetivos e metas traçados; quanto mais detalhes melhor. Vai desde o produto ou serviço que irá a venda até a melhor ou as melhores plataformas que o disponibilizará.
    Também é importante colher o máximo de informações que puder sobre o modelo de negócio que você escolheu, as tecnologias mais atuais que poderá usar a seu favor, as principais tendências, os maiores concorrentes e até o comércio eletrônico de modo geral, definindo assim, suas melhores estratégias para entrar nesse meio tão competitivo.
    Dessa forma, além de facilitar posteriormente a construção e acompanhamento do negócio, será possível também ter a informação do quanto você aproximadamente irá investir.

    Projeto o futuro

    Antes de tudo, é de extrema importância um bom planejamento com objetivos e metas traçados; quanto mais detalhes melhor. Vai desde o produto ou serviço que irá a venda até a melhor ou as melhores plataformas que o disponibilizará.
    Também é importante colher o máximo de informações que puder sobre o modelo de negócio que você escolheu, as tecnologias mais atuais que poderá usar a seu favor, as principais tendências, os maiores concorrentes e até o comércio eletrônico de modo geral, definindo assim, suas melhores estratégias para entrar nesse meio tão competitivo.
    Dessa forma, além de facilitar posteriormente a construção e acompanhamento do negócio, será possível também ter a informação do quanto você aproximadamente irá investir.

    Crie e personalize a estrutura

    Definir a arquitetura de navegação e layout é como subir o concreto em um negócio físico; é o que e como fará tudo funcionar.
    Deve atentar-se ao fato de que desenvolver o estilo de uma loja online consiste em inúmeras opções de design que deverá transparecer ligeiramente sua identidade visual, o que irá requer o dobro de atenção e detalhes no planejamento.
    A estrutura consistirá basicamente em dois segmentos, o de audiência e o de vendas.
    O de audiência é onde irá encontrar e interagir com o público. Quanto maior seu alcance, maior sua audiência e mais clientes em potencial possuirá, dessa forma, deve ser prioridade um bom atendimento e engajamento e postagem de conteúdo que desperte interesse para que o impulsione sempre mais. Facebook e Instagram são os melhores exemplos desses canais.
    Já o de vendas será o responsável pelo processo de compra dos clientes, que possivelmente migraram dos canais de audiência. Há opções já prontas e mais fáceis como o Mercado Livre onde basta cadastrar e vender, mas também existe a alternativa de desenvolver toda uma outra estrutura para o próprio canal de venda, sendo mais complexo.
    É importante também que não se esqueça do processo de regulamentação, que é fundamental para evitar os riscos que comprometem o funcionamento de seu negócio.

    Alavanque seu e-commerce com marketing digital

    E por último mas igualmente importante; o marketing. Um bom marketing online e a divulgação efetiva do seu site são o que ajudam a trazer o retorno. 
    É feito principalmente por canais de divulgação, como as redes sociais, e através de anúncios na web e newsletter, utilizando sempre as estratégicas palavras-chave, um bom título e elementos que chamem atenção.
    Seu intuito é atrair o máximo de pessoas que for possível e simultaneamente alavancar negócio com postagens e produção de conteúdos, fotos e até vídeos despertando e instigando a curiosidade pública.

  • Mas antes, defina seu público

    Mas antes, defina seu público

    Key Performance Indicator (KPI) são indicadores-chave úteis para medir resultados e acompanhar o desempenho de estratégias adotadas por uma empresa.

    Os indicadores devem ser usados para entender os gargalos presentes na empresa e quais estratégias funcionaram. Com base nesses dados, você conseguirá tomar melhores decisões em ações futuras e que estão ocorrendo no momento. 

    Com o e-commerce não é diferente. Assim como você precisa metrificar os KPIs de cada setor, o mesmo deve ser feito com o seu e-commerce, sobretudo o B2B.

    As vendas de empresas para empresas são ainda mais complexas do que para uma pessoa física. Geralmente, a pessoa jurídica é representada por uma persona decidida no momento da compra, sempre baseia-se no racional e costuma ser um cliente fiel, realizando compras recorrentes. 

    Se você ainda não sabe quais os KPIs de vendas para e-commerce B2B, contaremos tudo neste artigo. 

