Categoria: Atacadista

  • Tipos de ruptura de gôndola

    Tipos de ruptura de gôndola

    Ruptura de gôndola acontece quando não é disponibilizado determinado produto do catálogo na loja física ou virtual, ou até mesmo quando ele está mal exposto no ponto de venda. 

    Treinamento da equipe de vendas, contar a tecnologia e adotar estratégias são imprescindíveis para eliminar a ruptura de gôndola em seu negócio.  Continue com a leitura deste artigo e entenda tudo sobre a principal inimiga das vendas.

    Tipos de ruptura de gôndola 

    A perda da lucratividade está diretamente ligada à ruptura de gôndola. Se esse problema for recorrente em sua empresa, as suas vendas cairão devido a insatisfação dos seus clientes. 

    Mas antes de nos aprofundarmos nos problemas ocasionados pela ruptura de gôndola, vamos entender um pouco mais sobre os seus principais tipos. Confira abaixo:

    Fantasma: ocorre quando o produto está disponível para venda, mas o cliente não consegue encontrar devido a má exposição dele no ponto de venda ou loja online.

    Abastecimento: é quando a loja não tem o produto para a venda, o que mostra falha na gestão de compras.

    Exposição: diferente da ruptura fantasma, essa remete ao produto que está  no estoque, mas não está exposto no ponto de venda.

    Sortimento: acontece quando o cliente procura por algum produto que a loja não vende. Isso pode acontecer devido a falhas na comunicação do estabelecimento.

    A sua empresa apresenta algum dos tipos de ruptura de gôndola citados acima? Caso sim, procure entender onde está o problema. 

    Geralmente, um negócio apresenta essa problemática quando não tem o acompanhamento adequado das vendas, falha de gerenciamento do estoque, atrasos de reposição ou compra das mercadorias.

    Problemas que a ruptura de gôndola pode causar

    Um estudo realizado pela Retail Stockouts mostrou que quando um cliente não encontra o produto desejado no ponto de venda 9% deles desiste do produto, outros 15% adiam a compra para outro dia, 34% compra com o concorrente, enquanto 42% substituem a marca e compram um produto similar.

    O problema afeta tanto o atacadista, que tem grandes possibilidades de perder o seu cliente, quanto para a fornecedora da mercadoria, que não receberá mais pedidos deste produto em falta. 

    Como eliminar a ruptura de gôndola? 


    Cuidados básicos ajudam a evitar a ruptura de gôndola em sua empresa. Para isso, atente-se às dicas detalhadas abaixo.

    Atente-se ao gerenciamento de estoque: é muito importante gerenciar o estoque de mercadorias da forma correta. Confira quais produtos estão com maior saída e cheque a reposição deles; atente-se a datas sazonais e direcione um responsável para essa tarefa.

    Confira se os seus setores estão alinhados: muitas vezes um produto falta na gôndola porque o setor responsável pela compra simplesmente não realizou o pedido de reposição. Confira se o financeiro, logística e compras estão por dentro do planejamento da empresa. Caso não, pense em estratégias para alinhá-los.

    Treine o seu time: treine o seu time para que ele possa prevenir possíveis problemas e saber contorná-los caso aconteça. 

    Conte com o apoio da tecnologia

    O uso de Inteligência Artificial deixou há muito tempo de ser expectativa para o futuro e passou a ser necessidade para o presente. Empresas que ainda não utilizam, acabam ficando para trás e vendo os concorrentes conquistarem mercado.

    Pedidos recebidos em PDF podem ser transcritos de forma automática para dentro do sistema, evitando assim que os vendedores percam tempo com essa operação que não agrega valor às vendas, além, é claro, de ganhar tempo, automatizar o processo e alinhar a comunicação com o estoque e reposição.

    A Ruptura de gôndola é um grande desafio para as empresas, mas quando encarada de frente, como deve ser, com as ferramentas adequadas, vai aumentar o lucro de toda a cadeia, principalmente da indústria, distribuidor e varejo e evitar conflitos e ruídos nos processos. Além de conquistar os consumidores, que só querem encontrar o que estão procurando!

