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  • O cenário de vendas dos Atacadistas/Distribuidores e os seus desafios

    O cenário de vendas dos Atacadistas/Distribuidores e os seus desafios

    Na pesquisa ABAD/Nielsen 2021, um número chamou a atenção, o crescimento de 41% das compras via e-commerce no último ano dentro do segmento atacadista/distribuidor.

    Esse número é significativo e demonstra como o mercado vem se comportando e a importância para o segmento em investir no e-commerce como estratégia de crescimento.

    Empresas que já utilizam o comércio virtual precisam constantemente monitorar o seu negócio e evoluir recursos, enquanto aqueles que ainda não vendem no digital, já estão atrasados com relação à concorrência. 
    Comprar online já é a realidade dos consumidores, que em meio a transformação digital, buscam praticidade e comodidade.

    Nesse artigo nós vamos ajudar você, distribuidor, entender o porquê desse crescimento exponencial de novos canais de vendas e a importância do e-commerce na sua estratégia de expansão.

    O  cenário de vendas dos Atacadistas/Distribuidores e os seus desafios

    A entrada no universo digital pode ser desafiadora para muitos atacadistas/distribuidores que ainda atuam com os tradicionais modelos de vendas – que estão se tornando obsoletos rapidamente e já não sustentam por si só a estabilidade e crescimento das empresas.

    A atuação que lá no início era venda porta a porta, vendedores locais, depois regionais e representantes, funcionou e funciona até hoje, porém, existem custos e lacunas que esse modelo de atuação gera e que o  universo digital permite otimizar com investimentos mais assertivos, reduzindo gastos e alavancando o faturamento das empresas com a ampliação dos canais de vendas.

    A internet transformou a rotina das pessoas, trazendo celeridade e imediatismo às necessidades e ao mesmo tempo, conectando o mundo.

    No universo das vendas e mais especificamente para o atacadista/distribuidor, isso significou proximidade entre toda a cadeia, aumento da concorrência, fornecedores globais e regras de negócio específicas.

    Os clientes já não compram mais apenas por um fator específico. Com as transformações digitais, vieram também maiores exigências, comparações e pesquisas de mercado.

    Para aquelas empresas que ainda atuam apenas com modelos tradicionais de vendas, quer dizer que esse é o fim? Não, esse é o momento de você se adaptar, rapidamente, ao que o mercado exige.

    Para definir qual é a melhor estratégia, é necessário conhecer as alternativas e o comportamento dos consumidores e mercado.

    Modelos de negócio e o e-commerce B2B

    O e-commerce B2B é um modelo de negócio/vendas entre duas empresas, dois CNPJs. B2B significa business to business, ou em português, negócio para negócio.

    E-commerce B2B já é a realidade de vendas dos atacadistas/distribuidores

    Uma empresa está vendendo os seus produtos/serviços, enquanto outra empresa está na ponta consumindo.

    Quando se fala em negociações B2B, existem peculiaridades marcantes, como o nível de exigência, ciclo médio de compra, frequência e quantidade.

    As transações de vendas virtuais dentro desse modelo são específicas e envolvem regras de negócio tanto das empresas compradoras como de quem vende através de um e-commerce.  

    Dentro de uma plataforma de vendas e-commerce, é possível que a empresa não só apresente seus produtos como desenvolva essas especificidades nas vendas para os seus clientes, de acordo com o perfil de cada um. 

    O e-commerce foi por muito tempo um canal de vendas B2C e hoje é mais do que uma realidade para quem atua com o B2B.

    Crescimento das vendas online e do e-commerce no Brasil

    Falamos no início do artigo sobre o crescimento de 41% nas vendas através do e-commerce no último ano, dado esse trazido pela pesquisa ABAD/Nielsen dentro do segmento atacadista/distribuidor, e que pode ser um reflexo da pandemia do novo coronavírus, que exigiu que as empresas se reinventarem e investissem em processos digitais, acompanhando uma tendência que já era notória no comportamento do consumidor, a migração para o universo online. 

    Outra pesquisa, essa da Ebit|Nielsen, aponta que 95% dos brasileiros pretendem continuar comprando online quando o surto de Covid-19 acabar, a mesma pesquisa ainda traz que as vendas online devem crescer 26%, atingindo um faturamento de R$110 bilhões.

    Antes da pandemia, o e-commerce já era tendência e estava em pleno crescimento, como falamos nesse artigo aqui, porém, a partir de 2020, a venda online ganhou números ainda mais relevantes.