    Mas antes, defina seu público

    Definir um público-alvo não é apenas decidir se venderá para empresas A ou B. Uma distribuidora precisa de um público bem definido para conquistar novos clientes e, assim, ampliar o território de vendas. 

    Digamos que a sua empresa seja uma distribuidora de carnes nobres. Não faz sentido vender para estabelecimentos veganos ou um mercadinho pequeno de bairro, já que o produto, por ser de carnes nobres, é mais caro do que o comum. 

    Com base no exemplo acima, o seu público pode ser definido como: restaurantes e churrascarias de médio a grande porte, que possuem clientes de boas condições aquisitivas, apreciadores de bons cortes.  

    No caso de vendas B2B, existem algumas variáveis que devem ser consideradas na definição do público:

    • Segmento de atuação;
    • Porte da empresa;
    • Faturamento;
    • Número de funcionários;
    • Localização;
    • Maturidade no mercado.

     Dito isso, vamos conhecer alguns KPIs para e-commerce B2B. 

    KPI 1: Taxa de retenção de clientes

    Um KPI para e-commerce B2B interessante de ser observado é a taxa de retenção de clientes online. Esse indicador é útil para identificar pontos a serem aprimorados. 

    O e-commerce B2C, geralmente, é utilizado como único canal de venda. Já empresas que vendem para empresas, utilizam o e-commerce como canal complementar. 

    Portanto, se a taxa de retenção for positiva, pode ser interpretado que os seus clientes estão obtendo uma boa experiência de compra e a sua loja online atende as necessidades deles. 

    Caso contrário, se os números não forem expressivos, significa que o seu e-commerce pode apresentar problemas de usabilidade e os usuários não estão conseguindo concluir as tarefas desejadas. 

    KPI 2: Frequência de pedidos 

    Com qual frequência os seus clientes compram de você? E quais os pedidos com maior ranque de compras? A frequência de pedidos também é outro KPI para e-commerce B2B que indica a eficiência do seu canal online e a adesão por parte dos clientes. 

    Uma plataforma de e-commerce B2B não representa a receita total de uma distribuidora, mas é uma ótima alternativa para ampliar a tiragem de pedidos, sem aumentar o número de vendedores em campo. 

    KPI 3: Ticket médio

    Ticket médio refere-se a média de valor das vendas em um determinado período. É um indicador que mostra quantos negócios vantajosos a empresa está conseguindo fechar.

    Para calcular o ticket médio do seu e-commerce, basta seguir a fórmula: Faturamento do mês / Quantidade de vendas no mês = ticket médio.

    Após entender o ticket médio do seu e-commerce B2B, você pode fazer uma comparação de qual canal está com melhor desempenho: online ou off-line. Assim, implementar ações individuais de melhorias.  

    Acompanhar os KPIs para e-commerce B2B permite que você entenda o comportamento e as necessidades dos seus clientes, tenha retorno dos seus investimentos e identifique novas oportunidades para o seu negócio. 

    Se você está em busca de uma plataforma de e-commerce que esteja alinhada com as regras de negócio da sua empresa, confira a nossa solução. 

  • E-commerce: saiba tudo sobre o canal de vendas que mais cresce

    E-commerce: saiba tudo sobre o canal de vendas que mais cresce

    O acesso mais facilitado à internet, a evolução das mídias digitais e sociais e a transformação de tendências nos processos de compra e venda, geraram um novo perfil de consumidores.
    E por falar em tendências, o e-commerce, também conhecido por comércio eletrônico ou virtual, tem se tornado um canal de vendas que cresce cada vez mais tanto mundialmente quanto no Brasil. 
    Se você ainda não está por dentro deste tipo de venda, quer saber mais sobre o assunto ou deseja iniciar um negócio online e fazer parte deste universo, prossiga na leitura deste texto!

    O que é e-commerce e como ele surgiu?

    Primeiramente, é fundamental entender o que está envolvido neste termo tão falado ultimamente. Como foi falado acima, o e-commerce pode ser chamado por “comércio eletrônico”, onde é realizada uma transação pela Internet.
    O surgimento deste mercado se deu no início dos anos 90 e se fortaleceu a partir de uma loja virtual de livros, que entrou no ar em 1994 e, hoje, é nada mais nem menos do que a Amazon.
    Aqui no Brasil, a primeira loja online foi lançada em 1996: chamada BookNet, que se transformou na Submarino depois de alguns anos.
    Desde esse tempo, o e-commerce é um canal de vendas que só tem se desenvolvido aceleradamente, gerando mais lucros para pequenos e grandes empresários e conquistando mais reconhecimento.
    homem verificando documentos

    Como está a evolução do e-commerce?