    Quer entender como a tecnologia pode te ajudar na prática? Fale com os nossos especialistas.

  • Desafios comuns no recebimento de mercadorias

    Desafios comuns no recebimento de mercadorias

    O recebimento de mercadorias é uma etapa crítica da cadeia logística. Quando feito de forma desorganizada ou improvisada, pode gerar rupturas de estoque, desperdícios, atrasos no abastecimento e até prejuízos financeiros. 

    No cenário B2B, especialmente para atacadistas e distribuidores, a eficiência no recebimento impacta diretamente o desempenho da operação e a percepção de valor no ponto de venda (PDV).

    Para garantir um fluxo logístico fluido, padronizado e eficiente, é fundamental conhecer e dominar as quatro fases principais desse processo. Antes de apresentá-las, é importante entender os desafios enfrentados no dia a dia da operação.

    Desafios comuns no recebimento de mercadorias

    Como já apresentado aqui, o recebimento é um ponto de vulnerabilidade se não houver padronização, organização e alinhamento entre setores. Entre os principais desafios estão:

    Falta de padronização nos processos

    Cada turno pode fazer de um jeito, o que aumenta a margem de erro na conferência e no registro das mercadorias. O que pode impactar diretamente o controle de estoque, além de prejudicar a rastreabilidade e dificultar auditorias internas.

    Atrasos e entregas fora do cronograma

    Sem uma agenda bem definida, é comum que várias transportadoras cheguem ao mesmo tempo. Isso causa congestionamento, sobrecarrega a equipe e eleva o tempo de espera e descarregamento.

    Ausência de integração entre sistemas

    Se o sistema de gestão não está conectado às etapas operacionais, provavelmente, a atualização do estoque será feita de forma manual, atrasando a visibilidade e gerando inconsistências nos dados.

    Espaço físico mal aproveitado

    Docas apertadas, zonas de conferência desorganizadas ou locais improvisados para armazenagem dificultam a movimentação e aumentam o risco de danos ou acidentes.

    Recebimento de produtos com avarias ou fora da conformidade

    Se a conferência for apressada ou superficial, produtos fora do padrão podem entrar no estoque, gerando retrabalho, quebras e até prejuízo em vendas futuras.

    As quatro fases do recebimento de mercadorias

    Um recebimento eficiente passa por quatro etapas fundamentais, que precisam estar integradas a um fluxo contínuo e bem coordenado:

    1. Conferência

    A conferência é o “filtro” do processo logístico. Tudo o que entra na empresa ou ponto de venda passa por ela, e qualquer falha pode se espalhar para o restante da operação. Ela deve ser dividida em:

    Conferência Quantitativa:

    Consiste em verificar se a quantidade recebida bate com a nota fiscal e o pedido de compra. O uso de coletores de dados, sistemas com leitura de código de barras ou QR code agiliza essa etapa e reduz falhas humanas.

    Conferência Qualitativa:

    Inclui a análise de integridade física (embalagem amassada, lacres rompidos), validade, temperatura (no caso de perecíveis), e até mesmo o lote e o aspecto visual do produto. 

    2. Gestão da carga e descarga

    A movimentação física da mercadoria também precisa ser tratada com estratégia. Isso envolve:

     Agendamento de entregas:

    Reduz gargalos, otimiza o uso das docas e permite alocar recursos conforme a demanda do dia. Alguns sistemas permitem o auto agendamento pelo fornecedor ou transportadora, via portal.

    Fluxo bem definido:

    Separar rotas de entrada e saída de caminhões, criar vagas exclusivas para entregas e demarcar a zona de descarga são boas práticas que evitam acidentes e aceleram a operação.

    Equipamentos de movimentação:

    Paleteiras elétricas, empilhadeiras e elevadores de carga tornam a descarga mais rápida e segura. Entretanto, exigem layout adequado, capacitação técnica e manutenção regular.

    Treinamento e EPI:

    A equipe de recebimento deve receber formação contínua em segurança do trabalho, ergonomia, boas práticas de manuseio e procedimentos de emergência.