    Não é necessário ir longe para entender a força desse canal. Um exemplo notório é a Magazine Luiza. Referência no varejo, com lojas espalhadas em todo o Brasil e popular não só na venda B2C como também atuante no universo B2B. Hoje a Magalu é sinônimo de sucesso em estratégia digital, conseguindo fazer uma transição extremamente bem sucedida e as vendas na plataforma tradicional (1P) saltaram 121,5% no último ano, enquanto as vendas totais — incluindo o marketplace — subiram 114,4%. Com isso, a participação do e-commerce nas vendas totais do Magalu chegou a 70,3%

    Desde 2020, o e-commerce representa mais de 60% das vendas da Magalu.

    Por que estamos trazendo um exemplo de varejista quando o foco deste artigo são as vendas e-commerce B2B para os atacadistas/distribuidores? A cadeia toda está conectada e se conversa, o comportamento do consumidor lá na ponta é referência para o atacadista/distribuidor e para a indústria.

    Em artigo recente a revista Distribuição, o Presidente da Polibras Software, Sérgio Girão, apresenta  a visão sobre as cadeias serem interdependentes, e os desafios impostos pela pandemia, com a necessidade das soluções digitais não apenas para aumentar a eficiência, mas a própria chance de sobrevivência dentro dessa cadeia.

    Por que implantar um e-commerce B2B

    A empresa colocar o e-commerce em sua estratégia de vendas e crescimento é um investimento e tem grande custo-benefício. 

    E-commerce B2B já é a realidade de vendas dos atacadistas/distribuidores

    Além do que já falamos nesse artigo, onde o e-commerce deixou de ser tendência e passou a ser uma realidade e necessidade considerando a mudança do comportamento do consumidor, implantar uma plataforma virtual de vendas é também expandir os negócios.

    Chegar a lugares que até então você não vendia

    O e-commerce permite que a empresa venda para outras empresas independente da sua localização, já não precisa se preocupar com a logística do vendedor.

    Vender a qualquer hora do dia

    Sua empresa estará aberta 24h por dia, 7 dias por semana. A empresa atende aquelas outras empresas que possuem horários conflitantes, que não tem padrão na realização dos pedidos ou muitas vezes, compram apenas fora do horário comercial. Aqui é importante ressaltar que a empresa não fica dependente da atuação dos RCAs, economizando assim no transporte e despesas adicionais.

    Criar combos, mix de produtos e promoções exclusivas

    Dentro do e-commerce, a empresa pode realizar promoções exclusivas para perfis diferentes de empresas cadastradas, criar combos e aumentar a saída de produtos estratégicos, que estejam parados em estoque ou precisem de grande vazão.

    Acessar histórico e compras recorrentes

    Vender através de uma plataforma digital é garantir que o próprio cliente tenha uma visão do seu histórico de compras, podendo repetir pedidos, criar rotinas de compras recorrentes e principalmente, não precisar esperar a visita dos vendedores para fecharem pedidos.

    Como escolher e implantar o e-commerce B2B ideal para a sua empresa

    Depois de entender que vender através de uma plataforma digital não é só importante como necessário, você precisa saber como implantar uma e nós te ajudamos com isso.

    Defina o propósito/objetivo: mapear os principais objetivos da sua empresa no que tange vendas, comercial, expansão, crescimento e inovação é o primeiro passo. Implantar um e-commerce é mais do que crescimento de vendas, o que já seria um grande objetivo, porém, impacta ainda nos números de processos internos, como logística, gestão e financeiro. 

    Conheça o perfil dos seus clientes: com uma carteira de clientes de diferentes segmentos e atuações, conheça o perfil de cada um, como cada um se comporta dentro do ambiente virtual e quais são as regras de negócio que você precisa levar para o ambiente virtual para atender a todos. 

    Crie um planejamento estratégico envolvendo diferentes canais de vendas: investir em um e-commerce não significa abandonar a sua equipe de vendas e RCAs, muito pelo contrário, esse é um trabalho complementar, os vendedores passam a ter papéis ainda mais estratégicos e de relacionamento. Portanto, tenha isso em mente, eles vão ser aliados dentro da estratégia dos diferentes canais de atuação.

    Se prepare financeiramente para a implantação e manutenção do e-commerce: Implantar um e-commerce requer investimento em software e manutenção da plataforma. Como falamos anteriormente, esse é um INVESTIMENTO, ou seja, ele vai trazer retorno muito provavelmente a curto/médio prazo e você precisa saber disso. Faça o levantamento junto à empresa que vai implantar o seu comércio virtual, se quiser entender os custos de implantação, clique aqui e deixe o seu contato, assim, é possível planejamento com relação aos objetivos de ganhos em detrimento ao investimento. 

    Agora que você já sabe a importância do e-commerce, a necessidade de se implantar um para a expansão do seu negócio B2B e como as plataformas de vendas digitais conquistaram o consumidor, crescendo assim as vendas de forma exponencial, tenha você o seu canal de vendas online.