    Conforme pesquisa da eMarketer, o comércio eletrônico apresentará um crescimento de dois dígitos até 2020, podendo experimentar vendas que vão exceder US$ 4 trilhões e, segundo informações dadas pela Ebit|Nielsen, a expectativa é de crescimento de 15% com vendas previstas de R$ 61,2 bilhões no e-commerce brasileiro.
    Atualmente o Brasil é considerado um dos países com as maiores taxas de crescimento do e-commerce no mundo, mesmo com os altos e baixos da economia em diversos setores comerciais, e só tende a se expandir nos próximos anos.
    mulher anotando lista de estoque

    Quais são as categorias do comércio eletrônico?

    O e-commerce pode ser dividido em três categorias. Confira as definições e especificidades de cada um destes:

    1. Business to Consumer (B2C)

      Este é o mais conhecido dos três tipos e também pode ser chamado de varejo online, onde vendedores criam lojas virtuais com o intuito de vender produtos ou serviços diretamente para seus consumidores finais.

    2. Business to Business (B2B)

      Em crescimento constante no Brasil, esta categoria também é conhecida como e-commerce atacadista, onde distribuidores ou fabricantes realizam a venda online de produtos ou serviços somentes para outras empresas.

    Consumer to Consumer (C2C)

    Também conhecido por marketplace, este tipo de e-commerce é basicamente um site em que é possível que qualquer pessoa cadastre produtos e realize vendas para outras pessoas.
    Ficou com vontade de conhecer mais sobre o mundo do e-commerce? Pois você veio no lugar certo: confira o Guia completo e totalmente GRATUITO que preparamos com mais informações para você.
    Para conferir mais conteúdos como este, é só continuar de olho em nosso blog e acompanhar nossas novidades pelas redes sociais: Facebook e Instagram.

  • 1 Invista em Marketing Digital

    1 Invista em Marketing Digital

    O e-commerce tem se mostrado cada vez mais uma ótima opção para a expansão das vendas. Em 2021, o comércio eletrônico teve um crescimento de 35,36% em comparação a 2020, segundo os dados do Índice MCC-ENET.

    Ainda conforme a pesquisa, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo estão entre as categorias mais procuradas, totalizando 3,8% do volume de buscas.

    Mas não basta apenas criar uma loja online na internet e colocar os seus produtos à mostra. É preciso implementar estratégias em seu e-commerce!

    Assim como no off-line, na internet você também terá que disputar espaço com os seus concorrentes. Talvez, a disputa seja até maior devido a facilidade de busca dos usuários e da infinidade de recursos disponíveis para sair na frente da concorrência.

    Mas calma! Vamos por partes… para ajudar você a ter os melhores resultados nas vendas online, elencamos as 5 principais dicas de vendas em e-commerce para distribuidoras vender mais. Boa leitura!

    1 Invista em Marketing Digital

    Investimentos em Marketing é primordial para estratégias de e-commerce para distribuidoras. Por se tratar de comércio eletrônico, o digital deve ser o seu maior foco.

    O Marketing Digital vai muito além de postagens nas redes sociais. Confira abaixo alguns tópicos importantes que precisam da sua atenção.

    SEO:

    Search Engine Optimization são técnicas que visam melhorar o posicionamento do site nos mecanismos de busca, sendo o principal deles o Google.

    O principal método utilizado, além de otimizar o desempenho de cada aba do site, é a criação de um blog para abrigar os conteúdos relacionados ao seu segmento de atuação.

    É por meio desses conteúdos, com palavras-chave específicas, que seus possíveis clientes encontrarão você.

    Google Ads:

    Essa estratégia visa aumentar o número de visitas no site. Para isso, são usados anúncios nas páginas de pesquisa do Google como uma espécie de leilão. Basta dizer ao Google qual palavra-chave você quer usar para ser encontrado e quanto pretende gastar de verba nela.