    3. Higienização dos produtos

    Nem todas as empresas se atentam a essa etapa, mas ela se tornou um diferencial importante, especialmente após a pandemia. Alguns segmentos a consideram parte da qualidade do serviço prestado.

     Quando é necessária?

    • Alimentos, bebidas e medicamentos;
    • Produtos que serão expostos diretamente ao consumidor;
    • Materiais armazenados em áreas climatizadas ou limpas.

     Como deve ser feita?

    Utilize panos descartáveis, sprays ou cabines de sanitização com solução apropriada ao tipo de embalagem. Produtos como álcool 70% ou compostos bactericidas são comuns, mas é importante garantir que não comprometam a integridade da embalagem ou do produto.

    4. Armazenagem e organização

    Depois de conferidos e higienizados, os produtos precisam ser rapidamente levados ao local correto. O segredo aqui é agilidade e controle.

     Boas práticas de armazenagem:

    • Utilize o sistema PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai);
    • Separe áreas por tipo de produto, giro, temperatura e validade;
    • Categorize os endereçamentos no sistema (ex: Aisle 1, Rack 3, Shelf B).

    Boas práticas para o recebimento de mercadorias

    1. Padronize processos e treinamentos

    O primeiro passo para a padronização é ter um protocolo para o recebimento de cargas. Isso inclui checklists, prazos e responsáveis definidos. Treinar a equipe com base nesse padrão reduz erros, melhora a produtividade e garante que cada entrega seja conferida de forma uniforme, independentemente do turno ou do colaborador.

    2. Invista em tecnologia para conferência

    O uso de coletores de dados, QR codes, RFID ou aplicativos de conferência por tablet ou smartphone agiliza o registro das mercadorias. A digitalização dos processos minimiza falhas humanas e facilita a tomada de decisões.

    3. Agende as entregas

    Criar uma agenda de recebimento evita picos de carga, reduz o tempo de espera de motoristas e melhora o fluxo no pátio e na doca. O agendamento pode ser feito via sistema ou com comunicação direta com os fornecedores e transportadoras.

  • Entendo o conceito cash and carry

    Entendo o conceito cash and carry

    Você já ouviu falar em Cash and Carry? Mesmo que o nome em inglês pareça algo distante da sua realidade, esse modelo está mais presente no seu dia a dia do que você imagina, especialmente se você trabalha com no mercado atacado distribuidor.

    Neste artigo, você vai se aprofundar no assunto ao entender o que é o conceito de Cash and Carry, como ele funciona na prática e, principalmente, quais são os impactos para empresas que atuam (ou competem) com esse modelo. Boa leitura!

    Entendo o conceito cash and carry

    Traduzindo literalmente, Cash and Carry significa “pague e leve”. E é basicamente isso: um modelo de atacado em que o cliente vai até o ponto de venda, escolhe os produtos, paga à vista e leva na hora. Sem entrega, sem fiado, sem burocracia.

    Esse sistema se popularizou no Brasil com redes como Atacadão, Assaí Atacadista, Tenda, entre outros. São grandes galpões com prateleiras altas, preços agressivos e foco em volume.

    Como o cash and carry surgiu?

    O modelo Cash and Carry surgiu na Alemanha, em 1964, como uma resposta à necessidade de tornar o atacado mais eficiente e menos dependente de intermediários. 

    Foi uma revolução para a época: em vez de os vendedores irem até os lojistas, os próprios comerciantes passaram a buscar os produtos em centros de distribuição otimizados, pagando à vista e levando na hora. 

    A ideia ganhou força no pós-guerra e se espalhou pela Europa como uma alternativa mais enxuta e econômica para o abastecimento de pequenos negócios. O conceito chegou ao Brasil em 1970 com a chegada da rede Makro e a expansão de grandes redes de atacarejo.

    Como o modelo Cash and Carry funciona?