  • O que você aprenderá neste E-BOOK:

    O que você aprenderá neste E-BOOK:

    Você sabe qual o impacto das rotas de visitas para o faturamento da sua empresa?

    Imagine o cenário: seu vendedor não consegue visitar todos clientes pretendidos para o dia, pois passa mais tempo no trajeto do que propriamente in loco.

    Ou seja, este vendedor está perdendo a chance de positivar mais clientes, reforçar o relacionamento, aumentar a venda de mix de produtos… Fazer esta análise é importante para rever processos e tornar sua equipe de vendas externas mais produtiva e rentável.

    Para te ajudar nesta tarefa, reunimos no e-book O segredo por trás de um roteiro de visitas de sucesso dicas práticas e eficazes para você criar rotas estratégicas.

    O que você aprenderá neste E-BOOK:

    ✅ Definir objetivos assertivos de roteirização;

    ✅Calcular custos de venda para além dos gastos com combustível;

    ✅Promover novas oportunidades de negócio ao ampliar a periodicidade de visitas;

    ✅Executar, acompanhar e mensurar resultados da roteirização.

  • Melhor legibilidade dos rótulos de alimentos

    Melhor legibilidade dos rótulos de alimentos

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu novas regras para rótulos de alimentos. As medidas já entraram em vigor para produtos alimentícios fabricados a partir do dia 09 de outubro. 

    Porém, os produtos fabricados antes da determinação da Anvisa para rótulos de alimentos, permanecerão nas prateleiras dos supermercados.

    A novidade tem o intuito de facilitar a leitura dos rótulos e ajudar os consumidores a fazer escolhas mais saudáveis e conscientes sobre o que estão consumindo. 

    Confira as principais mudanças abaixo. 

    Melhor legibilidade dos rótulos de alimentos 

    A tabela de informação nutricional, localizada na parte de trás do produto, agora deve ser em letras pretas, fundo branco e sem contraste para facilitar a leitura do consumidor. 

    Outra regra importante estabelecida nessa tabela é que será obrigatória a adição dos dados sobre valor energético, açúcares totais e adicionados, além dos nutrientes por 100g ou 100 ml e o número de porções. As informações nutricionais devem estar próximas à lista de ingredientes, sem divisória. 

    Identificação na frente da embalagem

    A identificação na frente da embalagem é a principal mudança adotada. Agora, os produtos devem conter uma tabela na parte superior da embalagem  informando o alto teor de açúcar, gordura saturada e sódio. 

    Segundo a Anvisa, “foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar.”

    Rotulagem nutricional

    Alegações nutricionais nos rótulos de alimentos 

    As informações que apontam características positivas do alimento, chamadas de alegações nutricionais, permanecem opcionais. Porém, a Anvisa determinou alguns padrões caso essas informações sejam adicionadas na embalagem. 

    Confira abaixo:

    • As alegações nutricionais não podem estar na parte superior do painel principal caso o alimento tenha rotulagem nutricional frontal.
    • Alimentos com rotulagem frontal de sódio não podem ter alegações de sódio ou sal. 
    • Já os alimentos com rotulagem frontal de gordura saturada não podem ter alegações de gorduras totais, saturadas, trans e colesterol. 
    • Alimentos com rotulagem frontal de açúcar adicionado não podem ter alegações de açúcares e açúcares adicionados.

    Divulgação Anvisa. 

    Prazos para aderir às novas regras

    As novas medidas adotadas pela Anvisa já estão em vigor desde 09 de outubro para alimentos fabricados a partir desse dia. 

    Mas os produtos que já estavam à venda antes da determinação do órgão de vigilância sanitária permanecerão nas prateleiras do supermercado. No entanto, os fabricantes devem substituir as embalagens até o dia 9/10 de 2023.

    E 9 de outubro de 2024 é o prazo determinado para a agroindústria de pequeno porte ou artesanal, microempreendedor individual, agricultor familiar e empreendimento econômico solidário.

    Em 2025 é o prazo-final para a readequação dos rótulos de alimentos das bebidas não alcoólicas em embalagens não retornáveis. 

    Impactos positivos

    A melhor visibilidade da tabela nutricional dos alimentos ajuda os consumidores a fazerem escolhas mais conscientes.

    Se um produto tiver alto teor de sódio e essa informação estiver bem explicita, reduz as chances de um consumidor hipertenso adquirir o produto por engano, por exemplo. 

    Da mesma forma, alérgicos também são beneficiados, já que a lista de ingredientes ficará ainda mais visível. 

    Outro ponto importante é referente a honestidade do produto. É comum encontrarmos nas prateleiras produtos rotulados como benéficos à saúde ou “fitness”, mas na verdade não são. 

    Como as alegações nutricionais foram regulamentadas, essa prática também será reduzida. 