    Confira abaixo um exemplo de anúncio da nossa empresa no Google.

    Exemplo de anúncio da Polibras Software no Google

    E-mail Marketing:

    Construa a base de e-mails da sua empresa para se comunicar com os seus leads (possíveis clientes).

    Esses dados podem ser coletados quando um usuário concluir uma compra no seu e-commerce, se interessar por uma promoção ou até mesmo por meio de um formulário.

    É através do e-mail que você se comunicará com as pessoas interessadas em sua marca. 

    Mas antes de estruturar uma estratégia de Marketing Digital para aumentar o desempenho do seu e-commerce, estabeleça primeiramente os objetivos, assim você conseguirá dar os primeiros passos de forma assertiva.

    2 Ofereça uma boa experiência do usuário em seu e-commerce

    Não é o suficiente que um e-commerce para distribuidoras mostre somente o catálogo de produtos atualizado ou mostre ofertas o tempo todo.

    Ele deve oferecer uma boa experiência para a pessoa usuária do início ao fim. Mas como fazer isso? Te explicaremos logo abaixo.

    Hierarquia de informações:

    Priorize a hierarquia de informações da sua loja virtual. Separe os produtos por categorias, comunique de forma clara o preço e cada informação importante do produto.

    Certifique-se que as informações primordiais estão atrativas o suficiente para serem vistas primeiro e as secundárias colocadas da forma correta para serem vistas em segundo plano.

    Usabilidade:

    O termo refere-se à facilidade com o que a pessoa usuária lida com uma ferramenta. O objetivo aqui é fazer com que quem acesse o seu e-commerce pense o menos possível para realizar uma ação.

    Ou seja, tudo precisa estar bem intuitivo para ela. Para isso, o design precisa estar atrativo, a linguagem de fácil acesso, os botões nos lugares corretos, o carrinho de compra fácil de usar… pense em cada detalhe. 

    Pós-venda:

    Nada de dar tchau quando o cliente finalizar a compra, ok? Lembra do e-mail marketing que falamos anteriormente? Essa é uma boa oportunidade de colocar a estratégia em prática.

    3 Disponibilize diferentes formas de pagamentos em seu e-commerce

    Atualmente o mercado oferece diversas possibilidades de pagamento além do dinheiro físico e cartão. Estar atento a isso e implementar em seu e-commerce é primordial para não correr o risco de perder um cliente interessado no seu produto.

    Cartão:

    Seja de crédito ou débito, informe quais as bandeiras o seu estabelecimento aceita. Essa observação é essencial para que o consumidor não seja informado somente quando finalizar todo o processo de compra.

    Pix:

    Recurso criado pelo Banco Central (BC) oferecido para pessoas físicas e jurídicas. Com ele, você pode receber o seu pagamento de forma instantânea.

    Boleto:

    Bastante utilizado, sobretudo, por empresas, pois facilita o controle de pagamentos. Apesar do prazo de compensação ser de até 3 dias úteis, é importante também ofertar essa modalidade.

    A finalização de uma compra também faz parte da experiência do usuário. Portanto, tenha toda a atenção para que este momento seja agradável para o seu cliente.

    É sempre importante deixar explícito logo de início quais modalidades de pagamento o seu estabelecimento aceita.

    4 Mantenha os seus produtos atualizados

    Imagine a seguinte situação: você visita o e-commerce de uma distribuidora em busca de abastecer o seu estoque com uma marca de refrigerante muito solicitada pelos seus clientes.

    No site, na categoria de bebidas, consta que ainda tem o produto. Porém, ao adicionar a marca no carrinho com os demais itens do seu interesse, a compra não foi finalizada por falta do produto em estoque.

    É uma situação bem chata que te fez perder tempo, concorda? Agora, sempre que você for pensar em comprar nessa distribuidora, pensará na experiência desagradável. Não deixe que a sua marca esteja atrelada a um sentimento negativo!

    Se o produto está em falta no estoque, informe! Sinalize isso ao seu usuário. Muitas plataformas disponibilizam a opção de “avisar quando estiver disponível”. É uma boa maneira de estabelecer contato com o consumidor interessado na compra.

    5 Invista em uma boa plataforma para e-commerce 

    A quinta dica, mas não menos importante, é investir em uma boa plataforma para abrigar o seu e-commerce. Ela precisa ser de fácil carregamento, ser responsiva e permitir que você ajuste com as características da sua marca.