    A operação é pensada para ser simples, eficiente e com custo reduzido. Veja as principais características:

    • Autoatendimento: o cliente escolhe e pega os produtos sozinho.
    • Pagamento à vista: nada de parcelamento ou prazos longos.
    • Menor estrutura de vendas: poucos, às vezes sem, representantes, vendedores ou entregas.
    • Margens mais apertadas, porém escaláveis: quanto mais vende, mais compensa.
    • Mix enxuto, mas estratégico: foco em giro rápido e produtos essenciais.

    E quais os reais benefícios? 

    O modelo Cash and Carry não se popularizou à toa. Ele traz vantagens reais para quem compra, seja um comerciante reabastecendo seu estoque ou um consumidor final em busca de economia.

    Para os lojistas:

    • Preços mais competitivos: por operar com estrutura enxuta e sem intermediação, o Cash and Carry oferece margens menores e preços mais atrativos para compras em volume.
    • Controle de estoque: permite comprar conforme a demanda do dia, sem necessidade de grandes estoques ou compromissos com quantidades mínimas.
    • Pagamento à vista: facilita o controle financeiro e evita dívidas a prazo.
    • Agilidade na reposição: o comerciante pode comprar e levar na hora, sem depender de prazos de entrega.

    Para os consumidores finais:

    • Economia real: muitos consumidores migraram para o atacarejo por causa dos preços mais baixos, mesmo comprando em pequenas quantidades.
    • Liberdade de escolha: a experiência de autosserviço permite comparar preços, marcas e tamanhos com calma.
    • Variedade de produtos: apesar do foco em alto giro, muitos Cash and Carry oferecem um mix interessante, que atende desde o básico até produtos específicos.
    • Compras para a família toda: com a tendência do “compre mais, pague menos”, famílias grandes ou grupos organizados (como vizinhos) aproveitam o modelo para dividir compras e economizar.

    Cash and carry é o mesmo que atacarejo?

    Cash and Carry e atacarejo não são exatamente a mesma coisa, embora os dois modelos compartilham várias características. Tanto o Cash and Carry quanto o atacarejo se baseiam na ideia de vender em grandes volumes com preços mais baixos, voltados especialmente para pequenos comerciantes e consumidores que querem economizar. Ambos têm estrutura de autosserviço, pagamento à vista e não oferecem entrega. 

    Porém, enquanto o Cash and Carry tradicional tem como prioridade o atendimento a empresas (público B2B), o atacarejo mira tanto o consumidor final quanto o pequeno comerciante. O objetivo é oferecer um mix amplo de produtos com preços acessíveis, atendendo diversas demandas em um único local.

    Dentro dessa lógica de reduzir custos e repassar economia ao cliente, a tecnologia entra como aliada estratégica. Soluções que automatizam o processo de compra, como autoatendimento, etiquetas eletrônicas e integrações omnichannel, ganham cada vez mais espaço. 

    Já o modelo Cash & Carry evoluiu e alcança lojas convencionais e até “lojas inteligentes”, que utilizam vitrines digitais, inteligência de dados e múltiplos canais de venda para atrair e atender clientes de forma personalizada.

    Conclusão

    O Cash and Carry não é uma ameaça, mas sim um sinal de que o comportamento do cliente está mudando. O segredo é usar inteligência comercial, tecnologia e foco no cliente para se adaptar, inovar e continuar competitiva.

    Afinal, quem entende a dor do cliente, entrega mais do que produto: entrega solução.

  • Inovação no setor têxtil e a presença da tecnologia

    Inovação no setor têxtil e a presença da tecnologia

    Mesmo estando em um cenário desafiador da indústria brasileira, a inovação no setor têxtil tem garantido seu lugar no sucesso econômico. Grande parte das constantes novidades partem de uma dupla dinâmica: tecnologia e sustentabilidade.
    Essa dupla dinâmica se combina de modo a trazer funcionalidade para cada parte do vestuário. Afinal, a motivação por trás de peças produzidas nesse setor variam de proteção contra o clima até o tipo de status social.
    E para fazer isso, é necessário constantemente inovar. Prossiga com a leitura do artigo e entenda mais a necessidade de inovação no setor têxtil!