    Código de Defesa do Consumidor 

    As informações adequadas e concisas sobre os produtos e serviços fornecidos é um direito básico do consumidor, pois tais medidas os protegem contra as falhas que podem ser cometidas pelas empresas. 

    O Artigo 6 do Código de Defesa do Consumidor prevê, “a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos”. 

    É importante lembrar que, o descumprimento das regras existentes sobre a rotulagem nutricional dos alimentos, assim como as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, é considerado como infração sanitária com penalidades previstas na Lei n. 6.437/1977.

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  • A força da equipe comercial

    A força da equipe comercial

    Os representantes autônomos (RCAs) e os vendedores são os verdadeiros heróis no mundo dinâmico que é o atacado distribuidor. Eles fecham negócios, constroem pontes, criam relações e impulsionam o crescimento. Mas qual a real importância desses profissionais para o sucesso do setor? Os dados do Ranking ABAD/NielsenIQ 2024 trouxe essas informações detalhadas. Descubra comigo! Boa leitura.

    A força da equipe comercial

    Os dados do Ranking ABAD/NielsenIQ 2024 mostraram que quando pensamos em distribuição e atacado generalista com entrega, é a equipe comercial que brilha, representando um total de 86% nas vendas. Nos distribuidores, os vendedores são os grandes protagonistas, respondendo por 46% das operações de vendas, enquanto os RCAs vêm logo atrás com 40%. Isso mostra como o trabalho próximo e constante dos vendedores com os clientes é essencial para cultivar relações de confiança e impulsionar as vendas.

    O papel estratégico dos vendedores

    Os vendedores são estrategistas que fazem a diferença. Eles atuam como a linha de frente entre o distribuidor e o pequeno varejo, além de, entender as necessidades dos clientes, oferecer soluções personalizadas e garantir que cada interação seja significativa. A habilidade de criar e manter relacionamentos sólidos faz deles peças chave no tabuleiro do atacado distribuidor.

    Os RCAs complementam esse papel estratégico, trazendo flexibilidade e alcance. Eles gerenciam múltiplas contas e oferecem uma presença constante no mercado, garantindo que nenhuma oportunidade seja perdida.

    Sucesso

    Diante dos dados apresentados aqui, fica claro que o papel do vendedor vai além da venda. São parceiros de negócios que impulsionam o crescimento e a inovação. São esses profissionais que tornam a operação eficiente e lucrativa de toda essa cadeia produtiva.

  • Utilize a tecnologia

    Utilize a tecnologia

    Empresas de Atacado e Distribuição tem como objetivo principal vender seus produtos por meio de revendedores e representantes. Assim, seus clientes são varejistas, indústrias, revendedores e clientes finais. Para atingir essa meta, é necessário planejar e mapear ações ao longo do processo de venda. Precisa ser pensado em modelos de implementação de gestão que permitam o crescimento das vendas e ao mesmo tempo garantir que o atendimento e a entrega sejam feitos de maneira a superar a expectativa do cliente e fidelizá-lo para quenovas vendas voltem a acontecer.
    Continue lendo e veja algumas dicas para alavancar suas vendas, distribuidor:
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    Utilize a tecnologia


    O uso de tecnologia está diretamente ligado a diversos processos do dia a dia, tornando-os mais fáceis e dinâmicos. Quando trabalhamos com vendas, alguns obstáculos podem acabar atrapalhando a agilidade dos processos. Como, por exemplo, os pedidos que são feitos no estabelecimento do cliente. Utilizar um software de pedidos de vendas elimina o uso de blocos de papel, planilhas e e-mails, saindo da informalidade e padronizando a atividade, reduzindo assim os erros na operação. Ele também auxilia a 
    diminuir problemas com o estoque, uma vez que o pedido já entra imediatamente no sistema, bloqueando aquele item para outra venda. Além disso, os mobiles permitem que os pedidos sejam feitos a qualquer lugar e em qualquer horário, não somente das suas mesas no escritório. Uma outra vantagem, é a redução de tempo de espera.

    Tenha uma equipe preparada para atendimento


    Os dois pontos que estão entre os mais importantes em relação a negócios são: agilidade e qualidade. Ninguém gosta de ser mal atendido. Com a concorrência, se o serviço não está no nível de procura do cliente, ele irá procurar outra distribuidora que o receba melhor. Por isso, além de conseguir atender os pedidos rapidamente, é de extrema importância ter uma equipe preparada para dar a assistência/atenção necessária para seu futuro cliente.

    Canais de venda


    Quando o cliente tem mais liberdade para escolher o momento e a forma como deseja realizar suas compras, a chance de aumentar a regularidade dos pedidos cresce. Isso acontece pois o vendedor chega no ponto de venda e em muitos casos, o cliente não está disponível ou “preparado” para a compra, ou mesmo oferece sempre os mesmos produtos. Neste aspecto, é importante que o atacado e distribuidor explore canais de vendas adicionais. Uma alternativa fácil de ser adotada e que empodera o cliente, é a implantação de um aplicativo próprio de vendas.