    É por isso que, nós da Polibras Software, desenvolvemos o PoliCommerce, um aplicativo para aumentar o seu faturamento, reduzir custos de vendas, recuperar clientes inativos e modernizar o seu processo.

    A plataforma permite que você crie um sistema personalizado com toda a identidade da sua empresa, além de integrável com o seu sistema ERP. 

    Essas dicas foram úteis para você? Assine gratuitamente a nossa newsletter e fique por dentro das novidades sobre o mercado. 🙂

  • 3 motivos para o e-commerce B2B ser o seu novo canal de vendas

    3 motivos para o e-commerce B2B ser o seu novo canal de vendas

    O crescimento da presença online tem inspirado diversos empresários a abrirem um negócio online, algo que antes não passava de um sonho distante para muitas pessoas, e impulsionado um bom aumento de lucros em todo o país.
    Apesar de uma série de desafios que existem ao realizar vendas para outras empresas, o e-commerce B2B tem se mostrado uma ótima solução para quem deseja garantir mais praticidade no dia a dia. Quer saber como? É só conferir os 3 motivos que a gente preparou para te ajudar a desvendar os benefícios de aderir a este canal de vendas em sua empresa. 

    1.Constante evolução

    Por incrível que pareça, diversas empresas já escaparam de fechar as portas ao apostar no e-commerce, visto que empreendedores de diversos setores aumentaram suas vendas em 45% ao abrirem um comércio virtual, segundo pesquisa do Mercado Livre e Ibope Conecta em 2015.
    De acordo com uma pesquisa da Forrest Research, o ticket médio das vendas do e-commerce B2B é três vezes maior do que o de varejo (B2C). O comércio eletrônico de atacado, apesar de ainda estar recente no Brasil, tem apresentado um grande potencial de crescimento e gerado ótimos resultados.
    equipe criativa reunida

    2.Redução de custos

    Aderir ao comércio eletrônico pode trazer mais lucros do que você imagina, sabia? Isso porque, com um e-commerce, sua empresa estará sempre disponível para realizar vendas e não apenas naquele horário de funcionamento padrão, o que contribui para aumentar o seu faturamento.
    Além disso, você também terá menos gastos com visitas a outros estados ou cidades, visto que os consumidores poderão ter acesso aos seus produtos ou serviços em qualquer lugar e a qualquer momento.
    Isso sem contar que você não precisará pagar energia elétrica, manutenção do ponto nem ter uma elaborada estrutura física para começar suas vendas no meio online.

    3.Fortalecimento do branding da marca

    Sabendo da importância de conhecer bem o que sua empresa vende, você pode pensar em melhores estratégias para divulgar o seu e-commerce B2B e se destacar no meio virtual.
    Outro ponto positivo é estar sempre disponível para que seus clientes possam entrar em contato, tirar dúvidas ou sugerir melhorias, o que pode estreitar a comunicação e o relacionamento, e gerar mais confiança.
    Ademais, apostar neste canal de venda digital é se diferenciar da maioria das empresas, que ainda não descobriram este universo transformador, trazer mais praticidade aos consumidores, garantir mais eficiência nos processos e ganhar mais visibilidade no mercado.
    mulher escrevendo em documento sobre a mesa

    Dica bônus: 

    O e-commerce B2B é um canal de vendas essencial, porque você vai poder visualizar as preferências dos seus clientes e, dessa forma, analisar o que pode ser melhorado para progredir no crescimento de sua empresa. Isto é ideal para você que deseja aumentar suas vendas, elaborar metas assertivas e obter mais sucesso em suas estratégias.
    Por falar nisso, preparamos um guia completo e GRATUITO para ajudar você a ter mais sucesso com seu comércio eletrônico B2B, clica aqui pra conferir as 5 dicas fundamentais que reunimos.
    E aí, já está preparado para montar seu e-commerce e alavancar seus lucros? Fala com a gente diretamente por aqui ou pelo telefone: (85) 4008-4508 para saber mais sobre como fazer isso da melhor forma possível. E, ah, continua acompanhando o nosso blog para conferir mais conteúdos sobre vendas, empresas B2B e gestão de negócios.