    Inovação no setor têxtil e a presença da tecnologia

    Em 2017, o setor têxtil fechou o ano em alta, tendo por trás um investimento de até R$ 1,9 milhão e faturamento na casa dos bilhões. Em 2018, o mercado também se encontrou numa maré positiva.
    E qual foi o termo-chave para isso? Inovação. A presença da tecnologia no setor têxtil tem garantido um acréscimo de funcionalidade às peças. Por exemplo, o uso de grafeno, material ultraleve, resistente e condutível para produzir o tecido.
    Ou então a aplicação de nanotecnologias para criação de um vestuário capaz de proteger contra os efeitos negativos da luz solar ou de odores ruins.
    A inovação no setor têxtil parte da tecnologia trazer maior funcionalidade às peças, tornando-as algo mais útil. Esse desejo de inovar vem da necessidade de desviar das dificuldades do mercado.
    A melhor parte disso? Conta com o conceito de sustentabilidade no uso da matéria-prima e de produtos químicos. No entanto, há ainda mais motivos para inovar. 5 razões, para ser mais específico

    1 – Inovação para todo um mercado

    Antes de tudo, trata-se de uma contribuição coletiva, pois a inovação no setor têxtil costuma movimentar todo o mercado de forma lucrativa. Melhor, dá todo um gás para outras inovações ocorrerem, de forma a criar competição por público entre empresas.
    E a inovação ocorre muito no uso de matérias-primas inovadoras e processo de produção, principalmente finalização. Nessa parte, pode ser citada a constante evolução do maquinário como ponto-chave disso.
    Por exemplo, há a estamparia digital, fruto do uso de máquinas de alta precisão. Além disso, há também uso em maior número de fibras artificiais e sintéticas, que contam com um conceito sustentável para a natureza e indústria.
    E isso logo despertou a necessidade de criação de novas fibras (afinal, isso alimenta a competitividade).

    2 – Sucesso comercial para a empresa

    Apesar de beneficiar o coletivo, é o individual que acaba lucrando com a inovação no setor têxtil. Não só isso, inovar é parte essencial para desenvolvimento de produtos, de forma a atender um mercado cada vez mais exigente.
    O desejo de um público mais informado quanto aos produtos (e o impacto deles no mundo) promove a melhora da matéria-prima. Isso acaba produzindo uma necessidade constante de qualidade e modernidade, aliados a um preço justo.
    E quando esses aspectos são garantidos, acaba resultando em lucro para a empresa, assim como autoridade no mercado. Sua marca cresce quando é cercada de evolução!

    3 – Produtividade aumenta

    Inovação não costuma ser um termo distante de eficiência – e não seria diferente no setor têxtil. Aumento de produtividade é efeito natural da promoção de práticas inovadoras, como o acréscimo de velocidade na fiação.
    Ou até mesmo quando o método inovador acaba eliminando algumas etapas do processo tradicional.

    4 – Automatiza os processos

    Um complemento à razão anterior – e que envolve de forma ativa a eliminação de algumas etapas do processo tradicional. O negócio pode assumir maior agilidade através da automação por um sistema de Força de Vendas!
    Há várias opções no mercado que se voltam para aprimoramento do desempenho – e contar com uma melhora significativamente à gestão das vendas. Não só envolve entrada e saída de informações (os pedidos e produtos), como também melhor administra os clientes.

    5 – Afasta a defasagem tecnológica do mercado

    Constante inovação acaba trazendo renovação para o mercado, pois a regra dele é absoluta: se você não segue a tendência, sua lucratividade acaba gerando prejuízo.
    E um dos pilares da inovação é o equipamento para produção. É costumeiro que empresas inovadoras acabam promovendo a renovação de suas ferramentas, mas uma parte ainda conta com algumas com décadas de funcionamento.
    A competitividade promovida pelo mercado acaba deixando essas empresas para trás – e nenhuma quer isso. Dessa forma, a inovação no setor têxtil acaba promovendo a renovação do maquinário, o que inevitavelmente traz a revitalização da produção.
    A gestão da inovação promove mudanças na forma como as atividades são conduzidas. Toda a empresa sai ganhando com essas mudanças, tornando-se mais forte, integrada e competitiva.