    Gostou das nossas dicas? 

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  • Distribuidor

    Distribuidor

    Soluções capazes de potencializar a venda dos representantes através de sistemas mobile, lançando pedidos online e acompanhando os pedidos e estoques em tempo real.

  • Conhecer o perfil dos seus clientes

    Conhecer o perfil dos seus clientes

    Acompanhar o histórico de compras do cliente permite implementar estratégias personalizadas em cada ponto de venda, ação essencial para estender e fortalecer o relacionamento.

    O histórico é analisado com base nos dados das últimas compras do cliente, produtos mais frequentes, marcas preferidas, periodicidade de compra, quantidade… informações-chave para implementar novas vendas dentro da carteira já existente.  

    Segundo Philip Kotler, economista norte americano, conquistar um novo cliente custa entre 5 a 7 vezes do que manter o atual.  

    Neste artigo, te explicaremos como acompanhar o histórico de vendas do cliente é importante para manter a fidelidade dele e ampliar os resultados do seu negócio.

    Conhecer o perfil dos seus clientes

    Analisar o histórico de compras do seu produto permite que você conheça os seus clientes. Isso pode parecer óbvio, mas com base nesses dados é possível compreender o perfil comportamental e psicológico do público predominante em seu negócio.

    Interpretando as informações você entenderá se a maioria dos clientes é homem ou mulher, a idade, qual o nível de escolaridade, média salarial, o que mais gostam de fazer e outros. 

    Além de ajudar a implementar ações, tudo isso é útil para guiar a comunicação da sua empresa. 

    O estudo dirá se os seus argumentos de vendas são válidos, se as marcas vendidas correspondem ao nível econômico dos clientes e se toda a abordagem publicitária utilizada no marketing digital está sendo efetiva. 

    Caso não, cabe um novo direcionamento de marca.

    Atendimento personalizado e segmentação de clientes

     Atendimento personalizado não é apenas chamar o cliente pelo nome. É realmente entender a realidade dele, as principais dores, onde tem mais ganhos, os interesses e adequar o atendimento para ele. Para o cliente pensar: “essa empresa realmente está falando comigo”.

    O histórico de compras é um dos indicadores que permitirão que o seu vendedor tenha essa “intimidade” e realize ações personalizadas em cada ponto de venda. 

     Mas nada disso adianta se a sua carteira não está bem segmentada. É um trabalho bem árduo, porém, procure realizar ao menos o básico como a separação dos clientes por: localidade, segmento, tamanho da empresa, periodicidade da visita no PDV e, se possível, marcas/produtos mais comprados.

    Investimento em novos produtos 

    Já deu para perceber o quanto é importante estar de olho no histórico de compras do cliente, né? Outro ponto super interessante que esses dados permitem é o investimento em novas marcas de produtos. 

    Confira quais produtos de produção própria ou do seu fornecedor estão com mais saída e quais estão com menos procura. 

    Assim, os que estão saindo mais vale a ampliação de estoque, enquanto os que saem menos podem implementar liquidação, vendê-lo em kit com outro ou até mesmo ver a possibilidade de tirá-lo do catálogo.

    Venda de mix 

    É com base no histórico de compras do cliente que o vendedor entenderá quais mix de produtos são mais interessantes para ele. 

    Ficar de olho nesse indicador significa ampliar a venda de mix e mais positivação para o seu  negócio. 

    Controle de inadimplência 

     O indicador também é interessante para identificar quais  compradores não estão em dia com as obrigações financeiras. 

    É com base nesse dado que você pode corrigir algumas lacunas para evitar esses constrangimentos como: vender a prazo, ampliar a data de pagamento, implementar novos meios de pagamento e outros. 

    E como monitorar o histórico de compras?

    Você não precisa checar cliente por cliente de forma manual. Utilize as tecnologias disponíveis para armazenamento e gerenciamento de dados. Com o ERP, por exemplo, você controla estoque, finanças, fluxo de caixa e muito mais em um só sistema. 

    Já o sistema para força de vendas, como os desenvolvidos pela Polibras Software, é necessários para organizar todo o fluxo de atividades dos vendedores em campo, ter em mãos o histórico de compras do cliente e demais informações importantes para o fechamento de vendas, além de automação para enviar e receber pedidos B2B. 

    Quer entender mais como funciona? É só falar com um de nossos especialistas.

  • O que é greenwashing?

    O que é greenwashing?

    Você já ouviu falar em greenwashing? A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a ser uma exigência de mercado. Consumidores, investidores e parceiros querem se relacionar com marcas que tenham responsabilidade socioambiental real.

    Porém, junto com essa tendência, cresceu também o risco do greenwashing, que é quando uma empresa finge adotar práticas sustentáveis sem, de fato, aplicá-las.

    Esse comportamento, além de prejudicar a reputação corporativa, pode trazer sérias consequências legais e financeiras, especialmente em setores como indústrias e distribuidoras, que têm impacto direto na cadeia de produção e consumo.

    Mas como diferenciar iniciativas verdadeiramente sustentáveis de ações que apenas parecem ser? E, principalmente, como evitar que a sua empresa caia na armadilha do greenwashing? É o que veremos a seguir.


    O que é greenwashing?

    O termo greenwashing surgiu da junção de “green” (verde) e “whitewashing” (encobrir). Ele descreve estratégias de marketing ou comunicação usadas para dar a impressão de sustentabilidade, quando na prática os processos da empresa continuam prejudiciais ao meio ambiente.

    Isso pode acontecer por exagero nas campanhas, omissão de informações ou até pelo uso de selos e certificações não reconhecidas. Em indústrias e distribuidoras, onde o impacto ambiental é significativo, o risco de cair nesse erro é ainda maior.

    Uma pesquisa do Idec apontou que mais de 48% de produtos de higiene e limpeza apresentaram práticas de greenwashing, enquanto um estudo da Market Analysis indicou que 85% das alegações ambientais são enganosas. 


    Greenwashing nas indústrias e distribuidoras

    Esses setores são constantemente cobrados por mudanças em seus processos, desde a escolha de matérias-primas até a gestão de resíduos.

    Quando uma distribuidora ou indústria promete ser sustentável sem comprovar as suas práticas, cria uma falsa imagem que pode afastar clientes e parceiros atentos à transparência.

    Mais do que nunca, o mercado exige clareza: não basta parecer sustentável, é preciso provar.


    7 dicas para não cometer greenwashing

    Evitar o greenwashing exige planejamento, honestidade e compromisso de longo prazo. Confira sete passos que podem transformar a sustentabilidade em um pilar real da sua empresa:

    1. Comunique apenas o que você faz de fato
      Seja transparente: se a sua empresa está em fase de adaptação, deixe claro que ainda está implementando melhorias.
    2. Invista em certificações reconhecidas
      Use selos de órgãos reguladores e entidades confiáveis. Certificações ambientais sérias agregam credibilidade.
    3. Seja específico nas ações
      Evite termos genéricos como “empresa amiga da natureza”. Em vez disso, mostre números: redução de X% no consumo de energia, reciclagem de Y toneladas de resíduos, etc.
    4. Acompanhe indicadores ambientais
      Tenha métricas claras, mensuráveis e auditáveis. Isso demonstra que a sustentabilidade faz parte da gestão.
    5. Integre sustentabilidade em toda a cadeia
      Não adianta aplicar boas práticas apenas em um setor. Indústrias e distribuidoras precisam envolver fornecedores, logística e até clientes.
    6. Eduque colaboradores e parceiros
      Sustentabilidade só é possível se todos entenderem seu papel. Invista em treinamentos e políticas internas.
    7. Revise constantemente suas práticas
      Sustentabilidade é dinâmica. O que é inovador hoje pode se tornar ultrapassado amanhã. Atualize-se e evolua sempre.

    Conclusão:

    O greenwashing é uma prática perigosa que pode manchar a reputação de qualquer empresa. Em contrapartida, a transparência e a consistência em ações sustentáveis geram confiança e fortalecem a imagem corporativa.

    Na Polibras Software, acreditamos que tecnologia e sustentabilidade caminham juntas. Por isso os nossos sistemas oferecem às indústrias e distribuidoras ferramentas para otimizar processos, reduzir desperdícios e aumentar a eficiência da gestão.

    Dessa forma, ajudamos empresas a irem além do discurso, colocando a sustentabilidade em prática com dados, resultados e comprovações reais.

    Assim, a sua empresa evita o greenwashing, além de constroir um futuro mais responsável e competitivo.

  • Mas quais são as principais falhas operacionais nas vendas?

    Mas quais são as principais falhas operacionais nas vendas?

    O dia a dia de um time comercial em um atacado distribuidor é marcado por uma intensa dinâmica que envolve desde a prospecção de novos clientes até a gestão do relacionamento com parceiros existentes.

     As equipes são desafiadas diariamente a atingir metas de vendas, garantir a satisfação do cliente e, ao mesmo tempo, lidar com as complexidades operacionais inerentes ao setor. Mas quais estratégias adotar para reduzir as falhas operacionais nas vendas de uma empresa do atacado distribuidor? Siga a leitura deste artigo e saiba mais. 

    Mas quais são as principais falhas operacionais nas vendas?

    As falhas operacionais representam uma ameaça substancial para o sucesso do time comercial. As principais dificuldades encontradas incluem a gestão eficiente do estoque, o acompanhamento de pedidos e a coordenação logística.

    Quando os vendedores externos não têm rotinas de visitas ao cliente bem definidas e a digitação de pedidos não é automatizada, a empresa está suscetível a uma série de prejuízos.

     As visitas irregulares podem resultar em perda de oportunidades de vendas, descontentamento do cliente e até mesmo o desvio para a concorrência. A falta de automação na digitação de pedidos não apenas retarda o processo, mas também aumenta o risco de erros, impactando a eficiência operacional e a qualidade do atendimento ao cliente.

    A consequência direta dessas falhas operacionais se traduz em perdas financeiras, redução da produtividade e, o mais crítico, a deterioração da reputação da empresa. 

    Clientes insatisfeitos devido a entregas tardias ou erros nos pedidos podem buscar alternativas mais confiáveis, prejudicando a fidelização. Além disso, a falta de visibilidade sobre o estoque pode levar a excessos ou faltas, impactando a capacidade da empresa em atender à demanda do mercado.

    E como mudar esse cenário?

    Investir em automação de processos é fundamental para superar esses desafios. Por exemplo: a automatização na digitação de pedidos agiliza a operação, reduzindo erros e melhorando a precisão. Enquanto sistemas de roteirização de vendedores podem ser integrados para otimizar a rotina de visitas dos vendedores externos, garantindo uma abordagem mais estratégica e personalizada.

    Porém, aos poucos o cenário está mudando e as empresas já estão entendendo a importância de ter processos automatizados, De acordo com uma pesquisa da Forrester Consulting, cerca de 80% dos líderes de negócios consideram esse tema essencial para as empresas. 

    Ou seja, compreender o que é automação de processos e tê-la no radar da corporação deixou de ser uma expectativa e se tornou uma meta. No entanto, essa não é a única estratégia essencial para reduzir falhas operacionais nas vendas. 

    Estratégias para reduzir falhas operacionais nas vendas

    Mais do que automatizar, é preciso implementar ações no setor como um todo. Confira algumas dicas que separamos para você.

    Treinamento contínuo

    O treinamento contínuo não apenas aprimora as habilidades técnicas da equipe comercial, mas também destaca a importância da pontualidade e consistência nas visitas ao cliente. Uma equipe bem treinada está mais apta a seguir procedimentos operacionais padrão, minimizando as chances de falhas.

    Implementação de tecnologias colaborativas

    A utilização de tecnologias colaborativas aprimora a comunicação interna, permitindo uma colaboração mais eficaz entre os membros da equipe. Isso é crucial para lidar com desafios logísticos e garantir que todos estejam alinhados com os objetivos comerciais.

    Análise de dados e indicadores de desempenho

    A análise de dados proporciona insights valiosos sobre padrões de vendas, comportamento do cliente e eficiência operacional. Monitorar indicadores de desempenho ajuda a identificar áreas de melhoria, permitindo ajustes proativos na estratégia comercial.

    Integração de sistemas

    Garantir a integração eficaz entre sistemas é crucial, especialmente quando se trata de comunicação entre vendedores externos e operações internas. Uma visão unificada dos dados reduz a probabilidade de erros e assegura uma experiência consistente para o cliente.

    Estabelecimento de procedimentos padronizados

    A criação e implementação de procedimentos operacionais padronizados oferece direcionamento claro para a equipe. Isso é particularmente vital para vendedores externos, que podem contar com rotinas estruturadas para maximizar sua eficácia durante as visitas aos clientes.

    Conclusão

    Em conclusão, a redução de falhas operacionais no time comercial do atacado distribuidor não é apenas uma questão de eficiência, mas de sobrevivência no mercado competitivo. Ao adotar estratégias abrangentes que abordam as complexidades do dia a dia e mitigam os prejuízos associados às falhas operacionais, as empresas podem posicionar-se como líderes, oferecendo um serviço de qualidade e construindo relacionamentos duradouros com os clientes.


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  • Quais os principais custos operacionais das distribuidoras?

    Quais os principais custos operacionais das distribuidoras?

    A gestão eficiente de custos é fundamental para a competitividade das distribuidoras no mercado atual. 

    Com margens de lucro frequentemente apertadas e a necessidade constante de aprimorar a eficiência operacional, as empresas de distribuição devem adotar estratégias inovadoras para reduzir custos sem comprometer a qualidade do serviço. 

    Mas como fazer isso do jeito certo? Neste artigo, você entenderá como driblar os principais custos operacionais enfrentados pelas distribuidoras, estratégias práticas e tecnológicas para minimizar esses custos, além de como a tecnologia pode transformar a gestão de vendas externas e otimizar toda a cadeia de distribuição. Boa leitura!

    Quais os principais custos operacionais das distribuidoras? 

    As distribuidoras enfrentam uma variedade de custos operacionais que podem impactar significativamente as suas finanças. Entre os principais, podemos destacar:

    Custos com transporte e logística

    Os custos operacionais com transporte e logística incluem gastos com combustível, manutenção de veículos, pedágios, seguro de transporte, além de salários dos colaboradores. A otimização das rotas e a manutenção preventiva são essenciais para controlar esses custos.

    Custos com estoque

    Manter um nível adequado de estoque para evitar rupturas e perdas por vencimento ou obsolescência é um desafio constante. O excesso de estoque gera custos de armazenamento, enquanto a falta de produtos pode resultar em perda de vendas e insatisfação do cliente.

    Custos com pessoal

    Salários, benefícios, treinamentos e turnos são despesas significativas. A gestão eficiente da força de trabalho, incluindo a alocação correta de pessoal e o investimento em capacitação, pode reduzir estes custos.

    Custos administrativos

    Incluem despesas com aluguéis, energia elétrica, comunicações, material de escritório e outras infraestruturas necessárias para o funcionamento diário.

    Estratégias para driblar os custos operacionais

    Para minimizar os custos operacionais, as distribuidoras podem adotar uma série de estratégias, que incluem:

    Otimização de rotas

     A utilização de softwares de roteirização permite planejar rotas mais eficientes, reduzindo o consumo de combustível e o tempo de deslocamento. 

    Gestão de estoque

     Implementar sistemas de gestão de estoque que utilizam técnicas como o Just-In-Time (JIT) pode ajudar a manter o equilíbrio entre oferta e demanda, reduzindo o excesso de estoque e os custos associados. Além disso, a análise de dados pode prever a demanda com maior precisão, evitando rupturas.

    Automatização de processos

     Automatizar tarefas administrativas, como processamento de pedidos e faturamento, pode reduzir a necessidade de mão de obra manual, diminuindo erros e aumentando a eficiência.

    Treinamento e capacitação

     Investir em treinamento contínuo para a equipe de vendas externas pode melhorar a produtividade e reduzir a rotatividade de funcionários, o que diminui os custos com recrutamento e treinamento de novos empregados.

    Como a tecnologia pode ajudar a reduzir os custos operacionais?

    Conforme uma pesquisa realizada pela CX Trends, 95% dos executivos entrevistados afirmaram que é importante investir em automação dos processos para manter a qualidade do atendimento ao cliente. Mas para além disso, a tecnologia é fundamental para redução dos custos operacionais e otimização das atividades diárias. Mas no que investir? Confira algumas dicas abaixo:

    Plataformas de gestão de relacionamento com clientes (CRM)

     Sistemas de CRM ajudam a gerenciar de forma eficaz as interações com os clientes, permitindo personalizar ofertas e melhorar a satisfação do cliente, o que pode resultar em maior fidelização e, consequentemente, redução dos custos de aquisição de novos clientes.

    Sistemas de gestão de armazém (WMS)

    Esses sistemas melhoram a precisão e a eficiência das operações de armazenamento, auxiliando na otimização do espaço, na redução de erros de picking e no aumento da velocidade de processamento de pedidos.

    Inteligência Artificial e Machine Learning

    A aplicação de IA e ML na análise de dados pode prever tendências de demanda, identificar padrões de consumo e sugerir otimizações operacionais. Isso permite uma tomada de decisão mais informada e estratégica.

    E por que investir em tecnologia para reduzir os custos operacionais?

    Como vimos aqui, desde sistemas de gestão de transporte até plataformas de relacionamento com clientes, as soluções tecnológicas oferecem maneiras de racionalizar processos. Mas quais são seus reais benefícios? 

    • Redução de custos: a automação e a otimização de processos reduzem significativamente os custos operacionais diretos e indiretos.
    • Aumento da eficiência: a integração de sistemas permite uma operação mais fluida e coordenada, reduzindo tempos de espera e melhorando a utilização de recursos.
    • Melhoria na satisfação do cliente: processos mais eficientes e precisos resultam em entregas mais rápidas e confiáveis, aumentando a satisfação e a fidelidade dos clientes.
    • Tomada de decisão baseada em dados: o acesso a dados em tempo real e a análise preditiva capacitam os gestores a tomar decisões mais informadas, ajustando rapidamente as estratégias conforme necessário.

    Conclusão

    A redução de custos operacionais nas distribuidoras é uma meta alcançável através da combinação de estratégias bem definidas e o uso de tecnologias avançadas. Precisa de ajuda para automatizar os seus processos de vendas? Fale com os nossos especialistas.